domingo, 29 de setembro de 2013

JARDIM DA INFÂNCIA MENINO JESUS - FESTA JUNINA, 1964

Bagé, RS - começo de julho de 1964. Uma chuva quase torrencial impediu que alguns aluninhos desta turma aí [do Jardim da Infância Menino Jesus] comparecessem à festa junina organizada pelas professoras Marianinha e Mariza.

Eu também estou nesta. Cliquem na foto para obter um zoom e observem os números inseridos imediatamente acima [ou sobre] cada um dos gaúchos e prendas.

Não consegui lembrar de todos os coleguinhas, e posso ter me enganado com alguns, mas os nomes dos possíveis identificados seguem abaixo.

Me ajuda aí, Celso Magalhães Coronel!

01 - Octávio Gaffrée;
02 - ?
03 - ?
04 - Luiz Felipe;
05 - João Cândido;
06 - Jorge Malafaia;
07 - ?
08 - Amilcar;
09 - Ben-Hur; 
10 - Paulo Machado;
11 - Fernando Guhl;
12 - ?
13 - Deborah;
14 - ?
15 - Rosângela;
16 - ?
17 -Jerry;
18 - Eduardo;
19 - Sérgio Fontana;
20 - Miguel Goulart;
21 - Aírton;
22 - Nancy;
23 - Desirée;
24 - Míriam;
25 - Joyce.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

OBTENDO O CARVÃO VEGETAL


Patagônia / Argentina, 1938. A essa altura a primeira etapa da tarefa do carvoeiro [que se ergue] no topo da pilha de troncos de árvore e arbustos que construiu, estava concluída.

O objetivo final do homem, muito requisitado naqueles tempos pelos estancieiros e fazendeiros, era queimar tudo isto aí [durante semanas] para obter o carvão vegetal, usado no aquecimento das casas e para fazer churrascos.

Consideráveis áreas foram desmatadas na Argentina por conta dessa prática, mas em compensação as cinzas resultantes do processo ajudavam a enriquecer o solo.

Ou, dependendo do ponto de vista, poderíamos de outra forma expressar:

As cinzas resultantes do processo ajudavam a enriquecer o solo, mas às custas de um desmatamento desmedido, talvez prejudicial ao meio ambiente.

Esta imagem foi publicada pela primeira vez na página 130 da revista National Geographic Brasil, em fevereiro de 2004, com o título: "Do Verde ao Cinza".

Clique na foto de Helene Fischer para obter o zoom.
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terça-feira, 24 de setembro de 2013

BEM ANTES DA FAMA V

O registro fotográfico a seguir é de 1939, e destaca [dentro da elipse vermelha] uma menina que ainda nos dias de hoje é uma das personalidades mais importantes do Velho Continente. Tente adivinhar quem é.

A próxima postagem promete elucidar o enigma, se for o caso.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

ARQUIMEDES E A COROA DO REI

Em “O Espelho de Arquimedes” , narrado neste blog, o rei de Siracusa, Hierão [ou Hieron] II, contratou o famoso Arquimedes - inventor, físico, matemático, filósofo e engenheiro, etc. – para projetar e construir dispositivos de guerra para combater os romanos. O estratagema deu certo e os romanos sofreram reveses consideráveis em função das invenções do sábio siracusano.




Acostumou-se o rei a ter Arquimedes por perto para resolver seus problemas, dos mais simples aos mais complexos. 
Assim, contratou-o certa vez para...

Vamos retroceder um pouco:

Hieron encomendou a um ourives – artesão que faz peças de ouro e prata – uma coroa de ouro puro. Quando a recebeu , desconfiou que a mesma não era feita totalmente de ouro porque já havia denúncias de que o ourives, eventualmente, utilizava em seus trabalhos uma liga de ouro e prata.

Chamou então Arquimedes para certificar-se da qualidade do material utilizado na confecção da reluzente coroa. Mas Arquimedes, dessa vez, não sabia o que responder ao rei.

Um dia, porém, enquanto entrava em uma banheira cheia d’água, Arquimedes percebeu que seu corpo deslocava um determinado volume de água, e que o nível da água na banheira subia à medida que nela mergulhava. Saiu da banheira, e o nível voltou ao normal; entrou novamente, e o nível d’água subiu. Concluiu, de imediato, que ao entrar na banheira deslocava determinado volume de água, e que esse volume era igual ao volume do seu próprio corpo imerso na água. Também não lhe passou despercebido que o seu corpo, mergulhado, parecia mais leve porque a água o empurrava para cima.

Entusiasmou-se tanto Arquimedes, a ponto de esquecer que estava nu, saltou da banheira e saiu gritando pelas ruas de Siracusa: - Heureka! Heureka! (Descobri! Descobri!).

Ele sabia agora como medir o volume da coroa. Relatando ao rei o fato, tratou logo de trabalhar no assunto.

Utilizando dois recipientes - um menor dentro de outro um pouco maior -, colocou a coroa no recipiente menor cheio de água, que transbordou em parte, caindo no outro recipiente. Mediu o volume do líquido que transbordou e concluiu que esse volume correspondia ao volume da coroa.

Sabendo o volume da coroa, encomendou [a outro ourives de sua confiança] objetos com volume igual ao da coroa: um de ouro puro e outro de prata, ambos maciços. De posse dos objetos, dias depois, colocou a coroa do rei num dos pratos de uma balança; no outro prato colocou, um de cada vez, os objetos de ouro e de prata.

Verificou então que a coroa era mais leve que o objeto de ouro maciço e mais pesada que o de prata. Com isso pode confirmar ao rei que a coroa não era de ouro puro, mas feita de uma liga de ouro e prata.

O que aconteceu depois com o ourives do rei, a lenda não conta.


Ronan, Colin A. Das Origens à Grécia. História Ilustrada da Ciência. Rio de Janeiro, Zahar, 1994. p. 118-9.
Barros, C. e Paulino, W. Ciências – Física e Química.

Imagem: ARQUIVO ICONOGRÁFICO, S.A. / CORBIS / STOCK PHOTOS

TEXTO READAPTADO POR

Sérgio M. P. Fontana