Mostrando postagens com marcador Personalidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Personalidades. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

AMY TOENSING - photographer

Amy Toensing é uma fotógrafa e jornalista americana que gosta de contar, através de ensaios fotográficos íntimos, um pouco da vida de pessoas simples.

Tendo estudado Fotografia no Salt Institute for Documentary Field Studies, ela foi contratada como fotógrafa do The New York Times para trabalhar no escritório de Washington DC que cobria assuntos da Casa Branca e do Capitólio durante a administração Clinton.

Desde 1999 Amy Toensing é colaboradora regular da revista National Geographic, e já teve seus trabalhos apresentados também na Smithsonian Magazine, no The Boston Globe, no The Wall Street Journal, no Newsweek, na Time Magazine e na National Geographic Traveler.


Suas fotos, exibidas pelo mundo todo, abragem desde o quotidiano da cultura ocidental até, por exemplo, as selvas remotas de Papua Nova Guiné e o deserto australiano.

A foto acima, de Amy Toensing, é uma amostra do trabalho "Widows of India" (Viúvas da ìndia), e foi assim descrita pela autora:
"2005, 05 de dezembro - VRINDAVEN, ÍNDIA. A Viúva em seu quarto no Bari Amar ashram no bairro Gudari Gyan de Vrindaven, Índia. O ashram é operado pelo Guild of Service, uma organização com o objetivo de capacitar as viúvas da Índia e ajudá-las a conquistar uma posição melhor na sociedade indiana.
As viúvas na Índia são muitas vezes socialmente [e legalmente] discriminadas. Não só é inaceitável que elas se casem novamente, alienando-se da reprodução e sexualidade, como também são, muitas vezes, rejeitadas por suas famílias e culpadas por seus sogros pela morte de seus maridos. Muitas fogem de suas casas voluntariamente, temendo serem abusadas, se ficarem.
Pobreza, analfabetismo, miséria, e a falta de moradia, muitas vezes obrigam as viúvas a se submeterem a trabalhos exploratórios, tal como a prostituição. Milhares optam por viver em cidades santas, onde recebem alguns centavos para orarem 6 horas por dia.
A história que originou esta foto e outras mais, mostra algumas das viúvas que optaram por viver as suas vidas na cidade santa de Vrindaven."

Para ver esta e outras fotos deste tema, e apreciar outros trabalhos de Amy Toensing, siga o link:
http://www.amytoensing.com/




quarta-feira, 30 de maio de 2012

OVOS FABERGÉ NO GOOGLE

2012, 30 de maio. O Google desta data faz uma homenagem a Peter Carl Fabergé, que se vivo estivesse estaria completando seus 166 anos.

Na página inicial o buscador deu um jeito de fazer-se ler “google” através das jóias desenhadas e fabricadas pelo artista e joalheiro russo, nascido Karl Socatelli Gustavovitch Fabergé (Rússia, 30/05/1846 – Suíça, 24/09/1920).


Os ovos Fabergé, ficaram famosos por terem sido originalmente concebidos [pela Casa de Fabergé, entre 1885 e 1917] para os czares do império russo. Em tamanho miniatura, passaram também a compor presentes de cunho popular para servirem de adorno em correntes de pescoço.

Mas foram os ovos grandes, feitos de metais preciosos (ouro, prata, cobre e platina) ou pedras duras, decorados com combinações de esmalte, pedras e gemas que ganharam notoriedade e viraram obras-primas da arte joalheira. Desses, sobraram alguns que hoje são disputados por colecionadores espalhados pelo mundo todo.


Para se ter uma ideia do que valem, um deles é o ovo que o czar Nicolau II deu à sua esposa, a imperatriz Alexandra, em 1897. Esculpido em ouro, diamantes e esmeraldas em 15 meses de trabalho, ele está avaliado em US$ 24 milhões.


Este aí, abaixo, é o Ovo de Páscoa Imperial Czarevich (filho do czar), de 1912. Ele se encontra atualmente no Virginia Museum of Fine Arts - Richmond / Virginia / USA.


Para saber mais sobre os tais Ovos Fabergé, siga o link
http://www.girafamania.com.br/europeu/materia_russia-faberge.html.

sábado, 21 de abril de 2012

JUAREZ, O LEÃO DO OLÍMPICO

Quando comecei a me dar conta da importância que teria o futebol e o Grêmio Foot-Ball Porto-Alegrense na minha vida, Juarez Teixeira já não defendia as cores do imortal tricolor, mas sem que eu soubesse ele estava ali, bem pertinho de casa, jogando no Grêmio Esportivo Bagé.
De tanto ouvir os relatos do meu pai e da minha mãe sobre a técnica e a força de Juarez, o leão do Olímpico, passei a imaginar, nos meus sonhos de criança, que com ele em campo o Grêmio jamais perdeu uma partida. 

Juarez, o Leão do Olímpico
Por Mariana Mondini - mariana.mondini@diariogaucho.com.br

Reprodução [com alguns acréscimos e reajustes] da matéria da jornalista Mariana Mondini* para o Diário Gaúcho - Porto Alegre, RS.

Simpático senhor de fala mansa e olhos claros liderou o ataque gremista nas décadas de 1950 e 1960.


Os 83 anos de vida não tiraram de Juarez Teixeira a característica que lhe rendeu seu apelido. Juarez continua um tanque por fora. Também conhecido por Leão do Olímpico, o simpático senhor de fala mansa e olhos claros liderou o ataque gremista nas décadas de 1950 e 1960, época em que jogador de futebol era tratado por "senhor" e o amor à camiseta sobressaía. Destemido, goleador e raçudo, o Tanque era o perfil de tudo o que o Grêmio sempre cobrou para si.
– Minha característica era de luta, de vitória. Tinha uma vontade de leão - resume o ex-atacante.

Referência de jogador até os dias de hoje, Juarez também é um exemplo de conduta dentro da família. E credita ao futebol tudo o que aprendeu.
– Ele é um exemplo para nós de dignidade e honestidade, um homem de palavra, e muito querido com todos - destaca a neta Andréa Luciane Teixeira da Silva.

Tanque por fora, amável por dentro.

Foto Mateus Bruxel /Agência RBS
Aos 83 anos, Juarez costuma visitar o Olímpico Monumental, lugar onde durante sete anos deixou seu sangue e suor, conquistando o respeito e a admiração dos torcedores.


Diário Gaúcho - O senhor ganhou o apelido de "tanque". Por quê?
Juarez Teixeira - Pela minha maneira de jogar, minha força, minha luta. Mas gosto mais do "leão do Olímpico", porque tanque já houve outros. Leão era só eu. Tinha uma vontade de leão. Não tinha grande técnica, mas o suficiente para ser titular em qualquer clube do mundo. E era com esse espírito que jogava.

DG - Como começou a carreira? 
Juarez - Com cinco anos, minha família foi morar em Itajaí. Sempre jogava bola com a gurizada. Até que fui para o Exército, aos 18 anos. Lá, tinha um tenente do clube Palmeiras (de Blumenau), que hoje não existe mais. Ele fez uma peneira no Exército e me levou. Comecei no Palmeiras Esporte Clube de Blumenau. Não queria ir, mas ele mandou um recado: "Diz ao Juarez que no Exército não tem querer". Já cheguei titular. Isso foi em 1948. Em 1955, vim para o Grêmio. Fiquei até 1961, quando fui para a Argentina. Depois voltei por mais um ano. Já tinha praticamente pendurado a botina, como se diz, e veio o Bagé.

DG - Dava para ficar rico jogando bola? 
Juarez - (pausa) Dava. Hoje é muito mais fácil. Naquele tempo não se enriquecia. Trabalhando bem, a gente tinha uma vida bem estável. Era bom dinheiro. Não era o que é hoje, mas era muito bom. Na época, diziam que ganhávamos demais. Lembro-me, quando estava no Grêmio, no fim da carreira, Pelé renovou com o Santos, e com ele no time, os amistosos tinham um preço. Sem ele, outro.

DG - O senhor teve outra profissão?
Juarez - Depois, ingressei na Caixa Econômica Federal. Entrei na faculdade e fiz Ciências Contábeis. Foi só.

DG - Dava para sobreviver com o dinheiro do futebol?
Juarez - Não. Eu precisava trabalhar.

DG - Os jogadores eram mais habilidosos? 
Juarez - Joguei contra Garrincha, Pelé, Quarentinha. Jogamos na Europa. O que difere é a velocidade. Hoje, o futebol é muito mais físico, veloz. Em compensação, perdeu um pouco da habilidade. O Grêmio é que inovou, até no Brasil, com Oswaldo Rolla, o Foguinho. O Grêmio não tinha craques, mas os jogadores tinham função definida, e se cumpria, sem tirar a criatividade de cada um. Era o lema do Oswaldo Rolla.

DG - Como era a preparação física?
Juarez - Quase não havia. No Grêmio, tinha, porque Foguinho fora com o Cruzeiro à Europa, e era observador, ia ver os treinos dos clubes. Estudioso, comprou livros de Educação Física, e aplicava à moda dele. Nos botava naquela escada das sociais. Subíamos dez, 12 vezes! Era excelente aquilo. A gente notava a diferença. Corria e lutava mais que o adversário. Jogava 90 minutos e não havia lesões. Jogávamos um futebol competitivo, ataque e defesa em bloco.

DG - Havia muito jogador que fumava ou bebia?
Juarez - Uns fumavam e bebiam. A gente saía do clube, às vezes, não com frequência, e ia a barzinhos na Rua da Praia e na Riachuelo, tomava um chope ou dois, na terça-feira. Sexta, concentrava. E não fazia mal. Hoje é diferente, e amanhã será diferente de hoje.

DG - Havia trabalhos específicos para defensores, meio-campistas e atacantes? 
Juarez - Não. A filosofia era: todos têm saúde, são atletas, então, fazem o mesmo exercício. Hoje está tudo mudado. Tudo conversa mole. Futebol é 90 minutos, preparo físico, alimentação e treino. Sem mistério. Vejo cada bobagem por aí! Fazem tanto, dizem tanto, e o futebol é tão simples! Joguei e sei. O que me atrapalhava era a marcação.


DG - E o Barcelona? 
Juarez - É a melhor equipe do mundo. Reconheço que é a melhor, mas não sei se o Grêmio daquela época, meu Grêmio, não jogaria de igual para igual. Tenho certeza. Não pelos jogadores, mas pelo entrosamento, pelo esquema que tínhamos. Se eu saía, o outro sabia o que fazer. Dois não marcavam um. Só quem jogou sabe. Foguinho dizia: "Se o adversário for melhor, só nos resta uma coisa (levanta-se e faz o gesto): dar parabéns, porque fizemos tudo, e ele foi melhor" .


DG - Jogava-se por amor à camisa?
Juarez - Sim. Pensava-se no dinheiro no fim do mês ou quando fazia o contrato. Quando vestia a camisa, ou nos treinos, não se pensava em dez centavos. Um não corria mais que outro por ganhar mais. Cada um brigava para fazer o melhor. Dentro do campo, o nome está em jogo.

DG - Algum jogador se assemelha ao senhor?
Juarez - Não, porque os treinadores agem diferente. É repugnante... Uso este termo. Hoje, são 30, 40 bolas, cones, cinco auxiliares. Pode ter isso, mas tem de ter um ou dois dias de treinamento conjunto. Foguinho dizia, quando pediam para retardar o treino (por causa do calor): "O jogo é às 15h? Vamos treinar às 15h" (risos).

DG - O senhor foi campeão Pan-Americano pela Seleção Brasileira em 1956. Qual a emoção de defender o país?
Juarez - Muito significativa, porque a gente deixa milhões de brasileiros alegres. A gente vem com a alma lavada.

DG - Algum conselho a jovens que começam?
Juarez - Seja obediente. Evite álcool e drogas. Ah, e tenha amor à camiseta seja onde for.

DG - Qual o principal ensinamento do futebol? 
Juarez - (pausa) O futebol me ensinou tudo. Cumprir obrigações, ganhar dinheiro, ter paciência, ser educado. Não deixei inimigo. Na pista as divergências terminavam.

DG - No Grêmio, o senhor viveu a carreira no Olímpico. Como é ver o clube ir para a casa nova?
Juarez - Sinto, mas tudo evolui. Quando cheguei aqui, lamentavam ter saído da Baixada. Hoje é o Olímpico. Joguei ali, talvez veja a demolição, mas tudo faz parte da evolução do futebol.

DG - O que é imprescindível para jogar?
Juarez - Não precisa ser craque. O treinador vai dizer o que quer. Agora, atacante, não! Foguinho dizia: "Armar a defesa não é difícil, ataque é que é". Fico vendo na tevê e pensando como jogaria... O jogo da vida? "Pela importância, o primeiro Gre-Nal. Cheguei aqui com outros quatro "catarinas". Não era comum vir catarinense para cá. Eu caminhava, pegava o bonde para treinar e ouvia conversa de futebol. Só que não nos conheciam, e diziam: "Agora o Grêmio trouxe esses catarinas, não jogam nada, só comem banana". E eu ouvindo. Isso me fez pensar na responsabilidade. O Grêmio estava numa fase como a de hoje. Um cara me perguntou, no Olímpico: "O que achas do Gre-Nal, hoje? A gente sempre vem bem e, quando chega o Gre-Nal, estraga tudo." Gravei aquilo. Eu não sabia nem a cor da camisa do Internacional. Sabia que era um clube importante, tinha a hegemonia aqui. Pensei: "É importante demais, não podemos perder". Entramos em campo primeiro. Depois, o Inter. Naquele momento, me deu um sentimento de vitória. Começou o jogo, eles saíram ganhando, e empatamos no primeiro tempo. Recebi a bola pela meia esquerda, final de jogo, e tinha de decidir. Entrava no bico da área, e pensei: "Tenho de buscar o gol, vou tocar no meio dos dois (Odorico e Florindo), que estão indecisos". Toquei no meio, ela passou, e entrei ali. Chutei. La Paz era o goleiro. Foi rasteiro, passou por ele, em direção ao poste esquerdo. Nisso, veio o uruguaio Zunino e entrou com bola e tudo."

Opinião
Lauro Quadros, comentarista do programa Sala de Redação, da Rádio Gaúcha:
"O Grêmio da década de 1950, do Foguinho, virou em relação ao Inter. Era um time com a característica de futebol competitivo, a cara do Foguinho. E Juarez, como ninguém, retratava essa virilidade. Camelinho, um torcedor da época, dizia que, com Juarez na área, dava "polvadeira" (levantava poeira). O Tanque compunha uma dupla de ataque inesquecível com Gessy. Gessy era técnico, habilidoso. Juarez era o tanque."

Vida e obra
Nasceu em Blumenau, SC, em 20 de setembro de 1928, mas foi registrado em Itajaí. Atuou no Grêmio entre 1955 e 1962. Num Gre-Nal, em 1960, o Grêmio foi para o intervalo vencendo por 2 a 1. No vestiário, o diretor Fernando Kroeff prometeu: a gratificação dobraria a cada gol marcado no segundo tempo. Juarez fez dois, e o Grêmio enfiou 5 a 1 no Internacional. Não há precisão sobre o número de gols marcados com a camisa tricolor. Entrou para o conselho deliberativo do Grêmio em 1983. Depois de pendurar as chuteiras, ainda cursou Ciências Contábeis. É aposentado pela Caixa Econômica Federal. É viúvo de Paulina Cardozo Teixeira, com quem foi casado durante 60 anos - começaram a namorar aos 18 anos. Da união, nasceram Selma e Mabel. Tem seis netos e dois bisnetos. Um dos netos, Miguel, 15 anos, seguiu os passos do avô e é atacante no Juvenil do Grêmio.

Ficha
Nome: Juarez Teixeira
Apelidos: Leão do Olímpico e Tanque
Nascimento: 20/09/1928
Local: Blumenau/SC
Período no Grêmio: 1955 a 1962
Posição: Centroavante
Estréia: 31/03/1955 – Grêmio 7 x 0 Seleção de Paysandu (URU)
Despedida: 16/12/1962 – Grêmio 2 x 0 Internacional

Clubes
Palmeiras Esporte Clube (Blumenau – SC)
Jabaquara Atlético Clube (Santos – SP)
Clube Atlético Ferroviário (Curitiba – PR)
Joinville Esporte Clube (Joinville – SC)
Grêmio Esportivo Flamengo (Caxias do Sul – RS)
Grêmio Foot-Ball Porto-Alegrense (Porto Alegre – RS)
Club Atlético Newell's Old Boys (Rosário – Santa Fé - Argentina)
Grêmio Esportivo Bagé (Bagé – RS)

Títulos
Pentacampeão da Cidade de Porto Alegre
Pentacampeão Gaúcho
Campeão do Troféu Internacional de Atenas
Campeão do Troféu Internacional de Salônica
Supercampeão Gaúcho e Campeão Sul-Brasileiro, invicto
Campeão Pan-Americano pelo Brasil
___________________________________________________________________
*Mariana Mondini é jornalista, repórter e setorista do Grêmio no jornal Diário Gaúcho.

Fontes Juarez Teixeira; site oficial do Grêmio; jornal DIÁRIO GAÚCHO.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

GABIRU NO GUARANY

A contratação do Adriano Gabiru, pelo Guarany de Bagé, gerou euforia e até polêmica entre os torcedores do próprio Guarany FC e ciumeira por parte dos torcedores do GE Bagé.
Autor do gol que deu o título de campeão mundial/2006 ao SC Internacional (Porto Alegre/RS), Gabiru vai estar com 35 anos quando começar a 3ª divisão do Campeonato Gaúcho que o Guarany vai disputar, e vem com a sua fama de campeão do mundo para reavivar o brilho da Estrela D'Alva - bairro que abriga o estádio Antônio Magalhães Rossel, do alvi-rubro bajeense.

O desfile em carro aberto pelas principais avenidas da cidade de Bagé/RS movimentou a tarde do dia 19 de abril, em coincidência proposital favorável à comemoração dos 105 anos do clube.























O registro fotográfico é de Renata Hoffmann; os comentários apimentados, abaixo, são do Facebook.


segunda-feira, 9 de abril de 2012

DIÁCONO

Diácono. Ministro religioso que está no último dos sete anos de estudos que levam à carreira clerical. Há os diáconos em grau permanente que podem ser homens solteiros, casados ou viúvos. Entretanto a admissão de um homem casado ao diaconato necessita de um consentimento por escrito da esposa sendo necessário que a família leve uma vida condizente com os valores cristãos e que o matrimônio tenha ocorrido há no mínimo a 5 anos. A ordenação no diaconato paralisa o estado dos solteiros e viúvos, de modo que esses após o sacramento não podem mais se casar, devendo permanecer celibatários. O diácono pode realizar, sob orientação de um sacerdote, algumas celebrações religiosas, batismos e abençoar casamentos, além de fazer homilias e pregações.

2012, 07 de março. Quando estivemos na Basílica Santuário Senhor Bom Jesus do Bonfim (Salvador, BA) fomos recepcionados pelo Sr. Manoel Pedro Matias da Silva, Diácono Permanente do santuário, o qual, gentilmente, permitiu ser fotografado - não sem antes perguntar "para que finalidade?".

sábado, 14 de maio de 2011

JARDIM DE INFÂNCIA MENINO JESUS - O ALUNO MAIS ARTEIRO

Dormir era uma opção para quem olhava pela janela na tarde de um sábado (14/05/11) aziago, no bom sentido. E assim principiei o meu sono e, logo em seguida, o meu sonho:

Em entrevista para uma rádio da cidade, a professora Marianinha, diretora do Jardim de Infância Menino Jesus, primeira escola de ensino pré-primário da região sul do RS, revelou: "O aluno mais arteiro que nós tivemos aqui na escolinha, desde a sua fundação, foi o Sérgio Moacir!"

Pois ela lembrou de mim [e da minha capetice] depois de todo este tempo, e lá se vão 46 anos. Também pudera! Acompanhem a narrativa desta peripécia do Sérgio Moacir:

"Enquanto as meninas estavam lá dentro, brincando de pentear e arrumar suas bonecas, os meninos brincavam no pátio, com seus carrinhos e caminhõezinhos pelas 'estradas' de areia que eles mesmos construíam. Mas um dos meninos não estava 'construindo' estradas, nem 'andando' de carrinho ou caminhão. Ele estava sentado em uma daquelas cadeirinhas de criança, mas bem no meio da 'estrada'. Para atravessar de um lado para outro, os 'motoristas' tinham que pagar. O pagamento era feito com mini-notas de imitação de cruzeiro (moeda da época) que nós tínhamos lá na escolinha. Essa deve ter sido a primeira estrada pedagiada da história do Brasil."

Em 08 de maio de 2011, o Jardim de Infância Menino Jesus completou 56 anos, sob a ininterrupta direção da professora Marianinha Nogueira Lopes. E é através deste sonho - que como sonho foi real - que homenageamos essa escola por onde passaram dezenas de gerações de bem formados cidadãos bajeenses.

sábado, 7 de maio de 2011

PAULO SANT'ANA E O GRÊMIO, CAMPEÃO BRASILEIRO DE 1981

Sant'Ana por Rosane de Oliveira:
"Ele é o grande intérprete da voz das ruas, o homem que chora quando se emociona, fareja polêmicas, instiga, provoca e toca na alma dos leitores."

Sant'Ana por David Coimbra:
"Algumas pessoas são únicas. O Sant'Ana não é único: tem o Paulo e tem o Pablo. O Sant'Ana são dois."

Sant'Ana por Wianey Carlet:
"O texto rico e bem articulado regido por rara sensibilidade fazem do Sant'Ana um dos mais brilhantes cronistas do cotidiano deste país."

Meu amigo Valacir Marques Gonçalves escreveu uma crônica em homenagem ao Jornalista Paulo Sant'Ana que, como diz o meu irmão Maurício Fontana, é "o padrinho do nosso time". "A Crônica Que Não Pode Ser Adiada", do Valacir, foi publicada 'inda estes dias pelo próprio Sant'Ana em sua coluna diária de ZH.

Eu me lembro que estava em casa, com a minha família, de olhos grudados na TV Globo (narração de Luciano do Valle) e ouvidos ligados na Rádio Guaíba (narração do Armindo Antônio Ranzolin), quando o Grêmio foi campeão brasileiro pela primeira vez. Todo mundo sentado no sofá da sala de televisão. E eu não acreditava no que via: o Grêmio derrotando o grande São Paulo, em pleno Morumbi ... e o jogo não terminava nunca.
Até que o árbitro José Roberto Wright pediu a bola para o Casemiro - que se preparava para cobrar uma falta ou uma lateral (não lembro) - e ... Grêmio campeão. Meu amigo Dario Caneda Teixeira - que hoje mora em Canoas, RS - chegou lá em casa eufórico, e repetia: "Eu nem acredito! ... Eu nem acredito!"

Pois aqui, também em homenagem ao [para sempre] torcedor-símbolo do Grêmio, reportamo-nos há 30 anos pelo túnel do tempo do futebol, para reviver a emoção do Paulo [que também é Pablo] Sant'Ana.

YouTube/jcamara

sexta-feira, 6 de maio de 2011

GILCA NOCHI COLLARES

Quem nasceu em Bagé, RS, ou quem vive ou viveu por lá nos seus anos de expansão, caracterizados pelo slogan "Expansão 70", grafado em um decalque azul que todo mundo tinha colado em alguma janela da sua casa ou no vidro traseiro do carro, conhece, já a viu ou ouviu falar dela. Tudo isto por causa do seu enorme talento como regente musical.

Ela Iniciou sua vida profissional como professora de Letras, atuando em escolas da região de Bagé e em Porto Alegre.
Especializada em Música e Canto Orfeônico, em Porto Alegre, onde estudou regência com a maestrina Dinah Neri, Gilca iniciou sua trajetória musical em 1961, quando recebeu convite da professora Vanda Mourão, diretora da Escola Normal Presidente Vargas, para atuar em Educação Musical, tendo ajudado a formar o Coral das Normalistas. Paralelamente, lecionou no Grupo Escolar Silveira Martins, quando foi organizado o Coral dos Pequenos Cantores, em 1967.

Sua atuação no Coral dos Pequenos Cantores lhe proporcionou inúmeras apresentações nas mais diversas cidades do Estado, tendo participado do I Festival de Coros de Porto Alegre, em 1969.

Em 1970, por motivo da transferência do esposo, militar, atuou na cidade de Cachoeira do Sul, onde formou um Coral Infantil e um Coral de Professores.

Posteriormente, formou o Coral dos Soldados, que chegou a ser apresentado em cadeia nacional de televisão, e o extraordinário Coral das 1000 vozes, que atuava na Semana da Pátria.

Em 1974, assumiu a regência do Coral Auxiliadora, onde atua até hoje, participando de atividades religiosas, cívicas, clássicas e populares.

Por todo este desempenho, ela tem recebido inúmeras manifestações de aplauso, carinho e reconhecimento, entre as quais destacam-se:
  • Diploma de participação no "Festival Nacional e Internacional de Coros do Rio Grande do Sul", em Porto Alegre, no período 1969-1980;
  • Diploma de participação no I Festival Bajeense, promovido pela Rádio Difusora, em 1969;
  • "Destaque Artístico do Ano", conferido pelo Jornal do Povo/Cachoeira do Sul, em 1970;
  • Ato de Louvor do Poder Legislativo de Bagé, no lançamento da campanha Promocional de Bagé, em 1972;
  • Medalha do Imigrante, conferida pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul/Comissão Organizadora do "Biênio da Imigração e Colonização", em 1974;
  • Diploma de Personalidade do Ano, no Ano Internacional da Mulher - Decreto Legislativo, n. 257, conferido pela Câmara Municipal de Bagé, em 1975;
  • Título de "Personalidade em Destaque na Rainha da Fronteira", conferido pelo Jornal Bagé de Hoje, em 1975;
  • Diploma de participação no I Festival de Cantores e Compositores da Rainha da Fronteira, promovido pela Secretaria Municipal de Turismo de Bagé e Rádio Clube, em 1975;
  • Troféu Destaque "Caldas Júnior" e "FECORS", pela participação do Coral dos Pequenos Cantores do Grupo Escolar Silveira Martins no Festival Internacional de Coros, conferido pelo Jornal Correio do Povo e Organizações Caldas Júnior, em 1976;
  • Diploma de participação no "Encontro Nacional de Museus", realizado em Bagé, em 1977;
  • Diploma de participação no 3° Festival Internacional de Coros Infanto-Juvenil em Novo Hamburgo, em 1980;
  • Medalha do "Pacificador", conferida pelo Ministério do Exército, em 1981;
  • Personalidade "Destaque do Ano", conferida pelo Clube Comercial de Bagé, em 1981;
  • Membro do Conselho de Cultura do Município de Bagé nos períodos 1981-1984 e 1989-1992;
  • Medalha "Emílio Médici", conferida pela Prefeitura Municipal de Bagé, em 1983;
  • Troféu "O Bravo", com o título de Destaque Artístico do Ano, conferido pelo jornalista Gilmar de Quadros/Jornal Minuano, em 1984;
  • Diploma "Pistoleiro do Candal", em reconhecimento pelo trabalho desenvolvido no 25° Grupo de Artilharia de Campanha, conferido pelo 3° RA Cav, em 1988;
  • Troféu Mérito, conferido pelo jornalista Gilmar de Quadros/Correio do Sul, em 1989;
  • Inauguração da Sala de Arte Infantil "Professora Gilca Nochi Collares", na Escola de Recreação "Pezinho" Ibagé, em 1992;
  • Troféu Jornal Panorama, com o título de Destaque em Música, conferido pelo Teatro 7 de Abril, Pelotas-RX, em 1995;
  • Troféu Mérito Municipal, conferido pela Prefeitura Municipal de Bagé, em 1998;
  • Troféu "100 Anos de ACIBA", conferido pela Associação Comercial e Industrial de Bagé, em 1998;
  • Homenagem de carinho e reconhecimento pelo Coral Pequenos Cantores do Grupo Escolar Silveira Martins, conferido pela Escola Estadual de 1° e 2° Graus Silveira Martins e seu regente Renato Borba, em 1998;
  • Troféu "Mulheres Artífices do Desenvolvimento", conferido pela Secretaria Municipal de Cultura/Biblioteca Pública Municipal de Bagé, em 1989;
  • Participação no livro "Relatos de uma História", edição em homenagem aos 70 anos da Escola Estadual de 1° e 2° Graus João Neves da Fontoura/Cachoeira do Sul, em 1999;
  • Gravação do seu nome no monumento "Cem Nomes em Cem Anos", em comemoração ao Final do Milênio, homenagem conferida pelo Governo Municipal de Bagé, em 1999;
  • Título de "Companheiro Paul Harris", conferido pela Fundação Rotária do Rotary Internacional, em 2000;
  • Troféu Cultura Gaúcha, da Assudoeste Secretaria do Estado da Cultura do RS;
  • Troféu Ana Terra - Conselho Regional do Desenvolvimento - CORED - 2005, Porto Alegre.

USANDO E ABUSANDO DA CALF RAISE MACHINE

2026, 12 de maio. Um dos objetivos aqui era exercitar o chamado segundo coração. Assim, contando com o auxílio da calf raise machine (máq...