sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

LEVE DESESPERO


Colaboração: Bruno Bechuetti.
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As imagens foram obtidas antes da partida dos ônibus retratados, em dias, locais e veículos diferentes, em dezembro/2008, janeiro e fevereiro/2009. O trajeto é Pelotas-Bagé [a foto de cima] e Bagé-Pelotas [as outras duas]. Apesar de nada ter sido combinado previamente, parece se tratar da mesma sensação em uma mesma cena.
Da direita para a esquerda, no sentido circular anti-horário, para obedecer a ordem cronológica das fotos, aparecem Anete, Bruno e Mada.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

O TERROR DAS MULHERES

THE LADIE'S MAN.

Lançado pela Paramount em 1961, The Ladie's Man, cujo título no Brasil ficou "O Terror das Mulheres", mostra como ficou a vida de Herbert H. Heebert (Jerry Lewis) após ter sido rejeitado pela namorada. Ele desenvolve uma completa aversão a mulheres e vai embora para a Califórnia. Lá, consegue um emprego como houseboy em um grande hotel pertencente a uma ex-estrela da ópera, Helen Welenmelon. Ele descobre que a casa está povoada por 31 mulheres, artistas de várias modalidades, e tenta ir embora, mas Miss Welenmelon o incentiva a ficar. Embora a maioria das mulheres ache que ele é bonitinho, mas estúpido, Fay, uma atriz-aspirante, se interessa, de verdade, por ele e o ajuda a superar a sua timidez em relação às demais garotas do hotel. Aos poucos, Herbert começa a apreciar o seu trabalho e é levado a acreditar que todas as hóspedes o adoram. Só que elas demonstram apreciá-lo somente porque é muito difícil encontrar outro houseboy disposto a satisfazer todas as suas vontades. Quando ele descobre a farsa, resolve ir embora. Então elas se dão conta que realmente gostam dele e tentam convencê-lo a permanecer na casa. ¿Será que ele ficou? Só vendo o filme até o final para saber.

A direção é do próprio Jerry Lewis e no elenco, além dele próprio, vêm: Helen Traubel, Pat Stanley, Kathleen Freeman, George Raft, Harry James, Marty Ingels, Buddy Lester, Gloria Jean, Hope Holiday, Jack La Lanne, Westbrook Van Voorhees, Sylvia Lewis, Eddie Quillan, Roscoe Ates, Jack Kruschen, Alex Gerry, Doodles Weaver, Dee Arlen, Francesca Bellini, Vicki Benet, Patricia Blair, Lillian Briggs, Bonnie Evans e Jacqueline Fontaine.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

UNS CARAS AÍ


¿Mas quem são estes caras?
O da esquerda é o Joel, Engenheiro Civil da Prefeitura Municipal de Dom Pedrito, RS. O da direita é o Luís Carlos, Auditor-Fiscal do Tesouro Nacional, em Bagé, RS, e que também é Engenheiro Civil.
A pose para a photo é de junho de 1983, no apartamento onde residiam na Rua Uruguai, 1251, em Pelotas, RS. Aí ainda faltam o Éber, o Michel e o Jorginho.
A descontração momentânea [que se vê na imagem] servia para aliviar um pouco a tensão na véspera de provas difíceis na Faculdade de Engenharia Civil, da UCPel. A mesa portátil [inventada por eles] era a maneira mais prática de estudar as disciplinas das ciências exatas, que exigem um montão de exercícios e cálculos.

"Clic" na imagem para ampliá-la.
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domingo, 22 de fevereiro de 2009

ISADORA & LAMARTINE


É carnaval, uma festa inigualável no Brasil. No Rio, em São Paulo e Porto Alegre é mais ou menos a mesma coisa: os desfiles de escolas de samba; em Salvador, os trios elétricos tomam conta da cidade, vão passando e animando os foliões; e em Recife e Olinda, as pessoas, em multidão, saem para a rua com as mais criativas fantasias e, ao ritmo do frevo, vão desenvolvendo seus passos. São esses os locais de onde afloram a maioria das imagens que vemos por aqui e dá para sentir que cada região tem o seu jeito de aproveitar a festa.

No sul do RS tem muita gente que não gosta e aproveita a distração do carnaval, aliado à temperatura elevada do verão, para "fugir" em direção ao litoral. Eu estava lá, mas voltei por causa da Isadora. Ela estava de aniversário ontem, 21/02, e comemorou o seu primeiro ano de vida, acompanhada pelos pais, avós, tios, amigos mais chegados e um primo-avô(?) - uma denominação que não existe, mas que serviu para definir a minha pessoa.
Como de praxe esqueci de levar uma máquina fotográfica um pouco melhor. Serviu para registrar o acontecimento a velha câmera de celular, o que comprometeu a resolução das imagens.

Acima, Isadora, o papai Emerson e a mamãe Andrea.


Em dose dupla, ela e o papai.

Em um determinado momento da festa, Isadora e a mãe dela desapareceram. Vinte minutos mais tarde, no degrau mais alto da escadaria do salão de festas, ressurgiram. Isadora, muito à vontade, amparada pela mãe e, em seguida, pelo pai que foi ao seu encontro, invadiu o salão fantasiada, pronta para a folia. Transfigurou-se o tema da festa, e ao som de "O Teu Cabelo Não Nega", marchinha de Lamartine Babo, lançada em 1932, Isadora fez a sua estréia no carnaval.

Aqui, com a sua primeira fantasia de carnaval.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

O TEMPO NÃO APAGA

1977. Apesar desta imagem ter sido obtida no mês de julho, em pleno inverno, a temperatura era de verão, bem característica dos veranicos que ocorrem nos meses de maio e/ou julho, em Bagé, RS, quase no extremo sul do Brasil. O photógrapho [com "ph" mesmo, respeitando a antiguidade da coisa] neste caso aí, sou eu. Os retratados são o meu pai (54), a minha mãe (43), o meu irmão (11), que hoje é Arquiteto & Engenheiro de Segurança do Trabalho, e dois dos meus melhores amigos de todos os tempos, o Dario (17), que é professor de Educação Física, compositor e intérprete, e atualmente reside com uma parte da sua família em Canoas, RS, e a Sofia (19), que é Farmacêutica em Bagé, e desde a segunda metade dos anos 1980 é casada com um outro grande amigo, o meu padrinho de formatura, Engº. Civil Francisco Gomes.

Tudo isto foi antes do café da tarde servido, tradicional e pontualmente lá em casa, às 16:00 horas. ¿O dia? Acho que foi numa segunda-feira. A observação importante é que todo mundo estava em férias.
As grandes amizades o tempo não apaga.

Um lembrete: Para melhor visualizar esta photo, selecione-a com o mouse.
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

FABIANA & DIEGO

2009, 14 de fevereiro- Pelotas, RS. As imagens são casuais, em baixa resolução, e limitadas a poucos metros da mesa onde a gente estava. O evento é o casamento dos nossos amigos Fabiana e Diego, em uma cerimônia religiosa muito bonita que depois culminou numa baita festa no Clube Esportivo Gonzaga.
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O convite.
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Nossas amigas Maria Antonieta e Fernanda Grill [acompanhada pelos seus dois Eduardos (que não aparecem na foto) mentora e professora da Academia Fernanda Grill que ajudou a unir este pessoal todo]. Elas adoram uma boa conversa em uma mesa de bar ou, como era o caso, em uma festa.
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Anete e nossa super-amiga Cristine, em dose dupla. Uma parceria que dá certo.
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Os noivos, brindando.

Os noivos e os padrinhos.
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Tiago Martins [em evidente pesquisa ambiental]. Ele é irmão da Cristine. Ambos vieram de Porto Alegre especialmente para o evento.
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A banda que ajudou a animar a festa.
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Assim, até parece que escrevi uma coluna social para algum jornal, mas não é nada disto. É que este blog não poderia deixar escapar a oportunidade de desejar a estes amigos queridos, tudo de bom.
Só faltou dizer que uma turma bem grande da ESEF, entre professores, alunos e ex-alunos, também estava lá. Não falta mais. Maktub.
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

APOCALYPSE NOW [THE END- THE DOORS]

video

Para mim o motivo mais forte para o sucesso deste filme é "The End". Em surround e em pantalla de, no mínimo, 32 in, fica "o fino".
¿Sobre o filme? No endereço abaixo diz tudo.
http://www.65anosdecinema.pro.br/Apocalypse_now.htm

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

A VOLTA DO GURI TEIMOSO

¿Mas quem é o guri teimoso? Para quem não se lembra ou nunca ouviu falar, "guri teimoso" é o apelido do Football Club Rio-Grandense [da cidade do Rio Grande, RS]. O clube reuniu jogadores para disputar o campeonato citadino de 2009. É um torneio curtinho porque são três, somente, os clubes envolvidos, ou seja, além do FC Rio-Grandense, também chamado de "colorado" pelos rio-grandinos, tem o SC São Paulo, conhecido como "o leão do parque" ou "caturrita", e o SC Rio Grande, "o vovô".

Acima, os escudos dos três clubes da cidade do Rio Grande, respectivamente, FC Rio-Grandense, SC São Paulo e SC Rio Grande.

O Rio-Grandense, fundado em 11 de julho de 1909, vai fazer 100 anos, e é de lastimar que tenha fechado suas portas para o futebol no início desta década, alternando idas e vindas, até parar de vez. Joga, em 2009, o campeonato da cidade, e torna a fechar as portas porque nem está inscrito no campeonato gaúcho da segunda divisão.

E eu nem sabia [porque recém estou me familiarizando com a cidade do Rio Grande] que o estádio do clube era o Colosso do Trevo, que fica na Rua Visconde de Itaboraí, nº 2. Imaginava ainda a existência do velho Estádio Torquato Pontes, localizado na Rua Buarque de Macedo. O interessante é que o antigo campo do Sport Club Rio Grande era ao lado, separado do campo do Rio-Grandense somente pelo muro da goleira dos fundos.

Estádio Colosso do Trevo, quando esse ainda estava em atividade.
Foto: Paulo Acosta

Pois estive lá no tal Colosso do Trevo na tarde da última sexta-feira, dia 06/02, e constatei que não havia como chegar ao local por lado algum, uma vez que junto aos portões que dariam acesso ao estádio havia uma frenética movimentação de caminhões que, aparentemente, estavam a serviço de uma empresa [que eu não sei que tipo de serviço presta] que se expandiu e ocupou a área de tal forma, que bloqueia a passagem de veículos e pessoas que por alguma razão querem bisbilhotar as cercanias do estádio. Assim, pude observar [não tão de perto] com tristeza que a magnífica estrutura, inaugurada em 1986, aparentemente está em ruínas.

Flagrante do último clássico Rio-Rio disputado no Estádio Torquato Pontes, em 1984.
Foto: Marcelo Braga

Fica, da minha parte, uma expectativa positiva baseada neste retorno provisório do clube às suas atividades [cujo objetivo principal é comemorar os seus 100 anos de fundação]. Torço para que o "guri teimoso" volte, em breve e definitivamente, para se juntar aos tradicionais rivais e incomodar, de novo, os médios e os grandes do nosso Estado.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

UM ENCONTRO COM A RAINHA DAS ÁGUAS

Depois de passar uma parte da tarde do dia 1º/02 tentando uma aproximação com o bicho de estimação da casa, um lagarto com ½ metro de comprimento, nos preparamos para ir até o coração do Cassino. O objetivo do passeio era só tomar um sorvete. Só que a vida é muito dinâmica, as coisas vão acontecendo ao natural, e a gente vai se adequando ao ambiente que nos cerca, se intrometendo por caminhos incertos, muitas vezes ainda inexplorados, só para ver no que vai dar.

No caminho para a sorveteria, logo após o por-do-sol, encontramos dezenas de vendedores ambulantes. Barquinhos adornados e flores eram oferecidos aos que passavam pelo canteiro central da avenida. Li o pensamento da minha namorada, comprei uma rosa azul e entreguei a ela. Dirigimo-nos então, para onde estava indo a maioria, ou seja, para a beira do mar, passando pelo altar da Nossa Senhora dos Navegantes ou Iemanjá. Ali paramos. E enquanto a Anete depositava a rosa azul em um local apropriado, como oferenda à Santa, não resisti e me emocionei de verdade, ao mesmo tempo em que rezava. Foi um encontro inesquecível, que até agora me arrepia.

Na sequência caminhamos até a beira d'água. A maré estava alta e não dava para ir muito além. Então ficamos ali assistindo rituais religiosos de algumas caravanas que vieram de diversas partes do Estado para homenagear a rainha do mar.

Na volta, esquecemos o sorvete e fomos ao local onde muita gente habitualmente se encontra, o chamado "barracão". Lá encontramos esta dupla aí, Paulinho Batera e Kelly, que deram um show de interpretação vocal. A Kelly tem uma voz puríssima.

Em seguida, já com a intenção de voltar para casa, deparamo-nos, no canteiro central da avenida, com este cara aí, o Antonio. Ele é uruguaio, e é um artista de rua que pinta paisagens imaginárias, padronizadas em cartolina 13 x 19 polegadas, com tinta automotiva, em 5 minutos. O dom que o homem tem para criar essas coisas é impressionante.


É difícil deixar passar em branco tanto talento, então compramos dele uma tela [abaixo] que depois, devidamente enquadrada, vai enfeitar a sala da casa nova.


De alma limpa, voltamos para casa antes da madrugada do dia seguinte.

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