sábado, 12 de outubro de 2013

OS PASTEIS DO PAULO DA MARTA

Meu amigo João Carlos não cansa de repetir que em todas as rodoviárias por onde passa em suas viagens de trabalho, não resiste à tentação e come um pastel.

Os chamados “pastéis de rodoviária”, muitas vezes injustamente mal vistos em função do que neles possa estar contido, sempre estiveram e vão estar em alta, tanto nas rodoviárias e nos botecos - nos de condições sanitárias duvidosas e nos melhores.

Nas rodoviárias porque ali chegam, famintos e de todos os lugares, os viajantes; nos botecos porque seus frequentadores assíduos preferem dar continuidade a uma ou outra conversa de botequim que aos poucos vai tomando a forma de um projeto, tratado ou ideia mirabolante, tudo isto acompanhado por, ao menos, uma ou outra cerveja ou chopp. Neste caso não dá para ir para casa deixando para trás um assunto inacabado.

Então um pastel bem recheado, com guisado temperado, ovo picado e pedaços de azeitona, substitui um almoço, um café da tarde ou um jantar.


2013, 04 de outubro. A polêmica do pastel foi só para dar entrada a estes aí, cuidadosamente preparados pelo Paulo da Marta, e fotografados [antes da fritura] por mim e [depois de fritos] pelo Carlos Moacir. Eles, os pastéis, fizeram parte do almoço daquela sexta-feira. 

Mas o trabalho na UFPel, por conta destas iguarias, não teve trégua nem no intervalo para o lanche. Os pastéis iam sendo devorados à medida que o pessoal ia mantendo a atenção nos trâmites do expediente que não podia parar. 
antes

depois



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