sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

O DESAFIO DE LIDAR COM AS TEMPESTADES DE NEVE NOS TEMPOS DA COLONIZAÇÃO AMERICANA

Os primeiros colonizadores da América do Norte não estavam assim tão bem equipados para lidar com invernos com muita neve do Novo Mundo. Durante a tempestade de 1717 [entre 27 de fevereiro e 07 de março] em que a profundidade média de neve atingiu 4,00 metros, e em alguns locais chegou a 7,50 metros, apenas um carteiro solitário foi capaz de fazer a viagem de Boston para New York. Seu truque? Trocar seu cavalo por um par de sapatos de neve.


Quase 150 anos se passaram até que os problemas resultantes das tempestades de neve fossem, em parte, amenizados. Em 1862 uma máquina de retirar neve - na verdade um tipo de arado - foi atrelada a um veículo puxado por cavalos, em Milwaukee/Wisconsin/USA, e iniciou-se o primeiro trabalho de nivelamento e retirada de neve que se tem notícia.

Os avanços que se seguiram não foram suficientes para impedir que a nevasca de 1888 [de 11 a 14 de março] paralisasse, de verdade, grandes porções de New Jersey, New York, Massachusetts e Connecticut. Ventos acima de 70 Km/h, com extremos de até 129 km/h, e várias séries de nevascas, cada uma com mais de 1,00 m de altura, acumularam cerca de 15,00 metros de neve.



O trem que ia para New York ficou mergulhado na neve durante muitos dias.

A tempestade de neve de 1888 alertou a população para a necessidade de não esperar até o fim das séries de nevascas, para só então iniciar os trabalhos de remoção. Seria preciso começar os procedimentos de retirada e nivelamento da neve, tão logo principiassem ou dessem uma pequena trégua as nevascas. E assim passou a ser feito desse período em diante.

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