quinta-feira, 31 de março de 2011

MUSA DO GAUCHÃO/2011

2011, 31 de março. Ganhou a musa do Internacional ...
... de Santa Maria
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Jamille Farias (18 anos; 2º grau completo; 1,69 m; 53Kg; m/36) salvou a "lavoura" do colorado do centro do Estado, que está a um passo de despencar para a segunda divisão. Daiane Lima (19 anos), do Canoas, é a 1ª Princesa; e Fernanda Moreira Monllor (22 anos), do Grêmio FBPA, a 2ª Princesa.
O evento foi realizado no Monet Plaza Shopping, em Santa Maria, RS, ou seja, Jamille estava em casa, e quem joga em casa é sempre favorito.

Foto Jean Pimentel

NEM TUDO O QUE É JAPONÊS, É "JAPONÊS"

Lá atrás, no século XX, muito ouvi o termo "é tudo japonês!" para designar a qualidade duvidosa [ou desastrosa] de alguns times de futebol ou de uma safra de atletas com desempenho um pouco acima do sofrível.
É bom tomarmos cuidado, daqui para frente, quando ouvirmos falar que o sujeito é "japonês", em se tratando de futebol, pois a gente pode ter uma surpresa. Reparem a performance do guri - que é japonês - resumida neste filme de 4 minutos e meio.

USO CORRETO DO COMPUTADOR EM CASA

Colaboração Lu Costa

quarta-feira, 30 de março de 2011

O COMERCIAL QUE "ENLOUQUECEU" A COCA-COLA

Se fosse em um debate político, a Coca-Cola teria direito a uma réplica.
E a Pepsi, viria com a tréplica?

Colaboração Lu Costa
video

JURO QUE ESTOU TENTANDO...

... ler todas as tuas crônicas porque as considero importantes, interessantes e muito bem redigidas.

Como cheguei ao "Blog do Vala" com uns 6 (seis) anos de atraso, vai demorar um pouco até eu conseguir dar conta de tudo o que está lá arquivado. Mas tenho certeza que vai valer a pena, e asseguro que ler os conteúdos dos teus posts, com tempo para refletir e assimilar cada tema, vão me garantir um diploma de pós-graduação na Escola da Vida, com direito também à licenciatura plena em Língua Portuguesa, Direito, Filosofia e Psicologia.

Um forte abraço.

De Sérgio Moacir Pereira Fontana
Para Valacir Marques Gonçalves

A ÚLTIMA VIAGEM DO HINDENBURG

1937, 6 de maio. O dirigível Hindenburg, construído na Alemanha entre 1931 e 1936, realiza sua última viagem.

Este filme foi colorizado posteriormente.
video
Para saber mais, siga o link.

terça-feira, 29 de março de 2011

A "ENIGMA" DO WALDEMAR

Enigma. Máquina eletromecânica de criptografia com rotores, utilizada tanto para criptografar como para descriptografar mensagens secretas, usada em várias formas na Europa, a partir da década de 1920. A sua fama vem de ter sido adaptada pela maior parte das forças militares alemãs a partir de cerca de 1930. A facilidade de uso e a suposta indecifrabilidade do código foram as principais razões para a sua popularidade. O código foi, no entanto, decifrado, e a informação contida nas mensagens que ele não protegeu é tida como grande responsável pelo fim da II Guerra Mundial pelo menos um ano antes do que se poderia prever. Wikipédia.


Frederico era estudante do 8º ano no colégio dos padres em Rio Grande, RS. Tinha só 14 anos, mas já pensava em trabalhar para ajudar o pai a sustentar seus próprios estudos, aliviando desta forma o orçamento da família, enquanto "dona" Aracy, a mãe, cuidava dos dois irmãos menores e dos afazeres domésticos, como era costume na época. Ela, mesmo que quisesse, não teria tempo e, certamente, nem a permissão do marido para contribuir com trabalho remunerado fora de casa. "Seu" Agenor, o marido, costumava levar o filho mais velho aos sábados pela manhã para a repartição, onde o rapaz praticava a telegrafia, imaginando que alguns anos mais tarde poderia ser contratado pela Companhia de Navegação, espelhando-se no próprio pai que era telegrafista-chefe da empresa, e nela trabalhava desde a inauguração do Porto Novo, onde antes tinha sido estafeta. Depois, diante do conhecimento adquirido ao longo dos anos, foi galgado ao importante cargo de telegrafista.

Da ampla sala de mensagens, no último piso do edifício amarelo de três andares, com pé direito não inferior a 4,5 metros em cada andar, quase tudo podia ser avistado através das oito grandes janelas de madeira nobre, pintadas de ocre e direcionadas para o sol poente, e também das outras oito, opostas e idênticas, com vista para o estuário da Lagoa dos Patos. Mais um pouco, e se poderia ver o mar.

Já acostumado com a vista, e portanto alheio a ela, Frederico se concentrava - e muito - em seu treinamento no telégrafo. Para não interferir no trabalho desenvolvido pela empresa, não enviava mensagens, mas empenhava-se em decifrar as que chegavam, oriundas dos navios que se encontravam a poucas milhas da costa. Em casa, com um aparelho portátil, simulava enviar para alguém as mesmas mensagens que houvera decifrado anteriormente.

Quarta-feira, 13 de dezembro de 1939. Em férias escolares há quatro dias, Frederico resolveu acompanhar o pai no plantão de 18 horas, que começava às 13 horas e ia até às 07 da manhã do dia 14. Dois telegrafistas, por vez, eram destacados para o plantão; outros quatro cumpriam expediente das 07 às 13 horas; um outro entrava de folga. Em função do esgotamento mental produzido por suas atividades, a carga horária para cada um dos sete telegrafistas não deveria ultrapassar as 30 horas semanais, embora o serviço de telegrafia se mantivesse em funcionamento durante, ininterruptas, 24 horas.

Mesmo na madrugada o barulho das máquinas de telégrafo não cessava. Várias delas, sem nenhum operador, vibravam, por impulso elétrico induzido, com mensagens que nem eram dirigidas àquela estação, mas de uma embarcação para outra, nas proximidades.

Todavia, às 03:30 da manhã da madrugada do dia 14, a calmaria tomou conta do ambiente de trabalho. As mensagens - nenhuma delas urgente - foram rareando até que um silêncio, quase absoluto, predominou. Waldemar e Agenor, os telegrafistas do plantão, resolveram espantar o sono com café e biscoitos doces. A caminhada até a copa serviria também para esticar as pernas. Frederico adormeceu em uma confortável e bem torneada cadeira de carvalho, com espaldar e assento almofadado.

Quarenta e oito minutos se passaram entre a última mensagem recebida e a que começava agora a vibrar em um único aparelho de telégrafo, dentre os doze disponíveis. O sinal era fraco, mas se repetia, numa mesma seqüência, a um intervalo fixo de 60 segundos. Bateu uma, duas, três, quatro..., e provavelmente se repetiria mais vezes se não fosse uma repentina e forte "reação" de todas as máquinas de telegrafia, inclusive a que, instantes atrás, produzira os pulsos mais fracos. Os fortes sinais telegráficos matraqueavam em uníssono, acordando Frederico e alertando os plantonistas que se olharam sem nada entender. Era um código naval, mas este eles não conheciam.

Silêncio novamente. Em seguida, pulsos mais fracos começaram novamente a "cutucar" um dos aparelhos. Frederico colocou os fones de ouvido, pegou um lápis e uma folha do bloco de anotações, e começou a transcrever o que ouvia:

XERDR PGIEC FHBZE RJKGF HWQUP VEGJO UJFLL GFDHC HRHAR HGRIN LTSXT IUKKO ZLECN ZYHKV AMNFS JKSRG ZMHXB JKKEG GSHXK SVXBJ XUPEV TQWYT TLGMG TPN

E de novo:

XERDR PGIEC FHBZE RJKGF HWQUP VEGJO UJFLL GFDHC HRHAR HGRIN LTSXT IUKKO ZLECN ZYHKV AMNFS JKSRG ZMHXB JKKEG GSHXK SVXBJ XUPEV TQWYT TLGMG TPN

Atento, Waldemar, mais conhecido como "Polaco", foi ficando vermelho - talvez de nervoso que estava - e pediu para ver as anotações de Frederico. Nem bem pôs os olhos no papel, e todos os aparelhos tornaram a fazer barulho ao mesmo tempo, repetindo os sinais mais fortes.

Desta vez "seu" Agenor estava preparado. Copiou a mensagem e a comparou com a outra - a dos sinais fracos. Ambas tinham o mesmo formato-padrão, embora fossem diferentes. E nem uma, nem outra eram códigos conhecidos. Em seguida Waldemar, o polaco de quase 2 metros e mais - bem mais - de 100 Kg, sem dizer uma palavra, tratou de apagar todas luzes e ficou olhando através dos janelões, como se procurasse algo específico em algum prédio das proximidades. Só a tênue iluminação das ruas e, às vezes, o brilho da lua quebravam a escuridão de céu semi-encoberto.

Nenhum edifício ou casa ao redor mostrava resquícios de iluminação interna. Waldemar, agora acompanhado por Agenor e Frederico, voltou-se para as janelas que davam para o lado do estuário. Viu uma fraca luz proveniente de um navio a vapor, ancorado no porto, e deve, nesse momento, ter achado o que procurava, pois desceu, correndo, as escadas de madeira que retumbaram até que ele chegasse à rua. Em seguida, tendo rodeado o prédio, reapareceu lá embaixo, caminhando, apressado, meio se esgueirando, em direção ao pequeno navio. Depois, sumiu no escuro.

Agenor reacendeu as luzes e, a partir das 5 da manhã, os serviços de mensagens voltaram ao normal, ao mesmo tempo em que os primeiros claros de manhã tentavam ultrapassar as nuvens do horizonte. Esqueceu-se, momentaneamente, de se preocupar com o Polaco, e pôs-se a trabalhar novamente, enquanto o filho, Frederico, desembaçava a janela com o punho, tentando reconhecer a silhueta de Waldemar que corria com dificuldade em direção ao edifício, trazendo, meio-envolto em um pano, um misterioso objeto que parecia ser maior e bem mais pesado do que uma máquina de escrever, embora parecesse se tratar de uma.

Extenuado, o Polaco precisou sentar-se tão logo adentrou à repartição. Lá embaixo, trancara a porta por dentro, e com a tranca de ferro.

- Está aqui a resposta! - disse ele.

- Mas o que é isto? - perguntou Agenor, com uma expressão bem assustada.

- "Isto" são as mensagens que captamos! Eu conheço muito bem esta máquina. Ela é um codificador/decodificador usado pelos nazistas há, pelo menos, uns seis anos. Meu irmão trabalhou na fábrica que a produziu inicialmente, e me ensinou como ela funciona. E antes que me perguntem, eu respondo: Sim, a máquina estava no navio; Sim, o operador está morto; e sim, nós estamos correndo perigo, mas ninguém me viu entrar ou sair de lá. Tragam-me as mensagens cifradas. Vou repetí-las na máquina, e ver o que obtemos quando mudarmos a posição do seletor para "decodificar".

Mensagem 1 (em código):
XERDR PGIEC FHBZE RJKGF HWQUP VEGJO UJFLL GFDHC HRHAR HGRIN LTSXT IUKKO ZLECN ZYHKV AMNFS JKSRG ZMHXB JKKEG GSHXK SVXBJ XUPEV TQWYT TLGMG TPN

Mensagem 1 (decodificada):
PANZERSCHIFF ADMIRAL GRAF SPEE ANNAHERUNG DER 30 PARALLELE. BERICHT MOGLICHE ANWESENHEIT DES FEINDES ENTLANG DER KUSTE.

- G-R-A-F S-P-E-E... - soletrou o Polaco.

- Que navio é este? - questionou Agenor.

- É um navio de guerra nazista. Eles querem saber se a passagem para o extremo sul do Oceano Atlântico está livre, mas eu não vou deixar que ele navegue incólume - respondeu, com raiva, o polonês. E continuou, mais vermelho do que nunca: - Se eu puder atrasá-los um pouco, talvez a marinha inglesa consiga alcançá-lo e destruí-lo.

Mensagem 2 (em código):
CDBXR PSEEB LHNIW NPNLU NJQGJ XKBKV NCWDS GFWIH HSXUL EPZCS KLMNH LFBJO KVWML PVLIB LPABS SIILO LMXVF UGKLT KHQKP SYXAH XATCM INQYT TSCCP ZPWKA TVODP QIULV QUCSE UQZNE ZVYFJ OYWFG ZFKPJ IZYKS KSGZZ KHXED OLTBQ O

Mensagem 2 (decodificada):
IN DER NAHE FEIND SONDERN MIT REDUZIERTEM KRAFTE. KLARE WEG IN RICHTUNG SUDOSTEN SUDAMERIKA.

E complementou o polonês - vermelho de raiva: - E "esta" é a resposta que partiu daquele navio ancorado ali, e diz mais ou menos assim: "Inimigo por perto, mas com força reduzida. O caminho está livre na costa sudeste da América do Sul".

Aparentemente, ninguém a bordo do vapor alemão tinha notado qualquer coisa de anormal. Waldemar contava com isso, mas não podia perder tempo. E antes de embrulhar a máquina com o pano e escondê-la num canto da grande repartição, ainda faltava fazer uma coisa. Poucos minutos faltavam para o término do seu expediente quando ele saiu e tratou de ir até a Delegacia de Polícia do Rio Grande. "Seu" Agenor, nervoso, esperou no local até às 7 da manhã, e quando seus colegas do turno diurno chegaram, respirou aliviado e mandou que Frederico fosse para casa. Uma hora depois a polícia veio. O sub-delegado, em exercício, um escriturário e mais dois policiais.

A máquina, reconhecida alguns anos mais tarde como sendo uma "Enigma", foi entregue às autoridades do município de Rio Grande, e o capitão e os 11 tripulantes, todos alemães, foram presos para interrogatório. Aparentemente eles estavam violando a então neutralidade do Brasil em relação à guerra.

Um pouco antes da polícia chegar, Waldemar transmitiu a seguinte mensagem ao Graf Spee:
IKHPF NBIEB VQQDY IEDJU HWQYZ ULISN QQLBX GXUVF QWHJR FAEIL EJGCD BNJTD MKNCL AIVIX VOLKN SQCZT RKIMU COCPT KSHXK SVLNZ PXTQO UJNIO VSCWA DHCOH GGDOD RKRBE IBXYN SFZIP ZAPTN LCCOO NWLDV VBDUC OMMZV PNBAE HPNMY HKJJD PMYR

A mensagem do Waldemar, decodificada grosseiramente, dizia:
FEINDLICHEN KRAFTE IN GROSSEN STUCKZAHLEN. WARTEN AUF UNBESTIMMTE ZEIT IN EINEM NEUTRALEN HAFEN.
"Forças inimigas em número muito grande. Aguarde por tempo indeterminado em porto neutro."

Ecoou, dias depois, com grande estardalhaço nos noticiários brasileiros a notícia que o encouraçado de bolso alemão, o Graf Spee, acossado por uma incomensurável força inimiga, havia se internado no porto uruguaio de Montevideo, e que no outro dia tinha sido afundado no Rio da Prata por seus próprios marinheiros, os quais temiam que a nau caísse, intacta, em poder dos aliados.

E assim quem, na verdade, decifrou o segredo da "Enigma", e selou o destino do grande navio de guerra alemão Admiral Graf Spee, foi o Waldemar, um simples, anônimo e vermelho - de tanta saúde que tinha - trabalhador polonês, radicado no Brasil, mais precisamente na cidade do Rio Grande, RS. Ele e "seu" Agenor viraram heróis na cidade, mas a façanha dos dois telegrafistas não repercutiu muito além dali.

O "guri", Frederico está aposentado há mais de 25 anos, e foi ele quem - com toda a calma do mundo - me contou este caso.

domingo, 27 de março de 2011

EINSTEIN, O MENOR DO MUNDO

Este aí [à sua direita] é o Einstein, o menor cavalo do mundo. Ele nasceu em Barnstead/New Hampshire/USA, em 23 de abril de 2010, com 35,5 cm e pesando 2,7 Kg. De lá para cá, prestes a completar 1 ano, o bichinho cresceu, se mudou para Gilmanton, no mesmo Estado, e agora mede 50 cm.
É lógico que é ele a atração principal da fazenda onde mora.

Foto Barcroft Media

PONTE FERROVIÁRIA SOBRE O CANAL SÃO GONÇALO


Anete H. Fontana - 04/07/2010; 16:10 h.

O ponto [móvel] de origem é a divisa Rio Grande/Pelotas, sobre a ponte rodoviária, numa tarde de inverno. O alvo é a ponte ferroviária sobre o Canal São Gonçalo, que divide os dois municípios.

sexta-feira, 25 de março de 2011

UMA MISTERIOSA CAVERNA EM LONDRES


Londres, 2009. O criador desta "caverna", uma imagem em 3D sobre a rua [que era como se vê na imagem acima], concebida para o West India Quay's Festival, é Edgar Mueller, um artista que usa as ruas como tela para as suas obras, confundindo a capacidade de visualização tridimensional das pessoas. Impressionante e surrealista.

quinta-feira, 24 de março de 2011

FÓRMULA-GAME

Depois da Era "Ayrton Senna" a Fórmula-1 perdeu a graça para a maioria dos brasileiros, que acordavam mais cedo no domingo só para ver o Ayrton vencer suas corridas "no braço", compensando com o seu talento e coragem eventuais deficiências apresentados pelo seu carro. Dessa forma ele foi conquistando fãs em todo o Mundo, e por causa dele a F-1 se tornou ainda mais popular no Brasil, resgatando o interesse de antigos apaixonados pelo esporte, gente que acompanhou as façanhas de Wilson e Emerson Fittipaldi, José Carlos Pace e Nelson Piquet, dentre outros ótimos pilotos que tivemos. Também é importante citar Rubens Barrichello, cuja carreira [na Fórmula-1] começou em 1993, e que eu considero também um grande piloto.

Pensando bem... ¿Será que o desinteresse [brasileiro] pelas corridas é paranoia minha, alimentada por este monte de transformações que a FIA está introduzindo no esporte, incrementadas pelo tal volante de vídeo-game, capaz de causar confusão mental até nos pilotos?
Foto Getty Images
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O ESPIÃO QUE ENTROU NUMA FRIA

2011, 23 de março. Estes caras aí, cujas silhuetas mal dá para ver, estavam quase conseguindo retirar o gelo que cobria seu submarino, o USS Connecticut (USA), que não tinha o que fazer e resolveu emergir para espionar um casal de ursos polares na superfície do Oceano Glacial Ártico.
Foto Associated Press
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BURNING IN THE SKIES - LINKIN PARK


http://www.linkinpark.com/video/burning-in-the-skies-1

I used the deadwood to make the fire rise
The blood of innocence burning in the skies
I filled my cup with the rising of the sea
And poured it out in an ocean of debris
Oh

I'm swimming in the smoke / of bridges I have burned
So don't apologize / I'm losing what I don't deserve
What I don't deserve

We held our breath when the clouds began to form
But you were lost in the beating of the storm
And in the end we were made to be apart
Like separate chambers of the human heart
No

I'm swimming in the smoke / of bridges I have burned
So don't apologize / I'm losing what I don't deserve
It's in the blackened bones / of bridges I have burned
So don't apologize / I'm losing what I don't deserve
What I don't deserve

I'm swimming in the smoke / of bridges I have burned
So don't apologize / I'm losing what I don't deserve
The blame is mine alone / for bridges I have burned
So don't apologize / I'm losing what I don't deserve
What I don't deserve

I used the deadwood to make the fire rise
The blood of innocence burning in the skies

quarta-feira, 23 de março de 2011

TRATAMENTO DE ESGOTOS É PRIORIDADE

O tratamento do esgoto bruto é, dentre todas as medidas de saneamento, a que mais necessita de atenção por parte dos governos dos municípios brasileiros. O objetivo é a preservação dos recursos hídricos, evitando-se a contaminação dos mananciais de água disponíveis e, conseqüentemente, a disseminação de doenças oriundas desse meio, as quais são responsáveis por uma grande parcela das internações hospitalares.

A cidade de Curitiba se distingue por ter o menor índice de analfabetismo e a melhor qualidade na educação básica dentre as capitais brasileiras, além de oferecer uma ótima qualidade em infraestrutura. É possível deduzir, por conta disto que:
  • nenhum morador é capaz de jogar lixo nas ruas ou nos valetões;
  • os valetões (esgotos a céu aberto) não existem.

Pois a realidade contesta a propaganda, e o cenário deste flagrante - capa da Revista do CREA paranaense - dá conta que nem Curitiba, com seu alto índice de desenvolvimento, escapa do descontrole ambiental, das falhas na educação popular e do descaso do poder público. Assim, imaginemos um cenário, com a mesma proposta, em outras cidades brasileiras menos votadas.
Colaboração sine qua non Maurício Fontana
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terça-feira, 22 de março de 2011

GUERRA À PIRATARIA

Xi'ian, província de Shaanxi, China - 2011, 17 de março. Policiais observam a destruição de DVDs pornográficos e de outros artigos piratas confiscados. Cerca de 300.000 publicações foram destruídas.
Se resolvessem fazer isto por aqui ia faltar rolo compressor.
Foto Reuters
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segunda-feira, 21 de março de 2011

II GUERRA MUNDIAL - O BOMBARDEIO DE DRESDEN

1945, 13 a 15 de fevereiro. As forças aéreas britânica e americana lançam um ataque surpresa à cidade de Dresden, no extremo leste da Alemanha, onde 3.900 toneladas de bombas incendiárias são despejadas por 1.900 bombardeiros.
Não foi possível estabelecer a contagem do número vítimas civis, mas as estimativas chegaram a não menos de 23.000 mortos, talvez beirando os 35.000.
O flagrante aéreo, pós-ataque, dá uma idéia do terror vivido pela população civil alemã que, como as dos demais países envolvidos no conflito, nada tinha a ver com as loucuras dos seus líderes, travestidos de senhores da guerra.

Bundesarchiv_Bild_146-1994-041-07.
Foto o.Ang. I 1945/1946 ca.
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FOTO COMERCIAL DE UMA CERTA SANDÁLIA DE BORRACHA, EM VERSÃO CAMPEIRA

Corticeira. Árvore regular, ornamental, da família das leguminosas (Erythrina crista-galli), de pedúnculos florais vermelhos e fruto que é vagem pedunculada, com sementes oblongas e pequenas. Fornece madeira branco-amarelada, muito leve e porosa.


Para a gauchada que não pôde [ou não quis] chegar nem perto de uma ou outra praia por aí.
Pois para quem ficou no campo ou no pátio de casa, esta aí [abaixo] é a minha versão campeira do que seria a propaganda das sandálias que - como disse certa vez o Chico Anísio - não soltam as tiras e não têm cheiro. A escora é um toco de corticeira.
E qualquer semelhança não é mera coincidência.
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O SALVAMENTO DOS VINIS & CIA

Três-em-um. Antigo aparelho de som que reunia, em um só conjunto, toca-discos, receiver, toca [e grava]-fitas e, mais tarde, toca-CDs, recebendo depois, por conseguinte, um acréscimo: virou "quatro-em-um".

Alhures. [Do provençal Aliors.] Adv. Noutro lugar; noutra parte.


Sempre fui apaixonado por rádios, eletrolas ou vitrolas, ou ainda, para quem não sabe a que estou me referindo, toca-discos [os discos de vinil]. Pois meu irmão pretendia jogar fora um "três-em-um", não tão antigo, porém já obsoleto em função do tsunami tecnológico que vem arrasando o século XXI. Nada mais justo, pois os MP3, 4, 5, 6, 7, etc. conseguem dar conta de tudo o que se possa imaginar em se tratando de som e imagem.
Não resisti, e Uma parte dinossáurica do meu ser falou mais alto. Então dei um lance simbólico de R$ 0,00 e arrematei o tri-objeto e, de brinde, "salvei" todos os LPs e compactos - uns já estavam comigo, outros tinham ido para alhures - que ao longo de mais de 40 anos fomos adquirindo. Agora eles estão aí, [quase] todos reunidos e felizes. E a reestreia foi [em grande estilo] com o álbum "The Wall", do Pink Floyd, lançado em 1979.
No flagrante acima, o LP da vez é "Revolver", oriundo de um dos inúmeros relançamentos de coletâneas do "The Beatles". E só para ilustrar, a agulha do toca-discos, no momento do registro, estava em transição entre "Here, There and Everywhere" e "Yellow Submarine".
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sexta-feira, 18 de março de 2011

UM BARCO DE PESCA NA ESTRADA

Poseidon. Na mitologia grega, Poseidon era o deus dos mares, representado como um homem forte e barbudo que segurava um tridente. Era filho do titã Cronos e Rea, irmão de Zeus (deus dos deuses) e de Hades (deus das almas dos mortos, do subterrâneo).
Poseidon teve várias amantes e com elas vários filhos como, por exemplo, o gigante Órion e o ciclope Polifemo. Ele disputou com a deusa Athena o controle da cidade-estado de Atenas, porém saiu derrotado. Também ajudou os gregos na Guerra de Tróia. Fez isto para se vingar do rei de Tróia que não havia lhe pagado pela construção do muro na cidade.
Na mitologia romana, Poseidon é conhecido como Netuno.



Março de 2011. Pois pouca coisa escapou da fúria de Poseidon que castigou, no dia 11, a costa nordeste do Japão. Em Kesennuma este barco de pesca, o Myojinmaru nº 3, foi parar no leito da estrada.
Fico imaginando como vão fazer para tirar ele daí.
Foto Associated France Press/GETTY
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O "DESMORRIMENTO" DO CACHORRO

By Werner Beck

Essa eu nunca tinha visto, mas é coisa para a Ala Médico-Veterinária-Canino-Quatropatense.
Tive que escrever "desmorrimento" pq escrever "re-çus-çi-tas-ção" é muito complicado.

MESTRE JONAS - SÁ, RODRIX & GUARABIRA

YouTube/

quinta-feira, 17 de março de 2011

OS CAMINHOS TORTUOSOS DA BR-163

A BR-163 é uma rodovia longitudinal do Brasil que liga os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Pará. Ela começa em Tenente Portela, RS e vai além de Tiriós, PA, junto à fronteira com o Suriname. Tem 1780 km de extensão, mas o asfalto acaba em Guarantã do Norte, MT. De lá são 1152 Km de estrada de chão até que o asfalto aparece de novo, mas apenas a 100 Km de distância do porto de Santarém, PA.

Em 1973 o Exército Brasileiro deu início ao trabalho de abertura da BR-163, no trecho compreendido entre Cuiabá, MT e Santarém, PA. O objetivo principal era integrar a Amazônia ao restante do país, para não correr o risco de "entregá-la" a potências estrangeiras.
Os soldados que haviam montado seus acampamentos sobre chassis de caminhão, estavam conseguindo abrir dois quilômetros de mata por dia, até que esbarraram num problema sério: no caminho havia as terras dos índios Panarás. As quinhentas pessoas pertencentes à tribo nunca tinham entrado em contato com outras formas de civilização. Não houve conflito graças à intervenção dos irmãos sertanistas e indigenistas, de Botucatu, SP, Orlando Villas-Boas (1914-2002), Cláudio Villas-Boas (1916-1998) e Leonardo Villas-Boas (1918-1961), mas dois anos depois a população indígena ficou reduzida a 82 indivíduos. A maioria pereceu por causa de uma doença, para eles,desconhecida, o sarampo.
Felizmente a tribo dos Panarás não se extinguiu, voltando a crescer, atingindo [hoje] a marca de mais de 400 indivíduos, a maioria crianças.

A rodovia, inaugurada em 1976, ainda hoje não está pronta, e durante o período do inverno amazônico (de dezembro a abril) começa um verdadeiro martírio para motoristas e passageiros de veículos que por ali trafegam. E não é preciso dar continuidade a esta narrativa, pois as 40 imagens, abaixo disponíveis, neste caso valem mais do que a escrita.
BR-163, trecho Cuiabá-MT - Santarém-PA
Clique nas setas para avançar ou retornar.
Colaboração Maurício Fontana
Outras fontes Globo-Amazônia, Wikipédia e Google Maps.

quarta-feira, 16 de março de 2011

PALACETE DO VISCONDE ANTÔNIO DE RIBEIRO MAGALHÃES

Colaboração Bruno Bechuetti
Antiga foto do palacete do Visconde Antônio de Ribeiro Magalhães, localizado na Vila de Santa Thereza, em Bagé, RS.
Em função da depredação e do descaso para com o patrimônio cultural, sobrou muito pouco do tal palacete que, hoje em dia, está em ruínas.
Para saber mais, siga o link.
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terça-feira, 15 de março de 2011

BAGÉ - POUCA ÁGUA DISPONÍVEL, MAS EXCESSO DE CONSUMO?

Em Bagé, RS, a água anda escassa, pois o fornecimento do precioso líquido, que normalmente seria durante as 24 horas do dia, está reduzido a 11 horas. Assim mesmo as contas de água referentes aos meses de dezembro e janeiro apontaram excesso de consumo, o que, em parte, não tem a ver com o racionamento, pois quando a água retorna às torneiras, depois de um intervalo de 13 horas, tudo o que não foi feito em função da sua falta, é retomado.

Pois 128 reclamações foram registradas no DAEB (Departamento de Águas e Esgotos de Bagé), e várias delas com procedência. Muitos usuários verificaram que seus hidrômetros não paravam de rodar - alguns até com uma velocidade impressionante - mesmo quando abriam as torneiras das suas casas e delas não saía uma única gota de água. A explicação do DAEB para o desacerto nos registros é a circulação de ar, ao invés de água, na rede.
Então ! A população está pagando - e muito caro - pelo excesso de ar, e não de água.
A solução caseira é proceder como fez o bagual aí da charge do Cláudio Falcão.
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segunda-feira, 14 de março de 2011

CARNAVAL NO CASSINO - 2011/ XI

MUSA. [Do grego mousa, pelo latim musa]. S. f. 1. Mitologia - Cada uma das nove deusas que presidiam às artes liberais; 2. Mitologia - Divindade inspiradora da poesia; 3. P. ext. - Tudo quanto pode inspirar um poeta.

Pois só faltou escolher a Musa do Carnaval do Cassino. Em meio a tantas beldades desfilando na passarela [e fora dela] imaginei que seria muito difícil decidir quem seria a eleita. Na verdade foi fácil até demais.
Foto Marcos de Paula/AE

Para ser "musa" não é preciso desfilar quase nua, exibindo um belo corpo, digno de cutucar a imaginação. Está certo que a Ellen Roche, madrinha da bateria do Porto da Pedra, tem [sim] as curvas mais perfeitas que eu já vi; é [sim] uma mulher linda. Mas mesmo que estivesse no carnaval do Cassino não seria a minha escolhida. Prefiro apostar na beleza e sensualidade naturais, que vêm de dentro, atributos que sequer precisam de apelos visuais mais fortes para impor a imagem do ser.


A VERDADEIRA MUSA
Esta [para mim] é a Musa do Carnaval do Cassino/2011. Quem foi capaz de bem observar, não teve dúvidas; quem venera a beleza, tal como o exposto no parágrafo acima, por certo também olhou com mais atenção para quem soube ser bela, ao expor-se com graça e elegância na sua exata medida. Ela vai para a galeria das musas deste blog.

Foto Daniele Albernaz/Dakar


POUR L'INSTANT... CES'T FINI
No final das contas e de mais de uma centena de fotos, não resisti e caí na folia, abraçado à minha Zorra favorita.
Foto Elisabete Batista de Oliveira
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CARNAVAL NO CASSINO - 2011/ X

2011, 13 de março. Dispersão do "Bum-Bum da Filomena".










Deu a impressão que estes "Pierrots Apaixonados" (em primeiro e segundo planos) derramavam lágrimas de verdade, em função da despedida.



OUTROS FLAGRANTES

Este bloco aí, abaixo, eu não lembro qual era.


O registro destes "Arlequins", aí abaixo, ficou fora de foco. Tenho certeza que foi porque [todos] eles, a essa altura do campeonato, estavam enxergando as coisas desta forma.

















Estes foliões mirins são verdadeiros craques na bateria do bloco "Eles & Elas".



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