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domingo, 11 de junho de 2017

¿OS DIAS ERAM ASSIM?

Março de 1968. Num daqueles dias uma aluna de Química Orgânica da Universidade de Brasília definiu os desentendimentos entre os estudantes e a polícia, em uma figura de linguagem análoga a princípios da físico-química. Disse ela: “Estudantes e polícia são como duas moléculas diferentes colocadas uma diante da outra. Elas se atraem, provocam o encontro de energias contrárias e geram o atrito. Se elas fossem iguais, o resultado seria a estabilidade.”

A charge de Duque Estrada, em “A Culpa da Violência”, na primeira edição da revista Veja, de 11 de setembro de 1968, nos faz refletir que pouco mudaram, de lá para cá, as atitudes dos que protestam contra os governos e dos que tentam coibir esses protestos.
Autor: Duque Estrada. Revista Veja, 11/09/1968, p. 23.

Sabe-se, desde sempre, que violência, de parte a parte, não resolve conflitos. Apenas os acalmam temporariamente, por conta do enfraquecimento momentâneo de um dos lados. Depois, eles – os conflitos - voltam com mais força.

Fonte: revista Veja, edição 1, 11/09/1968, p. 22/23.  
 

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

PARAIBANOS EM BAGÉ - CLÁUDIO FALCÃO

2012, 17 de janeiro. Em se tratando de falta de chuva, a coisa anda tão feia lá na Região da Campanha que motivou esta charge do Cláudio Falcão, inspirada na visita de um grupo de turistas de João Pessoa (PB) à cidade de Bagé, incluída no roteiro de atrações do passeio, previsto para continuar por cidades do Uruguay, Argentina e Paraguay.

Charge Cláudio Correa Falcão de Azevedo

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

RADICCI E A VIDA DE CASADO

Radicci (seu nome verdadeiro é Ambrósio Marcon, revelado numa tira do livro Mixórdia - O Menos Pior do Radicci) é um personagem-título de histórias em quadrinhos criado pelo cartunista brasileiro Carlos Henrique Iotti, em 1983. Ele é apresentado dentro do contexto dos imigrantes italianos que colonizaram a região da Serra Gaúcha - mais especificamente Caxias do Sul - no extremo sul do Brasil. Nessa região, radicci é uma salada verde de pequenas folhas lisas e amargas, temperada apenas com vinagre caseiro de vinho tinto e que acompanha pratos como galeto, massa e polenta. Essas comidas são muito apreciadas pelo Radicci.

O personagem principal é uma caricatura do colono italiano que chegou no sul do Brasil. Ele é engraçado, gordo, beberrão, ranzinza, machista, preguiçoso, guloso, amante de vinho e da farra e inimigo mortal do trabalho.

Fonte Wikipédia





Colaboração Angela Madail Borges

terça-feira, 15 de março de 2011

BAGÉ - POUCA ÁGUA DISPONÍVEL, MAS EXCESSO DE CONSUMO?

Em Bagé, RS, a água anda escassa, pois o fornecimento do precioso líquido, que normalmente seria durante as 24 horas do dia, está reduzido a 11 horas. Assim mesmo as contas de água referentes aos meses de dezembro e janeiro apontaram excesso de consumo, o que, em parte, não tem a ver com o racionamento, pois quando a água retorna às torneiras, depois de um intervalo de 13 horas, tudo o que não foi feito em função da sua falta, é retomado.

Pois 128 reclamações foram registradas no DAEB (Departamento de Águas e Esgotos de Bagé), e várias delas com procedência. Muitos usuários verificaram que seus hidrômetros não paravam de rodar - alguns até com uma velocidade impressionante - mesmo quando abriam as torneiras das suas casas e delas não saía uma única gota de água. A explicação do DAEB para o desacerto nos registros é a circulação de ar, ao invés de água, na rede.
Então tá! A população está pagando - e muito caro - pelo excesso de ar, e não de água.
A solução caseira é proceder como fez o bagual aí da charge do Cláudio Falcão.
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domingo, 27 de fevereiro de 2011

A BARRAGEM DE BAGÉ

Dizem que vai ter até praia, com areia fina e tudo, na barragem a ser construída em Bagé, RS. Se for assim, pode ser um bom remédio para amenizar os efeitos das temperaturas saarianas de Verão. Quando a obra estiver pronta, acabarão os problemas de falta d'água, enfrentados pela população do município desde há muito tempo.
A primeira seca braba que eu me lembro ocorreu no período 1988/1989.

No Portal Bagé, o jornalista Jossicar Saraiva explica: "A Barragem da Arvorezinha que será construída na Bacia do Arroio Piraí, terá capacidade de armazenamento de 18 milhões de metros cúbicos de água. O reservatório terá uma área alagada de 320 hectares, que somada a Área de Preservação Permanente, vai ocupar mais de 500 hectares. Sua capacidade, segundo o diretor do Daeb, será superior a quatro vezes a dos três atuais reservatórios, juntos, que é de 4 milhões de metros cúbicos."

E a charge do Cláudio Corrêa Falcão de Azevedo dá a entender que falta muito pouco para o início das obras.
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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

OS FINS JUSTIFICAM OS MEIOS?







Nesta charge de espetacular efeito educativo, Joaquin Salvador Lavado, o Quino, nos induz a refletir: Os fins justificam os meios?
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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

NO FUNDO DO POÇO

O Censo/2010 ainda não chegou aqui onde eu estou, mas ao que tudo indica, já passou por alguns bairros de Porto Alegre [RS].
O flagrante, com imagem obtida através do Camero, um tipo de radar portátil utilizado para enxergar através de paredes, mostra um antigo e conhecido morador do Largo Patrono Fernando Kroeff nº 1- Bairro Azenha. Atualmente ele está residindo em sua casa de inverno, no endereço abaixo, e não deu mostras de que pretende sair de lá tão cedo.
Colaboração: Denise B.F. Bechuetti

domingo, 11 de julho de 2010

O GURI DE BAGÉ

Esta aqui [publicada na sexta-feira, 09/07/2010] é do Cláudio Corrêa Falcão de Azevedo, chargista desde quando era guri pequeno, em Bagé, RS. Suas impressões bem humoradas do quotidiano bageense estão diariamente no jornal Minuano.
Guri de Uruguaiana
Charge

terça-feira, 23 de março de 2010

TERREMOTO

Em tempos de terremotos [no Haiti, no Chile, et ailleurs], o nosso foi muito bem representado pelo Cícero, jornalista e ilustrador do Jornal de Brasília.
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terça-feira, 16 de março de 2010

TEMPOS MODERNOS NO ÁRTICO

O cartunista André Macedo descobriu, 'inda estes dias, que até os ursos polares já se deram conta da "preocupação" do bicho homem com os efeitos das mudanças climáticas em curto, médio e longo prazos.
Jornal Diário Popular, 19 de dezembro de 2009- Pelotas, RS.
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

O ESPELHO DE ARQUIMEDES

O rei Hierão II (306 AC/215 AC) de Siracusa, que hoje é uma província da Sicília (sul da Itália), tinha uma preocupação constante quanto à proteção da sua cidade contra as ameaças de invasão por parte dos romanos. Resolveu então contratar [o inventor, físico, matemático, filósofo e engenheiro] Arquimedes para projetar e construir dispositivos de guerra para contra-atacar os belicosos romanos.

Grandes espelhos côncavos faziam parte das armas concebidas por Arquimedes. O objetivo dos mesmos era fazer convergir os raios solares sobre determinados pontos [no caso sobre os navios da esquadra romana], concentrando a luz solar nesses pontos e causando uma grande elevação de temperatura de consequências pirotécnicas nada agradáveis aos navios inimigos.
Assim teria Arquimedes incendiado parte da esquadra romana que ousou atacar Siracusa. Mas há controvérsias.

Em 1973, um engenheiro grego resolveu reproduzir a façanha de Arquimedes. O objetivo era confirmar a possibilidade de ter mesmo ocorrido o episódio do incêndio dos navios. Colocou 70 espelhos planos [de 1,5 m x 1,0 m], dispostos em semi-círculo, de modo a fazerem convergir os raios solares sobre um barco de madeira situado a 50 metros da costa. Em um dia ensolarado, o engenheiro conseguiu, em poucos minutos, incendiar o barco.
Nota: Os espelhos planos dispostos em semi-círculo atuavam como um espelho convergente.

Fonte: Curso de Física, volume 2- Antônio Máximo & Beatriz Alvarenga
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O E.T. DE PELOTAS

O jornal Diário Popular [de Pelotas, RS] publicou em sua edição de quinta-feira, 21/02/2008, a matéria da jornalista Jussara Lautenschläger, transcrita abaixo:

"Marcas misteriosas surpreendem o Areal.

Duas clareiras em formato circular foram identificadas em um banhado de junco na rua Alberto Pimentel; o fenômeno, ocorrido na madrugada de segunda-feira, será avaliado pela Equipe UFO.

Marcas em um banhado repleto de junco, em uma área residencial do bairro Areal, despertam a curiosidade dos moradores da rua Alberto Pimentel. O fenômeno ocorreu na madrugada de segunda-feira. Ninguém escutou barulhos diferentes, além do costumeiro latido do cão do morador Adão Pedra, de 61 anos. A suspeita é de que as marcas levemente arredondadas foram feitas por Objetos Voadores Não-Identificados (OVNIS).

Pedro tem como hábito averiguar o local, próximo de sua casa, uma ou duas vezes por semana por medida de segurança. Foi quando, na segunda-feira pela manhã, foi surpreendido pelo fato inusitado. As marcas deixadas na área são iguais às encontradas na cidade de Araraquara, São Paulo, no dia 18 de fevereiro.

O local - de difícil acesso - não tem marcas de pneus e nem mesmo ventos fortes foram registrados. Se isto tivesse acontecido, acredita o morador, todos os juncos estariam deitados e não apenas dois círculos.

No final da tarde de ontem a conselheira editorial da Revista UFO se deslocou até a rua Alberto Pimentel para ver a área atingida. O objetivo é fazer o levantamento de dados. Novos trabalhos de pesquisa serão desenvolvidos em busca da confirmação se foram ou não OVNIS os causadores dos estranhos círculos nos juncos.

Casos semelhantes

A empresária e integrante do Grupo de Pesquisa Científica Ufológica (GPC), Mara Regina Rodrigues Lopes, diz que também fará um levantamento no local. Ela acredita ser o mesmo fenômeno que ocorreu em março de 1997, em uma propriedade rural ao lado da empresa Frangomil, nas proximidades do Aeroporto Regional Sepé Tiaraju, localizado a 11 quilômetros de Santo Ângelo.

Mara lembra que a trabalhadora rural Claudete Purazzi estava sentada na varanda de sua casa, por volta das 21h, e escutou um barulho estranho. Ao se aproximar do galpão viu luzes vermelhas e um som semelhante ao ronco de um motor. No outro dia identificou o mesmo barulho.

O resultado: parte da plantação de milho estava queimada.

O mesmo foi constatado pelo gerente da empresa Frangomil, Arno Dresch. O pasto nos fundos do prédio apresentou marcas como se um objeto pesado tivesse sido colocado para deitar o mato. Não foi registrado nenhum fenômeno meteorológico na data.

'Passados vários anos, o mesmo volta a ocorrer, como em Araraquara, no dia 18 de fevereiro, em que, sem causa aparente, surgiram círculos em canaviais', observa Mara.

Fato semelhante também foi registrado em janeiro deste ano na cidade de Riolândia, divisa de São Paulo com Minas Gerais. Marcas arredondadas surgiram em áreas de canaviais. Moradores das proximidades contaram que estranhas luzes apareceram no céu entre 3h e 5h da madrugada."


No Jornal do Almoço, noticiário apresentado pela RBS TV diariamente, noticiou-se que uma menina de Pelotas filmou alguns segundos do eclipse que ocorreu na quarta-feira, 20/02/2008. O filme revelou, em seguida, que no espaço havia movimentos [e objetos] luminosos estranhos, alheios ao fenômeno lunar.


As duas misteriosas ocorrências, separadas por escasso intervalo de tempo, nos levam a imaginar que os ETs anda[va]m mesmo por aí, e bem próximos da cidade de Pelotas, RS.

¿Seriam eles uma cópia fiel do ET que apareceu [em 1996] em Varginha, MG?

Um paparazzo de outra cidade gaúcha, de passagem por Pelotas, declarou ter visto [em 19/02/2008] uma criatura que classificou como muito estranha. Tentou, mas não conseguiu fotografar o ser vivo, devido à fraca luminosidade do local em que se encontrava [também lá pelos lados do Areal]. Então fez o que se chama de "retrato falado" da criatura, jurando [de pés juntos] que o bicho era exatamente assim como se vê na imagem abaixo.

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sábado, 9 de janeiro de 2010

BORIS CASOY [EM OFF]

Esta aí é do Carlos Latuff (Rio de Janeiro, 30/11/1968), um artista gráfico conhecido por suas charges de denúncia contra injustiças sociais e abusos de poder.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

INTERNETÊS GAUDÉRIO

Esta aí é do Cláudio Corrêa Falcão de Azevedo, um chargista da mais alta categoria, que exercita esta habilidade há mais de trinta anos. Ele está diariamente no "Minuano on line", de Bagé, RS.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A CHARGE

A palavra charge vem do francês e significa carga. No jornalismo se refere a uma carga contra um adversário. A charge ou caricatura- se preferirmos usar o termo em português- é uma crítica bem humorada, onde o autor critica ou ataca pessoas, instituições e situações da vida social e política. Para conseguir o efeito desejado, ou seja, fazer rir, o chargista faz questão de representar seus personagens com feições e características físicas exageradas, tendendo ao ridículo.
A charge foi definitivamente incorporada ao jornalismo por volta de 1830, quando o francês Charles Philipon (Lyon, 19/04/1800- Paris, 25/01/1861) fundou o jornal humorístico La Caricature.
Aqui no Brasil a primeira charge que se tem notícia apareceu no Jornal do Comércio, do Rio de Janeiro. Seu criador foi Manuel de Araújo Porto-Alegre (Rio Pardo, RS, 29/11/1806- Lisboa, 30/11/1879). Depois, em 1844, esse mesmo autor lançou a revista Lanterna Mágica que publicou charges em todas as suas edições [que foram onze, ao todo].
A partir de 1900, através dos trabalhos de J. Carlos, K. Lixto e Raul Pederneiras, intensificou-se a divulgação da charge no Brasil. Ainda na primeira metade do século XX surgiram vários artistas do gênero e dentre eles destacaram-se: Alvarus, Belmonte, Guevara, Mendez, Nássara, Seth e Voltolino. As charges de Belmonte (pseudônimo de Benedito Bastos Barreto) sobre Hitler, Mussolini e outras personalidades da II Guerra Mundial alcançaram fama internacional.
Uma nova geração de chargistas veio em seguida: Appe, Carlos Estevão, Hilde Weber, Lan, Millôr Fernandes e Péricles; depois: Borjalo, Claudius, Fortuna, Jaguar, Otávio e Ziraldo; e uns anos mais tarde: Henfil, juarez Machado e Vagn.
Abaixo, o Amigo da Onça, [para mim] o personagem brasileiro mais famoso de todos os tempos. Ele foi criado por Péricles.
Ilustração: revista O Cruzeiro- 15/10/1960.


segunda-feira, 8 de junho de 2009

GAUCHÃO, 1980- CHARGE

A única chance que nós tínhamos de ganhar alguma coisa, lá por 1980, era o Gauchão, pois eu nem imaginava que um ano depois veria o Grêmio ser campeão brasileiro pela primeira vez. Antes disso, quem já estava acostumado a ganhar títulos nacionais era o Internacional, porque a máquina tricolor, apesar de fazer ótimas campanhas nas fases classificatórias, entregava os pontos faltando muito pouco para chegar à etapa final. Assim, restava-me criar charges análogas às publicadas na seção de esportes da Folha da Tarde, na década de 1960, que mostravam numa fila, em ordem descrescente, os representantes de cada clube, querendo dar ênfase à classificação do campeonato gaúcho. Por exemplo: o Grêmio era um mosqueteiro; o Internacional era o Saci; o Guarany de Bagé era um cacique; o Pelotas era um lobo ou um almofadinha vestido de fraque e cartola; o Aimoré também era um cacique; o Brasil era um índio Xavante; o Farroupilha era um fantasma; o Bagé era uma abelha graúda; o Gaúcho era um gaúcho mesmo; e assim por diante. O Juventude, o Flamengo (atual SER Caxias) e o Floriano (atual EC Novo Hamburgo) eu não lembro como eram. Só sei que o último lugar vinha com a lanterna na mão.
Abaixo, uma tímida amostragem de uma das minhas antigas manifestações como torcedor do Grêmio. Eufórico pela conquista do título gaúcho em 1980, depois de acompanhar a vitória gremista no hexagonal final, não resisti, rabisquei isto aí numa folha de caderno e mandei [pelo correio] para o meu pai.

Da esquerda para a direita: o Juventude, o Internacional de Santa Maria, o São Borja, o Novo Hamburgo, o Grêmio (mais alto no podium) e o Internacional de Porto Alegre.
Observações: o desenho original foi feito a lápis e não era colorido como aí aparece; me esqueci e desenhei os Sacis, tanto o do Internacional de Porto Alegre, quanto o do Internacional de Santa Maria (o primo pobre), com as duas pernas, sem a touca vermelha e sem o cachimbo, mas já os vi [em outras vesões] também sem touca e sem cachimbo.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

PEGADOR DE BOLA

Perto de uma dezena de rapazes e/ou moças trabalham como pegadores de bola em uma partida de futebol. Quando a bola sai fora dos limites do campo de jogo, eles ou elas já estão a postos, com outra bola na mão, para entregar ao atleta que vai reiniciar a movimentação da partida. Enquanto isto, um outro pegador de bola sai em disparada para recuperar a bola que anteriormente tinha sido jogada para fora.
O termo "pegador de bola" nem é usado no Brasil. Mais fácil é chamar esses meninos ou meninas de gandulas.
¿Mas de onde veio esta denominação?
A origem do nome "gandula", segundo o que foi passado de boca em boca, é de 1939, quando Bernardo Gandulla, um atleta argentino, foi jogar no Vasco da Gama. Ele se fardava mas nunca era escalado para as partidas porque - pelo que se sabe - era muito ruim. Então sempre corria para pegar a bola que saía pelas laterais ou pelos fundos das goleiras.


A torcida, acostumada com as corridas do Gandulla para buscar a bola, passou a clamar pelo seu nome nas vezes que a bola ia pela linha de fundo ou saía pela lateral: "Vai buscar, Gandulla!" - gritavam.
E assim o Gandulla foi se acostumando a buscar a bola e o termo "gandula", já sem uma das letras "L", se incorporou, definitivamente, à linguagem do futebol brasileiro.

USANDO E ABUSANDO DA CALF RAISE MACHINE

2026, 12 de maio. Um dos objetivos aqui era exercitar o chamado segundo coração. Assim, contando com o auxílio da calf raise machine (máq...