domingo, 31 de janeiro de 2010

NA DIVISA BRASIL-URUGUAY

A equipe de esportes da Rádio Difusora [de Bagé] posa para foto em Rivera/Sant'ana do Livramento, sobre a linha [imaginária] que divide Uruguay e Brasil.
O comentarista Octacílio Fontana (de camisa amarela) e o narrador Sivaldo Souza (de camisa azul)- ao que parece- já fizeram algumas compras, aproveitando a diferença favorável de câmbio.
O fotógrafo castelhano procurou valorizar ao máximo o seu trabalho, usando de um artifício para colorizar a foto que ele mesmo tirara, minutos antes. Olhando para as roupas dos "modelos" e para a paisagem, foi pintando tudo como podia, usando uma técnica que desconheço [porque eu não estava lá e, portanto, não vi como ele fez].

A photo [do arquivo pessoal] é de 1976.
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RUA JOÃO PESSOA- RIO PARDO, RS

O registro fotográfico abaixo é do tempo em que a Rua Dr. João Pessoa [em Rio Pardo, RS] ainda nem tinha pavimentação, digamos entre 1940 e [no máximo] 1947.
A João Pessoa, para quem não anda muito por lá [mas conhece a cidade] é a rua da antiga Rodoviária.
Foto de arquivo pessoal
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sábado, 30 de janeiro de 2010

IGREJA MATRIZ- PIRASSUNUNGA, SP

Esta é a Igreja Matriz de Pirassununga, SP. O detalhe é que a photo [levando-se em conta o objetivo principal do blog] é lá do século XX. Eu diria que é da primeira metade da década de 60, e veio direto da fonte, com dedicatória e tudo. Mais uma da nossa amiga dona Cidinha Zaninetti.

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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

RUA ANDRADE NEVES- RIO PARDO, RS


¿Onde estão todos?
O flagrante [do fotógrafo Edor P. Mealho] apanhou a Rua Andrade Neves, em Rio Pardo, RS, completamente vazia em uma noite onde uma tímida decoração de natal denuncia a época do ano. Resta saber de que ano. Pelos automóveis estacionados dá para se ter uma idéia:
Uma Belina [dourada] que parece ser modelo 1971; um Fusca [vermelho rubi ], 1961, eu acho; um Fusca [verde folha], 1969, penso eu. Mais atrás tem um Corcel, mas não dá para ver detalhes. Nota-se que a Belina já está bem "surrada", então dá para imaginar que ela tenha [aí na foto] pelo menos uns 9 anos, o que nos leva ao ano de 1980. Imagino que é por aí.
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PLAYA POCITOS- MONTEVIDEO, URUGUAY

Abaixo, flagrante de um entardecer de verão na praia de Pocitos, em Montevideo, ROU, com direito a uma viagem no tempo [para o mesmo local] em direção ao século XX, década de 1960, logo em seguida.
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

RIVERA - SANT'ANA DO LIVRAMENTO

Foto: Prof. Mylius

"La mas hermana de las fronteras", como dizem os uruguaios.
Praça João Pessoa (linha divisória Uruguay-Brasil) nas cidades de Rivera (RI, Uruguay) e Sant'ana do Livramento (RS, Brasil).
O registro fotográfico, é lá da primeira metade da década de 70.
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

O ESPELHO DE ARQUIMEDES

O rei Hierão II (306 AC/215 AC) de Siracusa, que hoje é uma província da Sicília (sul da Itália), tinha uma preocupação constante quanto à proteção da sua cidade contra as ameaças de invasão por parte dos romanos. Resolveu então contratar [o inventor, físico, matemático, filósofo e engenheiro] Arquimedes para projetar e construir dispositivos de guerra para contra-atacar os belicosos romanos.

Grandes espelhos côncavos faziam parte das armas concebidas por Arquimedes. O objetivo dos mesmos era fazer convergir os raios solares sobre determinados pontos [no caso sobre os navios da esquadra romana], concentrando a luz solar nesses pontos e causando uma grande elevação de temperatura de consequências pirotécnicas nada agradáveis aos navios inimigos.
Assim teria Arquimedes incendiado parte da esquadra romana que ousou atacar Siracusa. Mas há controvérsias.

Em 1973, um engenheiro grego resolveu reproduzir a façanha de Arquimedes. O objetivo era confirmar a possibilidade de ter mesmo ocorrido o episódio do incêndio dos navios. Colocou 70 espelhos planos [de 1,5 m x 1,0 m], dispostos em semi-círculo, de modo a fazerem convergir os raios solares sobre um barco de madeira situado a 50 metros da costa. Em um dia ensolarado, o engenheiro conseguiu, em poucos minutos, incendiar o barco.
Nota: Os espelhos planos dispostos em semi-círculo atuavam como um espelho convergente.

Fonte: Curso de Física, volume 2- Antônio Máximo & Beatriz Alvarenga
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O E.T. DE PELOTAS

O jornal Diário Popular [de Pelotas, RS] publicou em sua edição de quinta-feira, 21/02/2008, a matéria da jornalista Jussara Lautenschläger, transcrita abaixo:

"Marcas misteriosas surpreendem o Areal.

Duas clareiras em formato circular foram identificadas em um banhado de junco na rua Alberto Pimentel; o fenômeno, ocorrido na madrugada de segunda-feira, será avaliado pela Equipe UFO.

Marcas em um banhado repleto de junco, em uma área residencial do bairro Areal, despertam a curiosidade dos moradores da rua Alberto Pimentel. O fenômeno ocorreu na madrugada de segunda-feira. Ninguém escutou barulhos diferentes, além do costumeiro latido do cão do morador Adão Pedra, de 61 anos. A suspeita é de que as marcas levemente arredondadas foram feitas por Objetos Voadores Não-Identificados (OVNIS).

Pedro tem como hábito averiguar o local, próximo de sua casa, uma ou duas vezes por semana por medida de segurança. Foi quando, na segunda-feira pela manhã, foi surpreendido pelo fato inusitado. As marcas deixadas na área são iguais às encontradas na cidade de Araraquara, São Paulo, no dia 18 de fevereiro.

O local - de difícil acesso - não tem marcas de pneus e nem mesmo ventos fortes foram registrados. Se isto tivesse acontecido, acredita o morador, todos os juncos estariam deitados e não apenas dois círculos.

No final da tarde de ontem a conselheira editorial da Revista UFO se deslocou até a rua Alberto Pimentel para ver a área atingida. O objetivo é fazer o levantamento de dados. Novos trabalhos de pesquisa serão desenvolvidos em busca da confirmação se foram ou não OVNIS os causadores dos estranhos círculos nos juncos.

Casos semelhantes

A empresária e integrante do Grupo de Pesquisa Científica Ufológica (GPC), Mara Regina Rodrigues Lopes, diz que também fará um levantamento no local. Ela acredita ser o mesmo fenômeno que ocorreu em março de 1997, em uma propriedade rural ao lado da empresa Frangomil, nas proximidades do Aeroporto Regional Sepé Tiaraju, localizado a 11 quilômetros de Santo Ângelo.

Mara lembra que a trabalhadora rural Claudete Purazzi estava sentada na varanda de sua casa, por volta das 21h, e escutou um barulho estranho. Ao se aproximar do galpão viu luzes vermelhas e um som semelhante ao ronco de um motor. No outro dia identificou o mesmo barulho.

O resultado: parte da plantação de milho estava queimada.

O mesmo foi constatado pelo gerente da empresa Frangomil, Arno Dresch. O pasto nos fundos do prédio apresentou marcas como se um objeto pesado tivesse sido colocado para deitar o mato. Não foi registrado nenhum fenômeno meteorológico na data.

'Passados vários anos, o mesmo volta a ocorrer, como em Araraquara, no dia 18 de fevereiro, em que, sem causa aparente, surgiram círculos em canaviais', observa Mara.

Fato semelhante também foi registrado em janeiro deste ano na cidade de Riolândia, divisa de São Paulo com Minas Gerais. Marcas arredondadas surgiram em áreas de canaviais. Moradores das proximidades contaram que estranhas luzes apareceram no céu entre 3h e 5h da madrugada."


No Jornal do Almoço, noticiário apresentado pela RBS TV diariamente, noticiou-se que uma menina de Pelotas filmou alguns segundos do eclipse que ocorreu na quarta-feira, 20/02/2008. O filme revelou, em seguida, que no espaço havia movimentos [e objetos] luminosos estranhos, alheios ao fenômeno lunar.


As duas misteriosas ocorrências, separadas por escasso intervalo de tempo, nos levam a imaginar que os ETs anda[va]m mesmo por aí, e bem próximos da cidade de Pelotas, RS.

¿Seriam eles uma cópia fiel do ET que apareceu [em 1996] em Varginha, MG?

Um paparazzo de outra cidade gaúcha, de passagem por Pelotas, declarou ter visto [em 19/02/2008] uma criatura que classificou como muito estranha. Tentou, mas não conseguiu fotografar o ser vivo, devido à fraca luminosidade do local em que se encontrava [também lá pelos lados do Areal]. Então fez o que se chama de "retrato falado" da criatura, jurando [de pés juntos] que o bicho era exatamente assim como se vê na imagem abaixo.

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GASOLINA QUENTE NÃO!

Meu amigo Miguel Cunha era Chefe da Seção de Transportes da UFPel lá pela década de 1980. A Universidade comprava o combustível [que vinha em caminhões-tanque] e o armazenava nos reservatórios do seu próprio posto de gasolina, localizado no campus da instituição [no Capão do Leão]. O Miguel tinha o cuidado de não permitir que os caminhões-tanque, que estavam prestes a descarregar o combustível [no começo de uma tarde quente], o fizessem logo que chegassem ao local. Ele determinava que o motorista do caminhão de combustível colocasse o seu veículo na sombra e aguardasse. Sob protestos, o transportador, que alegava ter outros locais para atender, obedecia sem entender porquê.

Após algum tempo, ou muito tempo (ao cair da tarde, dependendo da situação), o motorista do caminhão era chamado e autorizado a descarregar o combustível.

¿Por que o Miguel fazia isso? ¿Simplesmente para aborrecer o motorista?
Não. E as razões que ele apresentava se baseiam simplesmente na lógica e nas leis da Física.

Vejamos este exemplo prático:
Em um dia de Primavera, em Canoas, RS, um caminhão-tanque foi carregado, em um dos seus compartimentos, com 10000 litros de gasolina. Ele rodou uns 270 Km até Pelotas, e a gasolina confinada se expandiu com a ação do calor do sol sobre o tanque do caminhão e a agitação das próprias moléculas do combustível com o movimento.
Como o combustível é medido [vendido e comprado] por volume, e não por peso, se o combustível, após sofrer considerável expansão volumétrica, fosse descarregado tão logo chegasse o caminhão-tanque ao seu local de destino, a quantidade de gasolina fornecida à UFPel (por exemplo, 10000 litros) seria menor [com perdas volumétricas não desprezíveis] do que se houvesse um tempo para resfriamento do conteúdo transportado.
Com o resfriamento natural do tanque de transporte e, consequentemente, da gasolina ali contida, o volátil combustível voltaria a se contrair volumetricamente, e a quantidade de gasolina prometida pelo vendedor seria efetivamente entregue.

Um cálculo hipotético simples pode ser feito aqui para estimar as perdas acima descritas:
coeficente de expansão volumétrica da gasolina= 9,0x10(exp.)-4;
temperatura do combustível recém retirado de um reservatório subterrâneo, em Canoas, quando o caminhão-tanque foi carregado= 14ºC;
temperatura do combustível no momento da chegada do caminhão a Pelotas= 33ºC.
A variação de volume do combustível pode ser obtida por:
V2-V1= V.ß.(T2-T1), onde:
V2-V1 é a variação de volume;
V é o próprio volume;
ß é o coeficiente de expansão volumétrica da gasolina;
T2-T1 é a variação de temperatura.

Assim: V2-V1= (10000).(9,0x10exp-4).(19)= 171 litros

Se eu estiver certo neste caso, 171 litros de gasolina deixariam de ser entregues ao comprador, caso o combustível fosse descarregado tão logo chegasse ao seu destino.

Já naquele tempo o servidor público supracitado mostrava [ao atentar para detalhes que poderiam passar despercebidos pela maioria] que era um profissional diferenciado de elevada competência, e que lutava [de verdade] pela "camisa" que defendia, neste caso, a da Universidade Federal de Pelotas.
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LONDON TOWN - WINGS

Esta aí é do Wings, uma banda de rock formada [em 1971]: pelo ex-Beatle Paul McCartney; sua esposa, a americana Linda Louise Eastman McCartney; e o guitarrista e cantor Denny Laine.
video
O Wings, rebatizado por Paul [em 1972] como Paul McCartney and Wings, em menos de uma década teve três guitarristas diferentes e quatro bateristas diferentes, e [eu considero que] o LP Back to the Egg, de 1979, foi o último da banda, apesar de outros lançamentos e relançamentos que vieram depois
conforme discografia, abaixo discriminada [que não inclui o trabalho solo de Paul McCartney]:
1.Wild Life (1971)
2.Red Rose Speedway (1973)
3.Band on the Run (1973)
4.Venus and Mars (1975)
5.Wings at the Speed of Sound (1976)
6.Wings Over America (1976)
7.London Town (1978)
8.Wings Greatest (1978)
9.Back to the Egg (1979)
10.Concerts for the People of Kampuchea (1981)
11.Band on the Run: 25th Anniversary Edition (1999)
12.Wingspan - Hits & History Compilation (2001)

Todos os seus nove álbuns [até 1979] tiveram músicas classificadas nas dez primeiras posições das paradas de sucesso no Reino Unido ou nos E.E.U.U., e cinco desses álbuns figuraram no topo das paradas americanas.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

ACONTECEU EM PELOTAS


Foto: Maurício LP Fontana

Torcedores do Grêmio [em Pelotas, RS] se aglomeravam em frente ao Jacques Georges Tower [na Rua Almirante Barroso, 2069], onde a delegação estava hospedada, um pouco antes dos jogadores embarcarem no ônibus que os conduziria ao Estádio da Boca do Lobo [na Praça Júlio de Castilhos, 300], para enfrentar o SC Pelotas, na primeira partida do Gauchão-2010.

Os seguranças do Grêmio isolaram o acesso às proximidades do ônibus com uma corda, formando um corredor que só dava acesso aos atletas, impedindo a massa de torcedores de chegar, ao menos, um pouco mais perto dos seus ídolos do momento.

Indignados, alguns torcedores começaram a reclamar com grunhidos e rugidos de desaprovação com relação ao tratamento recebido.

Os colaboradores desta postagem conseguiram decifrar alguns desses grunhidos e rugidos, acrescidos da resposta definitiva de um funcionário do Grêmio.

Torcedor X: -Eu acho que quem vai sair daí do hotel é a Madonna, p'ra ter tantos Seguranças assim!

Torcedor Y: -Pô, chefia, bota a corda de isolamento mais perto do ônibus porque tá muito longe! Ninguém vai agarrar os jogadores!

Resposta do funcionário do clube: -Vocês são de Pelotas, portanto eu não sei se vocês não vão querer "agarrar" os jogadores!


Os relatores desta postagem não conseguiram espaço para avançar no meio da multidão a tempo de afirmar que eles não são pelotenses, e que portanto [se dependesse deles] não haveria "perigo" nenhum para os atletas.

Não houve tempo para desfazer o mal-entendido.

Colaboração: Bruno Bechuetti; Maurício Fontana.
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

GAÚCHO AUTÊNTICO


Este é o Totó Preto, de raça não definida que [se ainda andar por aí] tem 18 anos. Em 2000 ele morava na Rua Camaquã, 133, Bairro Matias Velho, em Canoas, RS.
Na ocasião desta foto o relato obtido de seus donos é que ele aprendeu a gostar de chimarrão e não podia ver ninguém tomando mate que já começava a latir, e só ficava quieto quando a cuia com água morna [já com a bomba] era posta no chão. Em seguida ele ia lá, conferia o conteúdo e dava uma boa bicada, como um autêntico gaúcho.
.
.
.
Fonte: Almanaque Gaúcho- jornal Zero Hora- 04/02/2000.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

COMANDOS "ALT"

Esta tabela de comandos “Alt” pode ser útil para incrementar uma página no Orkut, uma postagem em blog ou um texto descompromissado.

Alt + 1= ☺
Alt + 2= ☻
Alt + 3= ♥
Alt + 4= ♦
Alt + 5= ♣
Alt + 6= ♠
Alt + 7= •
Alt + 8= ◘
Alt + 9= ○
Alt + 10= ◙
Alt + 11= ♂
Alt + 12= ♀
Alt + 13= ♪
Alt + 14= ♫
Alt + 15= ☼
Alt + 16= ►
Alt + 17= ◄
Alt + 18= ↕
Alt + 19= ‼
Alt + 20= ¶
Alt + 21= §
Alt + 22= ▬
Alt + 23= ý
Alt + 24= ↑
Alt + 25= ↓
Alt + 26= →
Alt + 27= ←
Alt + 28= ∟
Alt + 29= ↔
Alt + 30= ▲
Alt + 31= ▼
Alt + 32=
Alt + 33= !
Alt + 34= "
Alt + 35= #
Alt + 36= $
Alt + 37= %
Alt + 38= &
Alt + 39= '
Alt + 40= (
Alt + 41= )
Alt + 42= *
Alt + 43= +
Alt + 44= ,
Alt + 45= -
Alt + 46= .
Alt + 47= /
Alt + 48= 0
Alt + 49= 1
Alt + 50= 2
Alt + 51= 3
Alt + 52= 4
Alt + 53= 5
Alt + 54= 6
Alt + 55= 7
Alt + 56= 8
Alt + 57= 9
Alt + 113= q
Alt + 114= r
Alt + 115= s
Alt + 116= t
Alt + 117= u
Alt + 118= v
Alt + 119= w
Alt + 120= x
Alt + 121= y
Alt + 122= z
Alt + 123= {
Alt + 124=
Alt + 125= }
Alt + 126= ~
Alt + 127= ⌂
Alt + 128= Ç
Alt + 129= ü
Alt + 130= é
Alt + 131= â
Alt + 132= ä
Alt + 133= à
Alt + 134= å
Alt + 135= ç
Alt + 136= ê
Alt + 137= ë
Alt + 138= è
Alt + 139= ï
Alt + 140= ¥
Alt + 141= ì
Alt + 142= Ä
Alt + 143= Å
Alt + 144= É
Alt + 145= æ
Alt + 146= Æ
Alt + 147= ô
Alt + 148= ö
Alt + 149= ò
Alt + 150= û
Alt + 151= ù
Alt + 152= ÿ
Alt + 153= Ö
Alt + 154= Ü
Alt + 155= ø
Alt + 156= £
Alt + 157= Ø
Alt + 158= ×
Alt + 159= ƒ
Alt + 160= á
Alt + 161= í
Alt + 162= ó
Alt + 163= ú
Alt + 164= ñ
Alt + 165= Ñ
Alt + 166= ª
Alt + 167= º
Alt + 168= ¿
Alt + 169= ®
Alt + 170= ¬
Alt + 171= ½
Alt + 172= ¼
Alt + 173= ¡
Alt + 174= «
Alt + 175= »
Alt + 176= ░
Alt + 177= ▒
Alt + 178= ▓
Alt + 179= │
Alt + 180= ┤
Alt + 181= Á
Alt + 182= Â
Alt + 183= À
Alt + 184= ©
Alt + 185= ╣
Alt + 186= ║
Alt + 187= ╗
Alt + 188= ╝
Alt + 189= ¢
Alt + 190= ¥
Alt + 191= ┐
Alt + 192= └
Alt + 193= ┴
Alt + 194= ┬
Alt + 195= ├
Alt + 196= ─
Alt + 197= ┼
Alt + 198= ã
Alt + 199= Ã
Alt + 200= ╚
Alt + 201= ╔
Alt + 202= ╩
Alt + 203= ╩
Alt + 204= ╠
Alt + 205= ═
Alt + 206= ╬
alt+207= ¤
alt+208= ð
alt+209= Ð
alt+210= Ê
alt+211= Ë
alt+212= È
alt+213= ı
alt+214= Í
alt+215= Î
alt+216= Ï
alt+217= ┘
alt+218=┌
alt+219= █
alt+220= ▄
alt+221= ¦
alt+222= Ì
alt+223= ▀
alt+224= Ó
alt+225= ß
alt+226= Ô
alt+227= Ò
alt+228= õ
alt+229= Õ
alt+230= µ
alt+231= þ
alt+232= Þ
alt+233= Ú
alt+234= Û
alt+235= Ù
alt+236= ý
alt+237= Ý
alt+238= ¯
alt+239= ´
alt+240= **
alt+241= ±
alt+242= ‗
alt+242= ¾
alt+243= ¶
alt+244= §
alt+245= ÷
alt+246= ¸
alt+247= °
alt+248= ¨
alt+249= ¨
alt+250= ·
alt+251= ¹
alt+252= ³
alt+253= ²
alt+254= ■
alt+255=
alt+256=
alt+257= ☺
alt+258= ☻
alt+259= ♥
alt+260= ♦
alt+261= ♣
alt+262= ♠
alt+263= •
alt+264= ◘
alt+265= ○
alt+266= ◙
alt+267= ♂
alt+268= ♀
alt+269= ♪
alt+270= ♫
alt+271= ☼
alt+272= ►
alt+273= ◄
alt+274= ↕
alt+275= ‼
alt+276= ¶
alt+277= §
alt+278= ▬
alt+279= ↨
alt+280= ↑
alt+281= ↓
alt+282= →
alt+283= ←
alt+284= ∟
alt+285= ↔
alt+286= ▲
alt+287= ▼
alt+288=
alt+289= !
alt+290= "
alt+291= #
alt+292= $
alt+293= %
alt+294= &
alt+295= '
alt+296= (
alt+297= )
alt+298= *
alt+299= +
alt+300= ,
...

Alguns comandos todo mundo sabe de cór, mas outros...

E deu para notar que os caracteres vão se repetindo, como por exemplo: Alt + 1= Alt + 257.

Também dá para ir testando aleatoriamente, conforme eu fiz aí, abaixo:
Alt + 0134= †

Alt + 450= ǂ
Alt + 743= ˧
Alt + 1014= ϶
Alt + 59769= 
Alt + 123456= @

domingo, 17 de janeiro de 2010

MONARETA

Esta é uma Monareta, modelo 1968. A Monareta apareceu em 1967 (eu acho), e veio para mudar um pouco a mesmice da Monark, aro 26, que existia nas versões masculina (com uma barra no centro) e feminina (sem a barra central). Dá para afirmar que ela foi criada para agradar, indistintamente, aos meninos e às meninas.
Eu que tinha uma Monark "Medalha de Ouro 68", aro 26, apesar de achar que a Monareta era uma bicicleta muito bonita, considerava-a difícil de manobrar. Quando a experimentei, a primeira impressão que tive foi que o guidón não transmitia segurança nas manobras, talvez por causa da roda dianteira que [assim como a traseira] era muito pequena (aro 20) e leve. Mas conheço muita gente que é fã [de carteirinha] da Monareta.

A bicicleta da foto pertence a Leonardo Vitral Ferreira, de Anápolis, Goiás.
Abaixo, reproduzo o histórico [conhecido] do veículo, descrito pelo seu proprietário.
"Esta Monareta foi comprada em estado lastimável em uma oficina de bicicletas. Analisei o quadro, garfo e cheguei a conclusão que ficaria uma perfeita restauração, feita por mim com ajuda de nosso amigo Zezinho (mecânico) Itamar e Paulo (pintores) e Wendell (lanterneiro). Foi pintada em estufa de uma concessionária de automóveis aqui em Anápolis-GO. Montada em nossa oficina particular no sub-solo do apartamento onde moro."

Mais sobre bicicletas antigas, inclusive esta, aqui.
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

POVO DESENVOLVIDO É POVO LIMPO!

Rua Dr. Cassiano, esquina com Rua Álvaro Chaves- Pelotas, RS.


Observando-se desta forma (acima), até parece que o aviso de proibição foi respeitado. Num raio de uns 15 ou 20 metros, mais ou menos, não há lixo espalhado no local, apenas resquícios.
- Como o povo pelotense é educado! - diria um possível visitante deste blog.

Logo em seguida esse mesmo visitante se depara com a foto abaixo, imaginando que se trata de uma imagem obtida em uma localidade situada num país muito pobre e desgovernado, onde a infraestrutura viária e as leis ambientais simplesmente não existem.
Rua Dr. Cassiano, entre Álvaro Chaves e Av. J.K. de Oliveira- Pelotas, RS.

Aí [umas linhas abaixo], ele descobre a verdade. O terreno é o mesmo da primeira foto, só que uns [40] metros adiante, um pouco mais longe da placa de advertência, e tem muito lixo [orgânico e inorgânico] que, dia a dia, parece que vai aumentando.


Ele, o internauta [visitante deste blog], passa a não entender como isto pode [ou pôde] acontecer, uma vez que o povo pelotense é muito educado e jamais jogaria lixo em local impróprio.

E antes que alguém diga que são as pessoas mais pobres e desassistidas que fazem isto, eu rebato, afirmando que também elas o fazem, mas não só elas. Já vi muita gente [que se auto-denominaria] "de nível" jogando lixo ali, desrespeitando a própria sociedade em que vive.

A educação de um povo, em longo prazo, tem tudo a ver com a educação da criança. Mas isto não depende só da escola; depende muito mais das estruturas familiares que, na minha opinião [no Brasil], são o elo mais fraco dessa corrente que- é evidente- tem outros "elos" a serem considerados.

Mas este assunto é inesgotável e, para quem queria só mostrar estas fotos polêmicas, eu já estou me estendendo demais.
A imagem acima é do Sugismundo, um anti-herói nacional. Ele é associado às campanhas educativas [incentivando a higiene e a limpeza] lançadas pelo Governo Federal no início da década de 1970. No final da mensagem [que durava uns 30 segundos] vinha o complemento na voz do ator e apresentador Roberto Maya: "Povo desenvolvido é povo limpo!"
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

PROJETO ARENA [DO GRÊMIO F.B.P.A.]- PARECER SOBRE O CONJUNTO DO PROJETO.

imagem: internet (imortal sonho)

PROJETO ARENA
Contrato com a OAS
Parecer sobre o conjunto do projeto
De: HELIO DOURADO - GLADIMIR CHIELE OAB/RS 41.290

O presente parecer tem o objetivo de contribuir para o esclarecimento acerca das dúvidas suscitadas em relação ao conjunto do Projeto Arena do Grêmio. De forma resumida, o texto buscará tratar desta matéria complexa com a maior isenção possível, traduzindo cláusulas e previsões dentro de uma visão sistêmica e geral do empreendimento.
O conjunto submetido à análise envolve: a) contrato principal, b) contrato de constituição de direito de superfície, c) contrato de compra e venda, d) projeto técnico e e) plano de negócios.
As partes envolvidas no projeto são: Grêmio, Construtora OAS, Proprietária e Superficiária (empresas constituídas pela OAS) e Grêmio Empreendimentos.
O negócio jurídico firmado entre Grêmio e OAS estabelece no contrato principal a criação pela OAS de uma empresa (Proprietária) cuja finalidade é a compra de uma área (36 ha) no bairro Humaitá. A empresa destaca cerca de 8,5 ha para destinar à construção da Arena. A outra empresa a ser constituída pela OAS chama-se Superficiária e ficará com os direitos sobre a superfície da referida área.

Em seguida, a Proprietária constitui o ‘direito de superfície’ do terreno para a Superficiária, que deverá edificar a Arena e terá todos os direitos de exploração e gestão do estádio por 20 anos. Após a conclusão da Arena e o início da sua exploração, a Proprietária deve receber da Superficiária 120 parcelas de R$ 583.333,00, dentro do período inicial de 10 anos, onde haverá a amortização do financiamento obtido para realização da obra.

Passados os primeiros 10 anos, a Superficiária pagará a Proprietária do terreno mais 120 parcelas mensais de R$ 1.166.000,00. Estes valores devem ser recebidos pelo Grêmio, quando houver a efetiva transmissão da propriedade da Arena pertencente à OAS para o Grêmio. Essa transmissão somente ocorrerá quando houver também a transmissão de toda a área da Azenha, livre e desonerada de qualquer gravame. Desta forma, o Grêmio entrega o seu patrimônio desonerado e recebe o estádio ‘alienado’ por no mínimo, 20 anos. Isso porque a contagem do tempo se dá a partir da conclusão da obra ou da aceitação do estádio pela OAS e pelo Grêmio ou da transferência total da propriedade da Azenha: o que ocorrer por último.
Não há no contrato qualquer previsão sobre a possibilidade da Arena estar pronta para uso e a mesma não poder ser transmitida ao Grêmio, caso não esteja finalizada a desoneração da Azenha. Neste sentido, a Proprietária continua sendo a OAS e os valores mensais poderão ser destinados à própria construtora.
O Grêmio receberá, além da parte fixa (R$ 583.333,00 e 1.166.000,00), um valor variável, pago pela Superficiària com base no seu lucro líquido, apurados duas vezes ao ano. Durante o período de pagamento do financiamento da Arena, a Superficiária pagará 100% do variável ao ano. Após o pagamento, o montante será de 65% do lucro líquido, semestralmente. Importante destacar que o preço variável é resultado de uma fórmula: Lucro Líquido Ajustado = LLA (-) depreciação (-) amortização do financiamento (-) necessidade de capital de giro (-) investimento (-) principal do financiamento. Descontados todos esses valores, talvez não haverá lucro e nada o que distribuir.
Outro dado interessante. Nos primeiros 10 anos a parte variável é de 100% para o Grêmio. Isso porque a Superficiária estará quitando o financiamento, o que reduz o lucro líquido. Nos 10 anos subseqüentes, após a conclusão dos pagamentos, esta parte da amortização continua sendo repassada à OAS, só que dentro dos 35% previstos no contrato. Não haverá perda alguma para OAS e o montante variável do Grêmio poderá ser mantido próximo do zero.

Conforme o projeto técnico, a Arena fica restrita à área do terreno de 8,5 ha, tendo no seu entorno um conjunto habitacional da OAS, um shopping e um edifício garagem, sem qualquer participação do Grêmio. A área total construída da Arena supera os 181.000 m2, mas serão de uso do Grêmio pouco mais de 10%, ou seja, 10.646,50 m2 referentes a 314 vagas de estacionamento, mais 8.513,80 m2, para salas administrativas, vestiários, lojas do Grêmio, memorial, quadro social e uma área de uso diverso, totalizando 19.160,30 m2.
O negócio entabulado é uma troca de patrimônios. O Grêmio entrega a Azenha, livre e desembaraçada, para utilização imediata, e recebe a propriedade da Arena, acompanhada de um contrato que concede para a própria OAS o direito de superfície, portanto, do prédio da Arena, pelos mencionados 20 anos. Segundo previsão contratual, a avaliação da área da Azenha é o valor constante dos registros do IPTU, ou seja, em torno de R$ 60 milhões, muito abaixo do mercado.
Conforme parecer da Comissão de Patrimônio, datado de dezembro de 2008, a área de 36 ha do Humaitá teria uma avaliação de R$ 30 milhões, tendo em vista a valorização natural quando da ciência de que a Arena seria edificada naquele local. Caberia ao terreno da Arena o montante de R$ 7.083.333,00, equivalente a 8,5 ha.

Contudo, a situação se alterou e de forma significativa, no momento em que o Município ampliou os índices construtivos, tanto na Azenha, como no Humaitá. Ambas as áreas tiveram uma valorização adicional até agora não mensurada. Tal valorização beneficia fortemente a OAS, mas inexiste no contrato qualquer previsão sobre a ampliação dos benefícios ao Grêmio.
A exploração da Arena será da Superficiária por 20 anos, comandada pelo Conselho de Administração da empresa, onde o Grêmio terá participação minoritária com dois conselheiros, de um total de cinco. Caberá à OAS, através da Superficiária, o resultado da bilheteria de todos os eventos realizados, a totalidade da renda em jogos dos campeonatos e amistosos, 100% da renda dos jogos em que o Grêmio tiver direito nos estádios dos adversários, a venda do nome do estádio (naming rights), participação na venda de bebidas, 100 % da venda de camarotes (R$ 235.000,00 cada/ano), 100% das cadeiras (4.000,00 cada/ano), 100% da locação para eventos e shows, 100% da locação de espaços para restaurantes, lojas e quiosques e até mesmo 100% do valor cobrado na visitação ao estádio.
O Grêmio não somente poderá, mas tem a obrigação de jogar somente na Arena. Havendo amistoso em qualquer lugar do mundo, a cota pertencente ao Grêmio terá que ser compartilhada em quase sua totalidade com a OAS. Ao Grêmio caberá o direito de exploração comercial da TV, publicidade de campo e patrocínio da equipe nas camisetas.
O associado do Grêmio não terá direito ao acesso gratuito na Arena. Todos os torcedores deverão pagar o seu ingresso, conforme tabela estabelecida pela OAS no Plano Anual. O associado poderá ter desconto ou acesso liberado se o Grêmio ressarcir os valores de cada um dos que entrarem no estádio sem pagar, resultado do incentivo que o clube possui para manter e ampliar o quadro de associados.
Na prática, quanto menor o número de sócios, menos despesas terá o Grêmio, se o clube bancar todos os ingressos dos associados. Atualmente, o cálculo do borderô leva em conta o número de sócios que entram sem pagar qualquer valor. A diferença é que o Grêmio não retira do seu fluxo de caixa qualquer montante relativo ao custo dos sócios. Uma situação é não cobrar, outra diferente é retirar do caixa o valor do ingresso.
A tendência natural é o quadro social reduzir ao longo do tempo, pois o torcedor deverá ser associado da Arena e não do clube. E isso somente através da aquisição de camarotes, a um custo médio por jogo de R$ 346,00 cada lugar, ou de uma cadeira, com valor médio por jogo de R$ 120,00. Haverá uma elitização inevitável dos torcedores, o que poderá reduzir também a própria média de público projetada nos 34 jogos anuais, de 32.000 pagantes.

O Grêmio não terá onde treinar. Não poderá usar a Arena para seus treinos. O contrato determina que o Grêmio deverá manter Centro de Treinamento próprio para tal. O acesso à Arena será estabelecido pelo Conselho de Administração da OAS, no seu Plano Anual. O estádio somente poderá ser utilizado pelo Grêmio fora do plano anual, definido em cima das tabelas dos campeonatos, se NÃO houver prejuízo às atividades programadas pela OAS, se não causar prejuízo ao gramado e desde que possa gerar renda à OAS. Ou seja, se o Grêmio pagar pelo uso ou se houver cobrança de ingressos para assistir o treino.

Os Conselheiros indicados pelo Grêmio, através da Grêmio Empreendimentos, terão direito a veto nas seguintes matérias: alteração do estatuto da OAS, reestruturação da Superficiária ou dissolução, declaração de auto falência, contratos acima de R$ um milhão, exceto obras da construção. Também deverão aprovar o orçamento anual da empresa e o plano anual de uso da Arena. Em caso de impasse, o assunto é resolvido por um tribunal arbitral, em São Paulo.
A OAS não poderá transferir a terceiros o controle da Superficiária sem aprovação unânime do Conselho de Administração. A eventual negativa deve ser ‘justificada’, do contrário, a Superficiária poderá ‘vender’ a gestão da Arena a empresas do ramo, algo que a OAS sabidamente não é, pois a mesma é uma construtora. Se a Superficiária receber alguma proposta de terceiros, deverá notificar o Grêmio, tendo preferência no negócio, nas mesmas condições da proposta externa.
O Grêmio deu em garantia contratual, para a desoneração da Azenha, as suas cotas de televisão, inclusive os direitos futuros. Os valores televisivos deverão ser depositados em conta centralizada num banco de primeira linha. Não cumprido o cronograma de desoneração, a OAS poderá utilizar os recursos da TV, com autorização expressa no contrato para a Superficiária reter tais valores e já efetuar eventuais pagamentos pendentes em nome do Grêmio. Neste caso, ocorre uma gestão invertida da OAS no clube.
O valor a ser retido é a soma atualizada dos débitos e obrigações assumidos pelo Grêmio no Cronograma de Desoneração, divididos pelo número de meses faltantes até 31-12-2011. Após esta data, a retenção será total.
O contrato não prevê cláusulas rescisórias por vontade unilateral do Grêmio. O contrato prevê a solução de eventuais divergências através de um Tribunal de Arbitragem, composto de três árbitros escolhidos de acordo com o Regulamento do Centro de Arbitragem Basil-Canadá, em São Paulo.
O contrato se resolve (extingue) se o Estado não aprovar lei de desoneração no imóvel do Humaitá até 5-03-2010, caso em que a Escola de 2º Grau Colégio Sto Inácio, a Escola de 1º Grau Oswaldo Vergara, escoteiros, um Posto da Brigada e o CTG devem ser transferidos no mesmo prazo. Ou então, existência de impedimentos legais quanto a execução do projeto de construção ou situações que comprometam o retorno econômico-financeiro da OAS.
O contrato se extingue ainda se até 5 de março de 2010 a Superficiária (OAS) não conseguir o financiamento mínimo de 45%, entre o montante de R$ 140 e R$ 170 milhões, com prazo de amortização de 10 anos. O Grêmio deverá indenizar a OAS se a exploração do imóvel da Azenha fique inviabilizada ou atrase por culpa do Grêmio, inclusive em vista de demandas de associados ou torcedores. Cabe indenização pelo Grêmio por qualquer ação judicial investigação, fiscalização ou outro procedimento iniciado por qualquer pessoa ou autoridade em relação a qualquer imóvel da Azenha.
Ainda não foi realizada uma avaliação de mercado da Azenha. Nem do Humaitá. Essa providência deveria ter precedido qualquer tratativa contratual. Não há conhecimento valorativo dos valores que estão sendo transacionados, pelo menos para os interesses do Grêmio. A OAS terá duas grandes áreas, com índices construtivos alterados para maior, para realizar as construções projetadas no seu planejamento.
O Grêmio se desfará do seu patrimônio em troca de um prédio alienado por 20 anos. Também não há como fazer comparações sobre o custo atual de negociação da Azenha com o valor de construção da Arena. O valor referente a Azenha, levará em conta uma situação concreta existente de venda de um patrimônio. A Azenha estará sendo negociada pelo efetivo valor de venda que possui e não pelo eventual valor de construção do que está hoje erguido. Trata-se de uma distinção necessária, pois a Arena, mesmo após a conclusão das obras, não terá o mesmo valor de mercado, para venda imediata como ocorre com a Azenha, pelo preço da construção.
O Grêmio sofre uma brutal descapitalização de seu patrimônio com a implementação do negócio na forma vigente. Há uma permuta de uma área com privilegiada localização, valorizada do ponto de vista imobiliário, por um prédio cuja propriedade não contempla a posse. Eventuais penhoras do Grêmio deverão recair sobre o centro de treinamento e na participação dos direitos federativos dos jogadores..
Enquanto o Grêmio sofre esta diminuição, o co-irmão deverá reformar seu estádio, modernizando um patrimônio de alto valor, bem como já conta com empreendedores interessados em construir dois hotéis e vários outros negócios no entorno do Beira-Rio, com a manutenção e ampliação do referido patrimônio.
É um encargo pesado para o torcedor gremista carregar. Sem estádio, sem patrimônio, sem endereço e com a renda reduzida. Não haverá mais interesse em qualquer gremista ser sócio do clube. Será, se assim entender, sócio da Arena, se adquirir um camarote ou uma cadeira, aos preços elevados constantes do plano de negócios da OAS.
Ou seja, o torcedor apenas será torcedor. Ser sócio não trará vantagem alguma, nem mesmo pelo orgulho de ser associado. O quadro social, assim, irá definhar e as receitas na mesma proporção. Não restará mais um clube, somente um time com um estádio que não lhe pertence, sem receitas para montar uma equipe competitiva.
Tudo isso, e mais outros pontos, precisam ser debatidos com urgência, para evitar problemas futuros. A história deverá cobrar as ações que os gremistas de hoje praticarem.

Porto Alegre, 9 de dezembro de 2009.

HELIO DOURADO

GLADIMIR CHIELE
OAB/RS 41.290


Por e-mail: Nelson C. C. Martins

OBSERVE ATENTAMENTE

Observe atentamente a foto abaixo.


fonte: internet (MOTIKA- Macedônia)

¿Reparou no traseiro exposto da mulher lá atrás?






Se respondeu "Sim", marque uma consulta com o seu oftalmologista porque o traseiro em questão é o ombro da mulher que está com a máquina fotográfica.

Por e-mail: Lucinei Silveira
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

CACHORRO ESPERTO


2009, 25/12. O vira-latas da foto descobriu uma forma de aliviar os efeitos da temperatura elevada. Enfiou-se num tubo de concreto que estava alinhado com a direção do vento e guarnecido [em parte] pela sombra de uma árvore, e ficou ali, tentando resolver o problema da melhor forma que podia.
O local é o Aeroporto Comandante Gustavo Kraemer, em Bagé, RS. A sensação térmica [sob o sol] na tarde quente e úmida era de uns 38 graus.
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BANQUETE

A foto deste banquete aí, registrada por Denise Bechuetti, gerou alguns comentários, como os descritos abaixo.

Maurício Fontana
Um dos banquetes diários de Henrique VIII. Em primeiro plano e ao centro uma coca cola que, em versão teste, matou dezenas de criados do rei. Dizem que, com ela, ele teria matado Catarina de Aragão.

Bruno Bechuetti
É uma difamação o que fazem com a coca! O pessoal não lembra dos tempos de usuário, que usavam a nossa querida coca, usavam até em plena luz do dia, sem a mínima vergonha.
Es una mentira, no es verdad, Catarina está até viva para provar!!!!
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domingo, 10 de janeiro de 2010

O PECADO DA INVEJA

Werner Ximendes Beck

Uma das maiores igrejas do mundo foi a de N. Sra. Auxiliadora, em Bagé. Digo "foi" porque a própria Igreja Católica ficou com uma inveja danada e resolveu fazer umas quantas maiores que ela, tudo porque depois da crucifixação de Jesus um comando militar bageense "auxiliou" na retirada de todos os apóstolos da Terra Santa para evitar que também fossem executados, e com a reformada Arca de Noé navegaram pelo Mediterrâneo até Rio Grande.
foto: Internet [http://auxiliadora1976.blogspot.com/2007_07_01_archive.html (http://www.terragaucha.com.br , Imagens de Bagé)].

Por agradecimento os apóstolos fizeram um mutirão com o povo da cidade e construiram a igreja do "Auxiliadora". Centenas de anos depois um Papa invejoso mandou fazer a Basílica de São Pedro e mandou destruir os livros e as plantas da edificação que demonstravam que o projeto e a execução foram feitos pelos apóstolos e pelo povo de Bagé. Tendo em vista tal sacanagem somente a Basílica de São Pedro é conhecida, mas a de Bagé tá lá, é só entrar e ver. Este link é só para a Basílica.

sábado, 9 de janeiro de 2010

BORIS CASOY [EM OFF]

Esta aí é do Carlos Latuff (Rio de Janeiro, 30/11/1968), um artista gráfico conhecido por suas charges de denúncia contra injustiças sociais e abusos de poder.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

UM CANHÃO DE RESPEITO

German 88. Era por este nome que ingleses e americanos se referiam ao Flak 88 (acrônimo para Flugabwehrkanone 88 mm), que foi desenvolvido a partir de 1928 pela Krupp (atualmente chamada ThyssenKrupp AG), de Essen, Alemanha, empresa de produção de aço, armas, munições e equipamentos similares.
Testado na Guerra Civil Espanhola, em 1936, o Flak 88 foi a arma mais eclética da II Guerra Mundial, sendo utilizado como canhão anti-aéreo e anti-tanque, na artilharia de campo e, com variações, nos submarinos e nos carros de combate alemães.
Em todas as versões, o Flak 88 era capaz de impulsionar seus projéteis de 10,4 Kg [de alto poder explosivo] ou os de 9,2 Kg [agindo como munição perfurante] a uma velocidade inicial de 820 m/s, e possuía um mecanismo de carregamento semi-automático que dava uma resposta de tiro de 15 a 20 projetis por minuto.
Isto bastava para penetrar 200 mm de blindagem a uma distância de mais de 1000 m, o que significava, no mínimo, destruir qualquer carro blindado inimigo, como por exemplo: o Char B1, francês; o Mark II (Matilda), inglês; o Sherman, americano; o T-34 e KW-1, soviéticos.
Na imagem acima [obtida em http://freepages.military.rootsweb.ancestry.com/] uma "muralha" de artilharia [composta somente por Flaks 88], disposta em algum lugar na costa do continente europeu, aguarda [por mar ou ar] um possível ataque dos aliados.

Para saber mais sobre o German 88, siga o link.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

VERANEIO NO RIO GRANDE DO SUL

Não sei quem escreveu este texto aí, mas publico na íntegra, porque faz parte da realidade nua e crua do litoral do RS.

A foto [da praia do Cassino] é de Roberto Luiz Schuch, e foi publicada no jornal Zero Hora, de Porto Alegre, em 05/03/2008.


"VERANEIO NO R. G. DO SUL- para conhecimento nacional e reconhecimento regional.

Está chegando o verão e com ele o veraneio, como chamamos aqui no Sul.

Não sei se vocês, de outros Estados, sabem, mas temos o mais fantástico litoral do País: de Torres ao Chuí, uma linha reta, sem enseadas, baias, morros, reentrâncias ou recortes. Nada!

Apenas uma linha reta, areia de um lado, o mar do outro.

Torres, aliás, é um equívoco geográfico, contrário às nossas raízes farroupilhas e devia estar em Santa Catarina.

Característica nossa, não gostamos de intermediários.

Nosso veraneio consiste em pisar na areia, entrar no mar, sair do mar e pisar na areia.

Nada de vistas deslumbrantes, vegetações verdejantes, montanhas e falésias, prainhas paradisíacas e outras frescuras cultivadas aí para cima.

O mar gaúcho não é verde, não é azul, não é turquesa. É marrom!

Cor de barro iodado, é excelente para a saúde e para a pele! E nossas ondas são constantes, nem pequenas nem gigantes, não servem para pegar jacaré ou furar onda. O solo do nosso mar é escorregadio, irregular, rico em buracos. Quem entra nele tem que se garantir.

Não vou falar em inconvenientes como as estradas engarrafadas, balneários hiper-lotados, supermercados abarrotados, falta de produtos, buzinaços de manhã de tarde e de noite, areia fervendo, crianças berrando, ruas esburacadas, tempestades e pele ardendo, porque protetor solar é coisa de fresco e em praia de gaúcho não tem sombra. Nem nos dias de chuva, quase sempre nos fins-de-semana, provocando o alegre, intermitente, reincidente e recorrente coaxar dos sapos e assustadoras revoadas de mariposas.

Dois ventos predominam, em nosso veraneio: o nordeste – também chamado de nordestão – e o sul, cuja origem é a Antártida.

O nordestão é vento com grife e estilo... estilo vendaval.

Chega levantando areia fina que bate em nosso corpo como milhões de mosquitos a nos pinicar. Quem entra no mar, ao sair rapidamente se transforma no – como chamamos com bom-humor – veranista à milanesa. A propósito, provoca um fenômeno único no universo, fazendo com que o oceano se coloque em posição diagonal à areia: você entra na água bem aqui e quando sai, está a quase um quilômetro para sul. Essa distância é variável, relativa ao tempo que você permanecer dentro da água.

Outra coisa: nosso mar é pra macho!

Água gelada, vai congelando seus pés e termina nos cabelos. Se você prefere sofrer tudo de uma vez, mergulhe e erga-se, sabendo que nos próximos quinze minutos sua respiração voltará ao normal: é o tempo que leva para recuperar-se do choque térmico.

Noventa por cento do nosso veraneio é agraciado pelo nordestão que, entre outras coisas, promove uma atividade esportiva praiana, inusitada e exclusiva do Sul: Caça ao guardassol. Guardassol, você sabe, é o antigo guarda-sol, espécie de guarda-chuva de lona, colorida de amarelo, verde, vermelho, cores de verão, enfim, cujo cabo tem uma ponta que você enterra na areia e depois senta embaixo, em pequenas cadeiras de alumínio que não agüentam seu peso e se enterram na areia.

Chega o nordestão e... lá se vai o guardassol, voando alegremente pela orla e você correndo atrás. Ganha quem consegue pegá-lo antes de ele se cravar na perna de alguém ou desmanchar o castelo de areia que, há três horas, você está construindo com seu filho de cinco anos.

O vento sul, por sua vez, é menos espalhafatoso. Se você for para a praia de sobretudo, cachecol e meias de lã, mal perceberá que ele está soprando. É o vento ideal para se comprar milho verde e deixar a água fervente escorrer em suas mãos, para aquecê-las.

Raramente, mas acontece, somos brindados com o vento leste, aquele que vem diretamente do mar para a terra. Aqui no Sul, chamamos o vento leste de ‘vento cultural’, porque quando ele sopra, apreendemos cientificamente como se sentem os camarões cozinhados ao bafo.


E, em todos os veraneios, acontece aquele dia perfeito: nenhum vento, mar tranquilo e transparente, o comentário geral é: “foi um dia de Santa Catarina, de Maceió, de Salvador” e outras bichices. Esse dia perfeito quase sempre acontece no meio da semana, quando quase ninguém está lá para aproveitar. Mas fala-se dele pelo resto do veraneio, pelo resto do ano, até o próximo verão.

Morram de inveja, esta é outra das coisas de gaúcho!

Atenta a essas questões, nossa indústria da construção civil, conhecida mundialmente por suas soluções criativas e inéditas, inventou um sistema maravilhoso que nos permite veranear no litoral a uma distância não inferior a quinhentos metros da areia e, na maioria dos casos, jamais ver o mar: os famosos condomínios fechados.

A coisa funciona assim: a construtora adquire uma imensa área de terra (areia), em geral a preço barato porque fica longe do mar, cerca tudo com um muro e, mal começa a primavera, gasta milhares de reais em anúncios na mídia, comunicando que, finalmente agora você tem ao seu dispor o melhor estilo de veranear na praia: longe dela. Oferece terrenos de ponta a ponta, quanto mais longe da praia, mais caro é o terreno. Você vai lá e compra um.

Enquanto isso a construtora urbaniza o lugar: faz ruas, obras de saneamento, hidráulica, elétrica, salão de festas comunitário, piscina comunitária com águas térmicas, jardins e até lagos e lagoas artificiais onde coloca peixes para você pescar. Sem falar no ginásio de esportes, quadras de tênis, futebol, futebol-sete, se o lago for grande, uma lancha e um professor para você esquiar na água e todos os demais confortos de um condomínio fechado de Porto Alegre, além de um sistema de segurança quase, repito, quase invulnerável.

Feliz proprietário de um terreno, você agora tem que construir sua casa, obedecendo é claro ao plano-diretor do condomínio que abrange desde a altura do imóvel até o seu estilo.

O que fazemos nós, gaúchos, diante dessa fabulosa novidade? Aderimos, é claro.

Construímos as nossas casas que, de modo algum, podem ser inferiores às dos vizinhos, colocamos piscinas térmicas nos nossos terrenos para não precisar usar a comunitária, mobiliamos e equipamos a casa com o que tem de melhor, sobretudo na questão da tecnologia: internet, TV à cabo, plasma ou LCD, linhas telefônicas, enfim, veraneamos no litoral como se não tivéssemos saído da nossa casa na cidade.

Nossos veraneios costumam começar aí pela metade de janeiro e terminar ali pela metade de fevereiro, depende de quando cai o Carnaval. Somos um povo trabalhador, não costumamos ficar parados nas nossas praias.

Vamos para lá nas sextas-feiras de tarde e voltamos de lá nos domingos à noite. Quase todos na mesma hora, ida e volta.

É assim que, na sexta-feira, pelas quatro ou cinco da tarde, entramos no engarrafamento. Chegamos ao nosso condomínio lá pelas nove ou dez da noite. Usufruímos nosso novo estilo de veranear no sábado – manhã, tarde e noite – e no domingo, quando fechamos a casa.

Adoramos o trabalhão que dá para abrir, arrumar e prover a casa na sexta de noite, e o mesmo trabalhão que dá no domingo de noite.

E nem vou contar quando, ao chegarmos, a geladeira estragou, o sistema elétrico pifou ou a empregada contratada para o fim-de-semana não veio.

Temos, aqui no Sul, uma expressão regional que vou revelar ao resto do mundo:

Graças a Deus que terminou esta bosta de veraneio!"

Autor: desconhecido. Mas gostaria que ele se apresentasse para que eu pudesse registrar aqui os devidos créditos.
Colaboração: Denise B. F. Bechuetti.