quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

MAIS UMA MESA VIRADA

Fui olhar a tabela da 1ª divisão do campeonato catarinense de futebol/2011 e...
... não achei o Hermann Aichinger, mais conhecido como Atlético de Ibirama. Imaginei que o clube tinha sido rebaixado e fui consultar a classificação geral do campeonato de 2010. Ué!... 5º lugar! Abaixo dele ficaram outros cinco clubes, e os dois últimos, ou seja, os que ficaram em 9º (Chapecoense) e 10º (Juventus), foram rebaixados.
Então descobri que o Atlético de Ibirama entrou com um pedido de licença junto à F.C.F. , ainda em 2010, e não vai participar do campeonato/2011. Uma vaga ficou à deriva. Então a Federação Catarinense de Futebol resolveu resgatar [das cinzas] a Chapecoense, o que gerou protestos como este aí do blogueiro Rodrigo Braga (Clic RBS/Santa Catarina), com direito à foto da mesa virada.
"Já quero começar dizendo que é a última vez que pretendo falar do tema, os motivos ficarão claros ao longo do post.
Semana passada, a corte máxima da Justiça Desportiva brasileira deu uma de Poncio Pilatos e lavou as mãos no caso da virada de mesa no Campeonato Catarinense. Anunciou não julgar-se competente para opinar sobre o tema, deixando caminho livre para a decisão da Federação Catarinense de resgatar a Chapecoense da Segundona, na vaga do Atlético de Ibirama, o desistente conveniente. Não concordo, mas democraticamente respeito decisões tomadas por quem deve tomá-las. Portanto, pra mim é fim da linha, assunto morto e enterrado.
Mas, pra encerrar, deixarei aqui uma espécie de desabafo:
Há muitos culpados para que a virada de mesa tenha ocorrido e vá envergonhar o futebol catarinense, justamente em um momento brilhante dos nossos clubes dentro de campo. Vamos a eles, os culpados:
A Federação – É a maior culpada, claro. Frouxa, omissa, capaz de fazer um regulamento com uma brecha escandalosa, prato cheio para qualquer advogadozinho recém-saído das cadeiras da universidade. É tanta incompetência que dá até pra desconfiar de algo mais. Neste ano não fez só esta lambança, fez muito mais. Permitir uma virada de mesa embaixo do seu nariz foi apenas a maior delas.
A imprensa - Tem culpa também. Achou bonito tudo que aconteceu, como se nada fosse. Nós todos apenas demos uma reclamadinha protocolar e nada mais. Ou seja, deixamos a coisa esfriar e permitimos que o STJD (logo ele, de passado tão límpido) tomasse a decisão mais conveniente para ele: não tomar decisão nenhuma. Fomos bananas, precisamos reconhecer.
A Chapecoense - Parte da torcida do Verdão, de maneira até compreensível cega pela paixão clubística, me acusa de perseguir a instituição. É no mínimo superestimar este humilde blogueiro do interior. Mas a verdade é que não dá para absolver o clube no caso. Não pediu para virarem a mesa, não foi o causador da lambança. Mas tem culpa no cartório também. Não consigo aceitar argumentos do tipo: “a Chapecoense está apenas buscando seus direitos”. Que direito, cara-pálida? O time foi rebaixado dentro de campo, não houve nenhum fato excepcional que tivesse provocado a queda para a Segundona que não a ruindade do time no Catarinense. Portanto, o único direito legítimo (no caso um dever) era disputar a Divisão Especial em 2011 bem quietinha e subir honrosamente dentro de campo. Qualquer coisa que não isso é oportunismo barato, sim senhor. Ah, e pela milionésima vez, deixo claro que nada tenho contra a Chapecoense, contra Chapecó, contra as pessoas do Oeste, etc… Fosse qual fosse o clube envolvido no episódio, receberia aqui as mesmas críticas. Quem não quiser acreditar, paciência.
Bom, mas tudo isso é apenas opinião, não vai mudar nada. Quem comemorou a decisão do Tapetão pode seguir comemorando (lembram do estouro de champagne dos cartolas do Fluminense em 1996?). A verdade é que ninguém ganha com esta decisão. O futebol catarinense ficará manchado (já está) por este vexame, e a Chapecoense, queira ou não, estará voltando pela porta dos fundos. O time terá esta mancha no currículo eternamente, e os torcedores serão achincalhados pelos rivais a cada jogo pelos próximos 50 anos, no mínimo. E nada poderão argumentar.
Pra encerrar, deixo aqui aquela que sempre foi minha sugestão para tentar tornar menos vexatório este episódio. Já que não há o que fazer (o campeonato de 2011 não pode ter 9 times e promover um terceiro da Segundona atual seria tão errado quanto), que a Federação decidisse então por uma espécie de repescagem, tão comum nos campeonatos europeus, entre o terceiro colocado da Divisão Especial e a Chapecoense. Dois jogos no final do ano, com decisão em Chapecó. Quem vencesse, disputaria o Catarinense 2011.
Também não é brilhante, eu sei, mas ao menos a decisão seria dentro de campo, e não nos podres tribunais desportivos. Tenho certeza que muitos torcedores do Verdão do Oeste concordam com esta opção (alguns até já a apoiaram aqui no blog). Seria perfeito se a direção da Chapecoense propusesse esta “terceira via” à Federação, como demonstração de que não concorda com a volta via tribunais e decisões apoiadas em falhas de regulamento.
Porém, não sou tão ingênuo assim e sei que não vai acontecer. A não ser que a própria torcida (a parcela que não concorda com a virada de mesa), faça o pedido aos cartolas. Seria possível ou eu de fato vivo num mudo imaginário?"

SE ESTA MODA PEGA...

Caos [Do gr. cháos, atr. do lat. chaos.] S. m. 1. Hist. Filos.. Nas mitologias e cosmogonias pré-filosóficas, vazio, obscuro e ilimitado que precede e propicia ageração do mundo; abismo: "Assim, o deus poderoso, ardente de vida, faz surgir do caos o homem, a mulher, os astros" (Graça Aranha, A Estética da Vida, pp. 51-52). 2. Grande confusão ou desordem.

2010, 26 de dezembro. Um homem, dirigindo um Santana, atravessa uma passarela de pedestres, na BR-101, para fazer o retorno no sentido Torres/Osório.

Foto: Ronaldo Bernardi

Justificativa para tal procedimento havia, mas...
Se esta moda pega, instaura-se [por completo] o caos nas BRs e estradas regionais por aí.

No link, abaixo, o relato completo.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

ELAS, ELE E EU - NATAL/2010

Três em um + um hatpeg do século XX.

Quem vê, pensa que nós estamos aproveitando uma refrescante brisa ao abrigo das laranjeiras. Na verdade, mesmo sob as árvores, a temperatura era senegalesca, digna do mais tradicional verão bajeense.
Aqui o cenário é mais branco que o branco mais branco.

Meu amigo Juninho fareja algo. ¿Será que é chulé?
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

UM EPISÓDIO DA ETERNA "PELEIA" BÍBLICA

Colaboração: Werner Beck

O árabe vai à loja do judeu para comprar sutiãs pretos.
O judeu, pressentindo bons negócios, diz que são raros e poucos, e vende por 40 euros cada um.
O árabe compra 6, e volta alguns dias depois querendo mais duas dúzias.
O judeu diz que as peças vão ficando cada vez mais raras e vende por 50 euros a unidade.
Um mês mais tarde, o árabe compra o que resta de sutiãs por 75 euros cada.
O judeu, encucado, lhe pergunta o que faz com tantos sutiãs pretos.
Diz o árabe:
- "Corto o sutiã em dois, faço dois chapeuzinhos, e vendo para os judeus por 100 euros cada".

ENTREVISTA COM RENATO PORTALUPPI, TÉCNICO DO GRÊMIO

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

OS OSSOS DO BARÃO- TEMA DE ABERTURA

Apresentada no horário das 22 horas, "Os Ossos do Barão" foi uma telenovela com 150 capítulos, produzida pela Rede Globo, que esteve no ar de outubro de 1973 até o final do mês de março do ano seguinte.
O tema de abertura, de mesmo nome e com uma letra que ainda tem tudo a ver com os dias de hoje, é uma composição de Marcos valle e Paulo Sérgio valle. A interpretação é de Marcos Valle.

Ora, não me mande embora
Que cheguei em boa hora
Eh, Eh, eu quero te comprar
Quanto vale tua vida?
Quanto vale teu sorriso?
Eh, Eh, eu quero te comprar
Se você quiser agora
Faço um cheque sem demora
Eh, Eh, eu quero te comprar
Você vive do passado
Você vive hipotecado
Eh, Eh, eu quero te comprar
Sei que tu tem nome
Que vale uma nota o teu sobrenome
Sei que tu tá duro
Que deves uma nota, correção e juros
Eu não tenho nome
Não tenho tradição, não tenho sobrenome
Mas tenho dinheiro
Dinheiro compra tudo, compra o mundo inteiro
"Nego", para ser o bom
Tá vendendo até o osso
Eh, Eh, eu vou virar barão
"Nego", para ser o bom
Tá vendendo até o osso
Eh, Eh, eu vou virar barão...

Os Ossos do Barão
Intérprete: Marcos Valle
Composição: Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

INTERNACIONAL, CAMPEÃO BRASILEIRO/1975

Este é o compacto do jogo que consagrou um grande time. O Internacional nessa época aí era muito forte, e no jogo final enfrentou o Cruzeiro, que também tinha uma equipe poderosa.
Para chegar à decisão o Inter venceu o Fluminense por 2 a 0, no Rio, enquanto o Cruzeiro derrotou o Santa Cruz, no Recife, por 3 a 2.

SC Internacional: Manga; Valdir, Figueroa, Hermínio e Chico Fraga; Caçapava, Falcão e Paulo César; Valdomiro (Jair), Flávio e Lula. Técnico: Rubens Minelli.
Cruzeiro EC: Raul; Nelinho, Morais, Darci Menezes e Isidoro; Piazza, Zé Carlos e Eduardo; Roberto Batata (Eli Mendes), Palhinha e Joãozinho. Técnico: Zezé Moreira.

As imagens são da RBS/Globo e a narração é de Celestino Valenzuela.

A CONTA BANCÁRIA

Esta aqui fica como mensagem de Natal e Ano Novo para todos os amigos e visitantes deste blog.
Colaboração: Valacir Marques Gonçalves
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Muito obrigado, amigo Valacir!



NÃO JULGUE APRESSADAMENTE- parte II

Este é mais uma episódio da série "Não Julgue Apressadamente".
LEVANDO A FILHA PARA O SHOPPING

FIAT 147- O PEQUENO NOTÁVEL

1976, 09 de julho. Nesse dia foi inaugurada a FIAT Automóveis S.A., em Betim, MG, cujo objetivo inicial era fabricar o FIAT 147, derivado do modelo italiano 127, lançado em 1971. Giovanni Agnelli, principal executivo das empresas FIAT, e o então presidente do Brasil, Ernesto Geisel, estavam lá para conferir.

Até se firmar no mercado por força da sua boa economia em combustível, condição necessária em face à crise do petróleo que o mundo atravessava, o FIAT 147 foi discriminado por ser pequeno e por sua aparente fragilidade. Mas o problema real do modelo residia na sua mecânica, onde apresentava uma certa dificuldade para o engate da primeira marcha, e algo ainda mais grave que era a baixa durabilidade da correia dentada, que ao se romper chegava a danificar válvulas, exigindo retífica do cabeçote.
Ouvi dizer que este último bug nunca foi sanado por completo, atormentando até hoje proprietários de Uno e Palio.

Para os consumidores brasileiros, de um modo geral, as qualidades do FIAT 147 superavam, em larga vantagem os defeitos apresentados, e as vendas começaram a aumentar entre o final da década de 70 e começo dos anos 80, superando o Fusca, o carro mais popular do Brasil.

No video a seguir, Flávio "Indiana" Gomes (ESPN/Limite), presta uma homenagem ao pequeno notável, o FIAT 147.
ESPN/Limite/Flávio Gomes

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

UM DESLUMBRANTE RAIO DE LUZ

Taiwan - Arquipélago formado por uma grande ilha e 77 outras menores, situado no Mar da China, no sudeste da Ásia. O país é incluído entre os Tigres Asiáticos devido ao seu grande desenvolvimento econômico. Seu relevo é montanhoso e o Pico Yu Shan atinge 3.997 metros de altitude. Refúgio dos líderes do Partido Nacionalista Chinês depois de sua derrota para os comunistas, em 1949, Formosa (Taiwan) ainda é considerada, pelo governo chinês, como uma província da China.

Como um deslumbrante raio de luz. Assim repercutiu, na China, a vitória da revolução russa de 1917. Quatro anos mais tarde, em 1921, o Partido Comunista Chinês foi criado na cidade portuária de Xangai, e passou a trabalhar em conjunto com o já estabelecido Partido Nacionalista, o chamado Kuomintang, que se espelhava no Partido Comunista Russo e tinha um exército próprio.

Em 1927 essa aliança foi rompida quando Chiang Kai-Shek (31/10/1887 - 05/04/1975), novo líder do Kuomintang, obteve o apoio financeiro de alguns cidadãos ricos de Xangai, concordando em expulsar da cidade os comunistas mais destacados e os líderes dos sindicatos de operários. Então generalizou-se um conflito armado entre os partidos chineses. Enquanto Chiang Kai-Chek fazia uma varredura no norte da China, os comunistas fugiram para as áreas rurais, utilizando táticas de guerrilha para neutralizar as forças nacionalistas, cujo efetivo numérico era muito superior. Em três anos, os nacionalistas conseguiram destruir as forças comunistas e suas bases enclausuradas nas montanhas. Os comunistas, liderados por Mao Tse-Tung (26/12/1893 - 09/09/1976), um ex-ajudante da biblioteca da Universidade de Pequim, tinham, até então, o controle de seis territórios independentes ao longo do Rio Yang-Tsé. Estes, em busca da reorganização das suas forças, empreenderam [a duras penas] a chamada Grande Marcha (1934-1935), retirando-se para o noroeste da China. Mao Tse-Tung passou a ser um homem cuja cabeça estava a prêmio.

A invasão japonesa, em 1937, uniu novamente nacionalistas e comunistas em torno de um objetivo comum. Expulsar os japoneses da China era a prioridade número um. A população civil esperava que o exército nacionalista desse conta das forças invasoras, mas não foi isso o que ocorreu. Os oficiais do exército nacionalista não tinham a habilidade necessária para liderar seus soldados na guerra contra os japoneses. Assim, o governo nacionalista bateu em retirada para o oeste, enquanto os japoneses passaram a controlar toda metade leste da China.
Enquanto isto o comunismo invadia as idéias dos desesperançados chineses com mensagens como esta, proclamada por Mao Tse-Tung: “Pode-se avistar uma nova China surgindo no horizonte”.

Ao fim da Segunda Guerra Mundial, com a retirada japonesa, nacionalistas e comunistas voltaram a se enfrentar, com vantagem inicial para os nacionalistas. Porém, aos poucos, a turma de Mao Tse-Tung foi recuperando o terreno perdido e, logo em seguida, o Kuomitang começou a fraquejar diante das bem sucedidas manobras militares dos comunistas. No final de1947 os comunistas contra-atacaram, conquistando a Manchúria em novembro de 1948. Nessa oportunidade os nacionalistas perderam meio milhão de homens, muitos dos quais desertaram para o lado comunista. Na sequência, caiu Xandong, na China Central. Pequim foi conquistada em janeiro, e em abril caíram Nanjing e Xangai.

Em 1º de outubro de 1949 foi proclamada a República Popular da China, e Mao Tse-Tung estabeleceu-se no poder em Pequim, cidade onde trinta anos antes havia sido apenas um guardador de livros, enquanto em dezembro do mesmo ano seu inimigo mortal, Ching Kai-Shek fugiu de Chongqing para a ilha de Formosa (Taiwan), onde estabeleceu um Estado próprio, a República da China.

Fontes de consulta: Almanaque Abril; Blainey, G. UMA BREVE HISTÓRIA DO SÉCULO XX. 2005.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

ROSTOS DA GUERRA

Segunda Guerra Mundial. Aqui todos compartilhavam os mesmos sentimentos de dúvida, esgotamento [físico e mental], esperança, medo, tristeza e até uma euforia nervosa, onde não havia inimigos, não havia vencedores e nem vencidos.

Música: After The Drop- Michael Giaccino.
Fonte: YouTube/Serzhant

RENATA FAN CHORA, AO VIVO.

Chorando pela derrota do seu SC Internacional, Renata Fan, miss do futebol [da Band e] do Brasil, mostrou-se mais bonita do que nunca, consagrando-se [ainda mais] nesta cena.
Por esta [e outras] ela é a minha musa do mês de dezembro.

ESCAPANDO POR UM TRIZ II

E teriam dito os envolvidos: "Se sangue fede, estou ferido!"

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

¿POR QUE CORÍNTHIANS, PORTUGUESA, SANTOS E SÃO PAULO NÃO PARTICIPARAM DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE 1979?


Descobri, por acaso, numa tabela de estatísticas da revista Placar, que o SC Corínthians Paulista não participou do Campeonato Brasileiro de 1979. O espaço, onde deveria estar a classificação do clube naquele ano, estava em branco.
Diante de tantas equipes - eram 94 clubes disputando o mesmo troféu - nem reparei que além do Corínthians, também Portuguesa, Santos e São Paulo não estavam presentes.
A explicação para o fato foi relatada, em 2008, pelo internauta Bob Fire, então com 15 anos de idade:
"O campeonato de 1979 foi uma bagunça. O Brasil ainda vivia a ditadura (cusp!) militar (cusp!) e General não entende nada de bola. Acostumados com as peladas jogadas nos quartéis, os milicos forçaram a barra e o campeonato acabou tendo 94 times (!) em uma única divisão.
O campeonato foi 'organizado' pela extinta CBD (Confederação Brasileira de Desportos) e a idéia era fazer ainda um torneio Rio – São Paulo, assim, os times desses estados entrariam somente na segunda fase do Brasileirão.
Acontece que os times de São Paulo (São Paulo, Santos, Corinthians e Portuguesa) queriam entrar somente na terceira fase do campeonato. Bom, resumindo, não houve o tal torneio Rio – São Paulo e estes quatro times acabaram não participando do Brasileirão em 1979, vencido pelo Internacional."

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

DIRIGINDO NO GELO

Curling - esporte olímpico coletivo praticado em uma pista de gelo cujo objetivo é lançar pedras de granito o mais próximo possível de um alvo, utilizando para isso a ajuda de varredores. O nome do esporte origina-se do verbo em inglês "to curl", que significa "girar", e se deve ao fato de as pedras serem levemente giradas no ato do lançamento, descrevendo uma parábola em sua trajetória.


2007, 16 de janeiro. As ruas viraram uma pista de Curling, onde as pedras de granito polido - elementos utilizados no jogo - foram representadas pelos automóveis.
Com visão privilegiada do cenário coberto de gelo, uma câmera "esperta" ficou à espreita e registrou uma seqüência de colisões involuntárias, porém inevitáveis, em Portland, Oregon/USA.

domingo, 5 de dezembro de 2010

O PULSO - TITÃS

YouTube/izaalcaide

APENAS MAIS UMA DE AMOR- LULU SANTOS

YouTube/oronet22

PERIGOSA JORNADA

Ramadã - Feriado não fixo que se movimenta a cada ano e se localiza no nono mês do calendário muçulmano. Acredita-se que no mês do Ramadã o Alcorão sagrado foi enviado do céu como uma orientação aos homens e como um meio de sua salvação. É durante esse mês que os muçulmanos jejuam. O período é chamado de Jejum do Ramadã e dura um mês inteiro. Durante o Ramadã os muçulmanos concentram-se na sua fé e gastam menos tempo nas suas preocupações quotidianas. É um tempo de adoração e contemplação.
Foto: Amy Helene Johansson

2010. Uma mulher viaja entre vagões de um trem que vai para o norte de Daca, capital de Bangladesh. Sua bagagem está sob o carro, à sua frente. Este flagrante foi obtido no mês do Ramadã, no qual dezenas de milhares de pessoas saem da cidade e voltam às suas aldeias de origem para comemorar e tirar férias com suas famílias. Os trens estão superlotados, e muitos daqueles que não compraram passagens ou não puderam comprá-las, vão no teto ou entre os carros, como esta jovem.

Fonte: National Geographic


Clique na foto para ampliar.

BASTIDORES DE UM DESFILE DE MODA

Emanuel Ungaro (Aix-en-Provence, 1933) - Estilista francês de família italiana, atualmente aposentado. Ele deve a sua formação a um mestre, Cristobal Balenciaga, junto a quem, como costureiro, diz haver aprendido tudo, entre 1958 e 1965. Em 1995, comemorou um quarto de século de costura. Ele se lembra: "Hoje todo mundo quer ser artista... Eu, depois que as operárias iam embora, varria o local, com vergonha de que soubessem que era eu mesmo quem fazia a limpeza...".
Fonte: Wikipédia

1988. Bastidores de um desfile de Emanuel Ungaro, em Paris, França.
Foto: William Albert Allard, para a National Geographic

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

O PORTUGUÊS: DE PORTUGAL; E DO BRASIL.

A língua portuguesa do Brasil tem muitas variações em relação à escrita [e falada] em Portugal. Dá até para dizer que aqui, diante da existência de uma infinidade de palavras de origem indígena, e das que vieram de outros países europeus, asiáticos e do continente africano, não se fala mais o Português, mas sim o Brasileiro.
A partir de 2009 os países de língua portuguesa, por decreto, resolveram unificar a escrita do Português. Não deu certo, está visto. No Brasil, por exemplo, houve um monte de alterações. A gente tentou acompanhar as mudanças, mas não deu para assimilar tudo. Enquanto isto, lá em Portugal..., tudo como d'antes no quartel de Abrantes!
A reforma valeu só para nós, trouxas brasileiros que, na medida do possível, tentamos seguir a cartilha que nos foi imposta. Os lusos continuam escrevendo do mesmo jeito. Um exemplo: a palavra "atualmente", lá ainda é "actualmente", com direito àquele sotaque em que eles "comem" as vogais e só pronunciam as consoantes. O hábito de "engolir" as vogais certamente foi adquirido há mais de 600 anos, numa tentativa ridícula de transformar [em vão] a pronúncia da língua portuguesa em uma coisa parecida com a da língua inglesa, configurando um ato de puxa-saquismo histórico em função da aliança diplomática luso-britânica de 1373. Se não foi vontade expressa de bajular os ingleses, então foi por vaidade. Pronunciar as palavras daquele jeito, dava um certo status britânico. E assim os tais trejeitos lingüísticos - lasquei um trema no "u", em "linguísticos" - viraram moda e, depois, hábito. Dependendo da velocidade com que eles juntam uma palavra com outra, em cada frase, não dá para entender quase nada. Eu quase preferiria que eles falassem Inglês. Talvez fosse mais fácil entendê-los.

Para ninguém pensar que este post é uma afronta à gente de Portugal, cá, como lá, a língua portuguesa, se não sofre grandes alterações na sua pronúncia, apresenta grandes aberrações , que de tão graves mereceram [aqui] referência com o acompanhamento de uma redundância. Isto me traz à lembrança uma expressão muito utilizada nos setores esportivos, tanto no rádio quanto na televisão, como no exemplo: "O Goiás vai disputar a grande final contra o Independiente, da Argentina!", ou então: "O Santos é o grande campeão da Copa do Brasil!". Ora, ser campeão já é ser grande! A final de um certame já é uma coisa grandiosa! Não precisa dizer "grande campeão", nem "grande final", basta dizer "final" ou "campeão", só isto, sem adjetivos redundantes.
Mas voltando às tais aberrações, aqui [no Brasil] a coisa é pior do que em Portugal. O pecado mortal reside na escrita, e eu nem preciso me estender mais, até porque, como já disse [e cansou de repetir] o professor Getúlio Moraes, lá de Bagé, RS, "Uma imagem vale mais do que mil palavras!", em alusão ao provérbio de origem chinesa.
As fotos vieram por courriel. O colaborador é o meu amigo Rodrigo Leitzke Granada, que está de aniversário neste dia 4 de dezembro. Parabéns, Rodrigo!
Através delas - das fotos, eu quero dizer - dá para se ter uma idéia do "poder de fogo" dos assassinos da língua portuguesa aqui no Brasil. E isto tudo não quer dizer que eu também não cometa meus erros crassos, mesmo que tente escrever tudo certinho. É com se diz a uma visita quando esta se depara com a nossa casa toda desarrumada: "Não repare a bagunça!".


quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

JAYNE MANSFIELD

Ela foi a primeira atriz a aparecer nua em um filme (Promises! Promises!) produzido em Hollywood, lá em 1963.
Jayne Mansfield (Bryn Mawr/Pennsylvania, 19/04/1933 – U.S. Route 90, Slidell/Louisiana, 29/06/1967) estava no auge da sua forma quando posou para a Playboy de fevereiro de 1955.
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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

TALISMÃ

O maior problema para o Cruzeiro é que Mick Jagger, o "talismã" de todas as torcidas, não vai poder estar em dois lugares ao mesmo tempo, ou seja, no Rio e em Goiânia. Se isto fosse possível, era só vencer o [time reserva do] Palmeiras no domingo [05/12/2010] para garantir a volta olímpica na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, com a taça na mão.