terça-feira, 30 de agosto de 2016

BEE GEES - ONE NIGHT ONLY / LAS VEGAS, 1997

O video a seguir, com 110,6 minutos, reproduz o álbum One Night Only, do grupo Bee Gees, gravado ao vivo no MGM Grand, Las Vegas / Nevada, 1997.

Fonte: YouTube - Oderint Dum Metuant

quinta-feira, 2 de junho de 2016

ALGUMAS ALTERAÇÕES NAS REGRAS DO FUTEBOL

Março/2016. Decisão histórica da IFAB (International Football Association Board), em sua 130ª Reunião geral Anual, em Cardiff, País de Gales, abriu o caminho para a introdução de experiências, em partidas oficiais, com árbitros assistentes de vídeo no futebol.
Imagem: http://pt.depositphotos.com/search/futebol.html?AVUPC1AzavO-EQwN5OmD=&qview=9376104

Outras adaptações às regras do futebol, a seguir também destacadas, passam a valer a partir de 1º de junho de 2016.

      1.    CAMPO DE JOGO
O campo de jogo também poderá ser de grama híbrida, ou seja, grama natural adaptada sobre uma base de grama sintética.

      2.    OS JOGADORES
Se:
. uma partida for interrompida por interferência de um membro da equipe técnica, substituto, jogador substituído ou expulso, o árbitro reiniciará o jogo com tiro livre direto - observação: a regra não esclarece quanto ao local de onde deve ser cobrada a infração;
. uma partida for interrompida por causa ou indivíduo - exemplo: torcedor - sem ligação com o jogo, este é reiniciado com bola [neutra] ao chão;
. alguém, fora dos 22 jogadores, impedir um gol, o árbitro poderá validá-lo.

      3.    OS UNIFORMES DE JOGO
Toda a fita ou outro material que estiver cobrindo as meias, deverão ser da mesma cor das meias;
Se um atleta sair do campo de jogo para trocar as chuteiras, não necessitará da permissão do árbitro para retornar, desde que seja autorizado pelo quarto árbitro.

      4.    OS ÁRBITROS
A partir da entrada do árbitro em campo, mesmo que somente para inspecionar o campo de jogo, esse poderá expulsar um atleta – por insulto, por exemplo; não poderá, porém, apresentar-lhe o cartão amarelo, pois as advertências somente serão permitidas somente durante o desenrolar da partida;
Se um atleta se lesionar e a equipe médica entrar para atendê-lo, não será necessário que o jogador deixe o campo de jogo.

      5.    DURAÇÃO DA PARTIDA
O intervalo de tempo utilizado para os atletas beberem água deverá ser adicionado aos acréscimos dados pelo árbitro.

      6.    INÍCIO DE JOGO
A regra anterior previa que a bola deveria rolar, obrigatoriamente, para a frente quando o pontapé inicial fosse executado. A partir de agora, a bola pode ser movimentada em qualquer direção no início das partidas.

      7.    PENALTY
A nova regra proíbe o gesto de interromper-se a corrida efetuada para executar um penalty. Se o árbitro entender que houve este gesto, o atleta poderá ser advertido com cartão amarelo e perderá o direito de repetir a cobrança;
Será advertido também, com cartão amarelo, o goleiro que se adiantar além da linha de gol, em uma penalidade máxima, antes que o batedor efetue o toque na bola.

      8.    DISPUTAS POR PÊNALTIES
Para evitar que uma equipe provoque expulsões para ficar somente com atletas que sejam “especialistas” em pênalties, ante uma disputa desta natureza, a outra equipe deverá reduzir o seu número de atletas até se igualar ao adversário.

      9.    REGRA DO IMPEDIMENTO
A partir de agora não se poderá afirmar que um atleta está em impedimento por um braço ou uma perna, por exemplo. As extremidades não serão consideradas. A posição irregular será apontada exatamente ao longo da linha que passa sobre o ponto onde o jogador receber a bola.

      10. SANÇÕES
Falta cometida pelo chamado “último homem”, em situação clara de gol, só será punida com cartão vermelho se houver jogada violenta.

      11. ÁRBITROS ASSISTENTES DE VÍDEO (VARs)
Por um período experimental de dois anos serão incorporados às partidas de futebol os árbitros assistentes de vídeo (Video Assistant Referees), para analisar os lances de gol duvidosos, jogadas violentas ou problemas para identificar jogadores. O árbitro principal poderá solicitar auxílio das imagens registradas.

      12. AS SUBSTITUIÇÕES
As substituições continuarão em número de três, mas em caso de prorrogação, uma quarta substituição poderá ser efetuada.
   


terça-feira, 31 de maio de 2016

O "HINO" DO "SENTA A PUA!"

Segunda Guerra Mundial - 1944, 4 de julho.  Foi nessa data, bem no Dia da Independência dos Estados Unidos da América (168 anos), que o 1º Grupo de Caça da Força Aérea Brasileira, o "Senta a Pua!", composto por 32 pilotos e equipe de apoio, desembarcou na base aérea de Suffolk, em Long Island. Seu objetivo era dar continuidade aos treinamentos específicos, com os aviões que seriam utilizados pelo grupo em combate, os Republic P-47 Thunderbolts.

Foto: http://veja.abril.com.br/especiais_online/segunda_guerra/edicaoespecial/sub2_imp.shtml

Naquela oportunidade o grupo pode, de imediato, provar sua capacidade de resolver imprevistos. E na cerimônia de apresentação e desfile de boas-vindas, a tropa norte-americana cantou o hino da sua Força Aérea. Então chegou o momento do desfile da recém chegada tropa brasileira. O capitão Marcílio Gibson, de improviso, ordenou a seus comandados que cantassem "A Jardineira" - marchinha de carnaval composta por Humberto Porto e Benedito Lacerda, em 1938, e gravada por Orlando Silva para o carnaval de 1939 -, cuja letra era conhecida por todos. Assim...,

"Ó jardineira, por que estás tão triste? / Mas o que que foi que te aconteceu? /...",

uma popular marcha carnavalesca, entoada em ritmo de hino militar, e com toda a força dos pulmões dos aviadores brasileiros, foi, naquela ocasião, transformada no hino do "Senta a Pua!".
https://www.letras.mus.br/marchinhas-de-carnaval/430634/

Após o desfile, os militares norte-americanos - que obviamente não entendiam o significado das palavras cantadas em português - cumprimentaram seus colegas brasileiros pelo belo e emocionante hino.

Fontes:
BARONE, J. 1942: O Brasil e sua Guerra Quase Desconhecida. Rio de Janeiro: Ed. Nova Fronteira, 2013. 288 p.
http://veja.abril.com.br/
http://veja.abril.com.br/https://www.letras.mus.br/

quinta-feira, 5 de maio de 2016

CANIS VAGANTIA I

Pelotas/Galeria Zabaleta, maio de 2016. O almoço deve ter sido na pastelaria, defronte. Em seguida, uma volta pelo calçadão da Andrade Neves e, diante do tempo enfarruscado, o retorno.

O tapete de boas vindas - de "grama sintética" - da loja de informática foi o local escolhido para a sesta.

   

terça-feira, 29 de março de 2016

MAR DE ARAL - UM DESASTRE AMBIENTAL

Estas são imagens do Envisat - o maior satélite de observação em atividade - e destacam o recuo da costa do Mar de Aral entre 2006 e 2009.
imagem obtida do site Apolo 11
O Mar de Aral, localizado entre o Cazaquistão e o Uzbequistão, e que já foi um dos quatro maiores do mundo, ao longo dos últimos 50 anos vem diminuindo por conta de um projeto soviético de irrigação que depois – hoje se vê - causou este desastre ambiental.

Até o final da década de 1980, ele se dividiu em Mar de Aral Pequeno (norte), localizado no Cazaquistão, e em forma de ferradura Mar de Aral Grande (sul), compartilhada pelo Cazaquistão e Uzbequistão.
Em 2000, o Mar de Aral Grande estava dividido em dois - um lobo oriental e ocidental. As imagens mostram que entre 2006 e 2009 o lobo oriental recuou bastante, parecendo, nesse período, ter perdido cerca de 80% de sua água.

O dique Kok-Aral, um projeto conjunto do Banco Mundial e do governo do Cazaquistão, foi construído entre as seções do norte e do sul do mar para evitar que a água flua para o trecho sul. Desde a sua conclusão em 2005, o nível da água subiu na parte norte uma média de 4 m.
A evaporação do Mar de Aral deixou para trás uma zona salina de 40.000 Km², agora chamada de Deserto de Karakum do Aral. A cada ano, as tempestades de areia violentas arrastam, pelo menos, 150.000 toneladas de sal e areia do Karakum de Aral através de centenas de quilômetros, causando graves problemas de saúde para a população local e produzindo invernos regionais mais frios e verões mais quentes. Na tentativa de atenuar esses efeitos, os governos estão plantando vegetação adaptável à condição seca/salina no antigo leito do Mar de Aral.
imagem obtida do site National Geographic

Em 2007, o governo do Cazaquistão garantiu mais um empréstimo do Banco Mundial para implementar a segunda etapa, que inclui a construção de uma segunda barragem, do projeto que visa inverter essa catástrofe ambiental causada pelo homem.

O Envisat obteve as imagens acima, em 1o de Julho de 2006 e 6 de julho de 2009, através do Medium Resolution Imaging Spectrometer (MERIS), enquanto trabalhava no modo de resolução completa para proporcionar uma resolução espacial de 300 m.


A imagem do Google Earth/2016 – abaixo – dá a entender que, em relação a 2009, houve uma certa recuperação no volume de água do Mar de Aral, tendendo o mesmo a voltar à situação mostrada em 2006, mas ainda muito longe do que era antes da desastrosa intervenção humana lá no início dos 60's. 

Fontes:
http://earthobservatory.nasa.gov/Features/WorldOfChange/aral_sea.php
http://www.apolo11.com/display.php?imagem=imagens/etc/imagem_satelite_mar_aral_2009_big.jpg
https://www.google.com.br/maps/@45.580275,58.4037179,501046m/data=!3m1!1e3?hl=pt-BR http://news.nationalgeographic.com/news/2010/04/100402-aral-sea-story/

sexta-feira, 25 de março de 2016

CANBERRA

Em 1944, com a Segunda Guerra Mundial entrando em seus estágios finais, o Ministério do Ar Britânico estabeleceu requisitos para um novo bombardeiro, um que fosse capaz de voar em altas velocidades e altitudes elevadas.
O ministério e os projetistas da aeronave não poderiam adivinhar que a proposta que acabaria por ganhar o concurso, o Canberra Elétrico Inglês, ainda estaria servindo 70 anos mais tarde como laboratório voador, realizando pesquisas para a NASA e outras agências do governo dos EUA.

¿Então porque é que a agência espacial dos Estados Unidos, que opera aeronaves de vanguarda na história da aviação, ainda utiliza um avião cujo design vem dos últimos dias da Segunda Guerra Mundial?
Os Canberra usados pela NASA são uma versão americana baseada no modelo B-57, denominada WB-57, e produzidos sob licença da fábrica de aviões Martin, da década de 1950, que construiu cerca de 400 aparelhos entre 1953 e 1957. Os exemplares da NASA - três ao todo - são os últimos ainda em serviço ativo.

Recentemente, os três Canberra foram fotografados voando em formação sobre Houston, perto de sua base. Eles fazem parte do programa científico de transporte aéreo da NASA (ASP), responsável pela atualização e modernização de sistemas de bordo e avanços no uso de dados de satélite.
A sua capacidade de voar alto os torna adequados para uma variedade de postos de trabalho, muitos deles em apoio a satélites da NASA. Estes incluem testes de calibração para ajudar medições a partir de satélites, testes em novos sensores antes de serem lançados ao espaço e obtenção de medições em grande altitude, cruzadas com leituras feitas a partir de satélites em órbita. Os Canberra voam  com uma variedade de instrumentos científicos, medindo a química atmosférica, as partículas de nuvens, poeira cósmica, umidade do solo, elevação do gelo do mar, etc.
Foto: NASA/Flickr

Pertencentes à primeira geração de aviões a jato, esses aviões ainda estão em serviço graças ao seu design impressionante, resultado de rígidos estudos motivados pelas necessidades da guerra - no caso, a II Guerra Mundial. Seus projetistas, à época, lutavam para lidar com os enormes problemas que se originariam a partir dos deslocamentos da aeronave em velocidades tão altas.

Em 1957 o Canberra quebrou o recorde de maior altitude, quando atingiu 21.400 m. Esta capacidade, aliada à sua estabilidade em vôo, o mantém, ainda hoje, muito útil para pesquisas de precisão.

Fonte: BBC


sexta-feira, 18 de março de 2016

MULHERES & DOCES IV

2016, 18 de março - bandas de Pelotas, RS. Alheia à presença do fotógrafo de O Século XX, esta jovem devora um bombom de morango, ao que nos parece, deixando o morango para o final.
Consciente do flagrante, permitiu a divulgação da imagem, desde que seu rosto e sua identidade não fossem revelados. Informou-nos seu motivo: "Minha nutricionista é linha dura e me xingaria se visse uma coisa destas."      
Figura 1


Instantes após, abriu um sorriso, ligou o botão do "vá se danar!" e, em tom provocativo à tal nutricionista - cujo doutorado no Deutsches Institut für Ernährungsforschung Potsdam-Rehbrücke, na Alemanha, confirma, de verdade, sua fama de durona - permitiu-se fotografar, sem cortes, avançando com vontade sobre o super-calórico bombom.

Figura 2

O Século XX acredita que as imagens acima "caíram na NET" muito antes desta publicação, pois não mais do que cinco minutos depois de ser clicada, a jovem recebeu uma ligação telefônica. Era a sua nutricionista.