quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

A BRUXA CANADENSE

Observando-se o registro fotográfico, logo abaixo, não é possível imaginar que estas simpáticas modelos formam, na verdade, a melhor equipe [feminina] de curling do mundo.
Foto: Janzen Photography

Jennifer Jones, Dawn McEwen, Kaitlyn Lawes e Jill Officer, representantes do Canadá, disputaram [e venceram] o torneio de curling nas Olimpíadas de Inverno / 2014, em Sochi / Rússia. A final foi contra a forte equipe da Suécia, que tivera mais sorte do que juízo na semi-final contra a Suíça.
Dawn McEwen,  Jennifer Jones, Kaitlyn Lawes e Jill Officer  ensaiam uma estratégia durante um jogo do torneio Roar of the Rings, em Winnipeg - Dezembro/2013.
Foto: John Woods / The Canadian Press

Na semi-final contra a Grã-Bretanha Jennifer Jones fez uma jogada "impossível" que contribuiu muito para a vitória do Canadá. Naquele momento, observando seu modo de olhar e sua concentração, eu a chamei de "a bruxa canadense", não com intenções pejorativas e nem imaginando que o termo "bruxa" se devesse à vassoura que todos os jogadores de curling utilizam nos jogos, mas pensando em Jennifer como alguém capaz de usar a mágica e [quiçáz] o hipnotismo para dar vazão ao seu talento como jogadora. De imediato concluí: "Com esta jogadora, este time é imbatível!".
Aqui, Jennifer Jones, a bruxa canadense, lança uma pedra no jogo contra a Suíça, em 13/02/2014, sob a vigilância e frenética atividade de varredura das companheiras Jill Officer e Dawn McEwen.
Kaitlyn Lawes [que não aparece] aguarda no fundo da quadra - onde a vassoura também vai entrar em ação - a chegada da pedra.
Foto: (AP / Robert F. Bukaty)

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