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quinta-feira, 13 de setembro de 2018
quinta-feira, 5 de julho de 2018
UM SUPER-HEROI SEM MÁSCARA NÃO IDENTIFICADO
2018, 19 de junho. Tudo seria festa na terça-feira, em Níjni Novgorod, uma das sedes da Copa do Mundo, onde um dia antes a Suécia derrotou a Coreia do Sul por um a zero. Na verdade, nem tudo. Uma repentina tempestade de verão, com cerca de meia hora de duração, inundou uma parte da cidade, pegando muita gente de surpresa.
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| F1: Reuters |
Em perigo iminente, essas condutoras foram providencialmente resgatadas de seus respectivos veículos, os quais, já quase submersos, estavam sendo arrastados pela forte corrente que se formou.
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| F2: Reuters |
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| F3: Reuters |
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| F4: Bigpicture |
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| F5: Reuters |
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| F6: Reuters |
O heroi do dia, embora sem máscara, permanece cercado de grande mistério. Até o momento sabe-se apenas que trabalha em um hotel localizado próximo ao local do incidente, mas a gerência do hotel não permite que o homem se comunique com jornalistas ou comente o fato.
terça-feira, 22 de maio de 2018
PRIMAVERA OU VERÃO?
2018, 10 de maio. Enquanto por aqui - no HS - aguardávamos, desconfiados, a chegada do frio, sobre o paralelo 59, a temperatura de 24 graus positivos, naquele dia de primavera no hemisfério norte, desencadeou atitudes e movimentos condizentes com o verão.
Em Oslo, Noruega, a piscina [natural] com água do mar do Fiorde de Oslo, localizada no bairro de Sørenga, reuniu uma multidão de pessoas em plena quinta-feira.
Ancorado, ao fundo, um ferryboat da DFDS (Det Forenede Dampskibs-Selskab), empresa com sede em Copenhagen, Dinamarca.
Enquanto isso, as previsões meteorológicas para todo o mês de maio indicavam que o clima de verão iria continuar.
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Imagem: Tor Stenersen
Fonte: Aftenposten
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Ancorado, ao fundo, um ferryboat da DFDS (Det Forenede Dampskibs-Selskab), empresa com sede em Copenhagen, Dinamarca.
Enquanto isso, as previsões meteorológicas para todo o mês de maio indicavam que o clima de verão iria continuar.
sexta-feira, 18 de março de 2016
MULHERES & DOCES IV
2016, 18 de março - bandas de Pelotas, RS. Alheia à presença do fotógrafo de O Século XX, esta jovem devora um bombom de morango, ao que nos parece, deixando o morango para o final.
Consciente do flagrante, permitiu a divulgação da imagem, desde que seu rosto e sua identidade não fossem revelados. Informou-nos seu motivo: "Minha nutricionista é linha dura e me xingaria se visse uma coisa destas."
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| Figura 1 |
Instantes após, abriu um sorriso, ligou o botão do "vá se danar!" e, em tom provocativo à tal nutricionista - cujo doutorado no Deutsches Institut für Ernährungsforschung Potsdam-Rehbrücke, na Alemanha, confirma, de verdade, sua fama de durona - permitiu-se fotografar, sem cortes, avançando com vontade sobre o super-calórico bombom.
Figura 2
O Século XX acredita que as imagens acima "caíram na NET" muito antes desta publicação, pois não mais do que cinco minutos depois de ser clicada, a jovem recebeu uma ligação telefônica. Era a sua nutricionista.
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quarta-feira, 16 de setembro de 2015
QUO VADIS?
" Agora que vou para aquele que me enviou, nenhum de vocês pergunta: 'Para onde vais?' "
João 5:16
João 5:16
2015, 16 de setembro. Menina síria, sentada sobre a linha do trem, na fronteira da Sérvia com a Hungria, tenta entender o momento e imaginar o que pode acontecer a seguir. Assim como ela e sua família, muitos outros migrantes, vindos da Síria, tentam ingressar na Alemanha através da costa da Grécia, fazendo a travessia por terra pela Sérvia, Hungria e Áustria, respectivamente.
Afflatus The Telegraph
Foto Christopher Furlong/Getty Images
quarta-feira, 22 de julho de 2015
CEMITÉRIO DE BUQUES
Porto de Montevideo, 2015. Assim esquecidos, barcos em desuso - cerca de uma dúzia - descansam nas posições em que foram abandonados há bastante tempo, quiçá, alguns há décadas.
Rombos não desprezíveis nos compartimentos abaixo da linha d'água vão causando, aos poucos, o desnivelamento das embarcações. Pelo menos dois buques, do conjunto observado, estão adernados em cerca de 45 graus. O tempo se encarregará de piorar o cenário.
Fotos: O Século XX
sexta-feira, 6 de março de 2015
ACOLHIDA AOS CALOUROS DA BIOLOGIA - UFPEL, I SEMESTRE/2015
2015, 06 de março - sexta-feira, 14:30 h. Alunos do terceiro semestre do curso de Biologia (figs. 1, 2 e 3) da UFPel aguardam, à sombra das árvores - sensação térmica: 28ºC - a liberação dos seus calouros que estão em aula em um prédio próximo dali.
| Fig. 1 |
O objetivo é dar as boas vindas aos novos colegas e, desde já, deixá-los à vontade junto aos..., digamos, veteranos do curso.
| Fig. 2 |
| Fig. 3 |
Aqui, já devidamente "decorados" com pintura no rosto em diversas cores, os novos alunos posam para os registros fotográficos de praxe (figs. 4, 5 e 6).
| Fig. 4 |
| Fig. 5 |
| Fig. 6 |
Com exclusividade para O Século XX, calouros (os pintados) e veteranos (os de jaleco) do curso acenam para a posteridade (fig. 7). Daqui a alguns ou muitos anos vão analisar a foto e, quiçaz, nem vão se reconhecer. Ao mesmo tempo vão tentar identificar a maioria dos colegas, pensando: "¿Por onde anda o(a)...?"
| Fig. 7 |
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
MULHERES & DOCES III
2015, 12 de fevereiro. Sem saber que estava sendo clicada, uma turista brasileira exibe um comportamento um tanto anormal diante da vitrine de uma confeitaria em Montevideo, Uruguay. Desesperou-se a mesma diante de tantos doces exibidos pelo estabelecimento. Depois, provavelmente, não resistiu à tentação e devorou alguns.
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| Fig. 1 |
Em seguida, alcançada e alertada pelo fotógrafo de O Século XX, autorizou a publicação do flagrante (figura 1), desde que mantivéssemos em segredo sua identidade e, aí sim, posou, feliz, para outro registro fotográfico diante da mesma loja (figura 2).
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| Fig. 2 |
sábado, 27 de setembro de 2014
PONTE AÉREA: RÚSSIA/FAVELA DE SANTA MARTA
Rio de Janeiro, agosto/setembro de 2014. Elas vieram de longe para uma experiência de seis semanas que nunca imaginaram vivenciar.
Fonte: Gazeta Russa
Masha Mironyuk, de Chelyabinsk/Rússia, estudante de Relações Internacionais, e Maria Semenchenok, de Moscou/Rússia, licenciada em Engenharia Aeronáutica, tiveram a oportunidade de chegar ao Rio de Janeiro através de um intercâmbio organizado pela AIESEC - uma organização sem fins lucrativos gerenciada por jovens, em parceria com outras organizações e instituições ao redor do mundo, cujos objetivos são o engajamento e desenvolvimento da juventude através de experiências de alto impacto - e a UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro).
Elas se hospedaram na Favela de Santa Marta, conhecida no mundo todo por ter sido o local escolhido por Michael Jackson como cenário para o seu clip "They Don't Care About Us", em 1996. Naquela época, morar em Santa Marta era sujeitar-se a viver sob o jugo da guerra entre facções do tráfico de drogas. Santa Marta foi a primeira favela a ser pacificada, em 2008, mas ainda enfrenta muitos problemas de infraestrutura como, por exemplo, a quase inexistência de saneamento básico.
"Eu não sabia o que era uma favela, apenas tinha ouvido falar, mas não podia imaginar tudo isso: as casinhas na montanha, as ruas estreitas e as centenas de escadarias. Na primeira semana que passei aqui, tive um verdadeiro choque cultural."
"(...) Vim para fazer um intercâmbio através de uma organização internacional de estudantes (...)."
"(...) Alguns dias antes de chegar, me fizeram uma proposta de viver em uma favela e eu aceitei. Foi assim que cheguei à Santa Marta."
"(...) Eu li que antes era perigoso e que agora está muito mais tranquilo. Quando me disseram que iríamos viver em uma favela, não me preocupei muito. Me pareceu uma oportunidade única para conhecer uma parte da cidade que nem todo mundo vê. O Rio de Janeiro não é feito apenas de bairros ricos em frente à praia."
Masha Mironyuk, 20 anos.
“Antes de chegar, eu pensava que uma favela era simplesmente um bairro pobre, mas na realidade é um pequeno universo cheio de pessoas e de casas, nas quais vivem não apenas os desfavorecidos. As pessoas são muito amáveis, falavam conosco e tentavam nos ajudar, apesar de não entendermos português."
“(...) Para mim foi uma grande experiência. A princípio, você só pensa na pobreza, mas depois de algum tempo se dá conta de que as pessoas são muito amáveis e que vivem em uma comunidade, como se fosse uma grande família. Foi muito bom sair da zona de conforto e conhecer outra realidade, porque o Rio é isso, uma cidade de grandes contrastes."
Maria Semenchenok, 24 anos, que junto com Masha Mironiuk, deu aulas de criação de empresas, startup - situação que caracteriza um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza - e novos modelos de negócios a estudantes brasileiros.
Uns dias depois do impacto inicial que durou uma semana, subir os 550 degraus que separam o local de onde se hospedaram até a rua, já não parecia tão difícil. Isso ocorre quando o teleférico, que sobe até o topo da favela, estraga. Quem fica para trás depois da meia-noite - horário de encerramento da linha - também só volta a pé.
"(...)Não viveu na favela quem ainda não subiu 550 degraus a pé e debaixo de chuva”, afirmou Masha Mironiuk, em tom de brincadeira.
A jovem, que já consegue entender [um pouco] o português falado no Brasil, retorna aos seus estudos, em Cheliabynsk, com uma bagagem cultural, pelo menos, diferenciada, e talvez um pouco triste por ter que ir embora. O Rio de Janeiro, por certo, ficará para sempre entranhado em suas boas lembranças.
sábado, 16 de agosto de 2014
UNINDO O ÚTIL AO [DES]AGRADÁVEL
Eastbourne, UK, 31 de julho de 2014. Quando percebeu que o cais estava em chamas, Louisa Foley, uma estudante residente na região, aproveitou a oportunidade para revelar-se como "celebridade".
Não a condeno. Sem possibilidade alguma de ajudar no combate ao incêndio, era a sua hora de unir o útil ao [des]agradável. Assim, Louisa ensaiou uma pose de revista e "congelou" para a fotografia, valorizando suas belas curvas em um minúsculo biquini com estampa de jiboia. Naquele momento ela dava a impressão que estava fazendo um comercial de bebida. Enquanto isso, ao fundo, o pier de Eastbourne ia se desintegrando.
Desconfio que a musa, a partir de agora, aguarda convites para posarnua para a Playboy britânica.
Fonte The Telegraph
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| Photo: Yoko8th / reddit |
Não a condeno. Sem possibilidade alguma de ajudar no combate ao incêndio, era a sua hora de unir o útil ao [des]agradável. Assim, Louisa ensaiou uma pose de revista e "congelou" para a fotografia, valorizando suas belas curvas em um minúsculo biquini com estampa de jiboia. Naquele momento ela dava a impressão que estava fazendo um comercial de bebida. Enquanto isso, ao fundo, o pier de Eastbourne ia se desintegrando.
Desconfio que a musa, a partir de agora, aguarda convites para posar
Fonte The Telegraph
segunda-feira, 21 de julho de 2014
BRANCURA RINSO
1953. No Brasil, até [pelo menos] essa data, botar as roupas de molho com uma pedra de anil - para deixar mais brancas as roupas brancas e dar um realce às cores das roupas coloridas -, alvejar [com água sanitária], esfregar, torcer, quarar - colocar as roupas brancas ensaboadas no sol para clareá-las ainda mais - e enxaguar, fazia parte da rotina das donas-de-casa, de acordo com as orientações passadas de mãe para filha desde... desde sempre.
Prometendo um branco ainda mais branco, a Sociedade Anônima Irmãos Lever, filial brasileira da Unilever - empresa criada em 02 de setembro de 1929, um mês e meio antes da maior queda da bolsa de valores de Nova York - lançou o Rinso, primeiro sabão em pó fabricado no Brasil, à base de gordura e óleos vegetais. A fábrica ficava na Vila Anastácio, zona oeste da cidade de São Paulo.
Prevendo dificuldades na divulgação e utilização do produto, a empresa contratou demonstradoras que iam de porta em porta perguntando às donas-de-casa: "Posso usar seu tanque?" Assim, mostravam como se utilizava o novo produto. Em seguida, as demonstrações passaram a ser públicas, em tanques montados em parques, cinemas ou teatros e caminhões. Fizeram isto em mais de 120 cidades brasileiras.
Amparada pelo sucesso da mais nova forma de lavar roupa [ainda sem máquina], a Irmãos Lever resolveu lançar, em 1957, um "concorrente" para o seu Rinso. Nascia o OMO - acrônimo inglês para Old Mother Owl, cuja tradução literal é "Velha Mãe Coruja", um sabão em pó sintético, à base de matérias-primas químicas, e de coloração azul-claro, talvez em referência [ou reverência] às antigas pedras de anil, associadas a roupas, digamos, super-brancas.
¿O Rinso era verde-claro ou branco? Não lembro.
Enquanto isso, lá nos 60's, imaginando que o OMO era um "rival" do Rinso, eu prestava atenção sobre qual das duas marcas de sabão-em-pó era a preferida da minha mãe. Em seguida me dei conta que o fator principal da escolha dela era o preço. Ela comprava o que estava mais barato. Ora um, ora outro.
A crescente escalada da marca OMO deu a seus fabricantes a segurança de, aos poucos, abandonar seu primogênito. Assim, imagino que lá pelo início dos 70's, após perder mercado para o seu irmão caçula, o Rinso parou de ser fabricado no Brasil, mas de lá para cá muita gente por aqui, quando quer se referir a qualquer sabão-em-pó diz "Rinso".
Post scriptum para os saudosistas:
Na Austrália, EE.UU., Indonésia e U.K. o Rinso ainda é fabricado.
sexta-feira, 4 de abril de 2014
OS BOLINHOS DO PAULO DA MARTA
UFPel, 04 de abril de 2014. Uma receita postada por uma amiga no Facebook
durante a semana, serviu como incentivo e inspiração para a movimentação que
resultou em um almoço comparável à performance dos melhores chefs de cuisine do mundo.
O trabalho foi até às 18:00 h, com pausa para descanso e almoço das 12 às 13:12 horas. Pois foi durante esse período que o chef Paulo da Marta preparou os
ingredientes, acrescidos de compostos de ervas finas e especiarias importadas da
Itália, obtendo como produto principal duas dezenas de bolinhos de batata
maiores do que uma granada de mão da II Guerra Mundial (vide fotos)
O efeito dos bolinhos foi retardar os reflexos dos degustadores,
em função de precisarem de um maior fluxo de sangue em seus estômagos para jiboiar
a iguaria.
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
CARRINHOS-DE-BEBÊ PARA LEVAR CARVÃO
Londres, fevereiro de 1947. A guerra na Europa tinha terminado há quase dois anos, e os bombardeios nazistas sobre Londres há quase seis. Mas o efeito das bombas sobre os edifícios ainda era aparente.
Enquanto isso, as famílias londrinas, especialmente as donas-de-casa, enfrentavam algumas dificuldades de abastecimento às suas residências. A escassez do carvão, usado para aquecimento das casas, entre outras finalidades, era uma forte evidência de que nem tudo estava assim tão tranqüilo nos anos imediatos do pós-guerra.
A imagem, acima, nos dá uma ideia do sacrifício experimentado pela população de Londres para obter algumas libras de carvão. Os carrinhos-de-bebê, do registro fotográfico obtido por Harry Todd, não eram para os bebês; eram para armazenar o carvão.
Foto Harry Todd/Fox Photos/Getty Images
Enquanto isso, as famílias londrinas, especialmente as donas-de-casa, enfrentavam algumas dificuldades de abastecimento às suas residências. A escassez do carvão, usado para aquecimento das casas, entre outras finalidades, era uma forte evidência de que nem tudo estava assim tão tranqüilo nos anos imediatos do pós-guerra.
A imagem, acima, nos dá uma ideia do sacrifício experimentado pela população de Londres para obter algumas libras de carvão. Os carrinhos-de-bebê, do registro fotográfico obtido por Harry Todd, não eram para os bebês; eram para armazenar o carvão.
Foto Harry Todd/Fox Photos/Getty Images
sábado, 28 de dezembro de 2013
LIBERDADE PROIBIDA
2011, 11 de março. Entra em vigor na França a lei que proíbe as mulheres muçulmanas de usarem a burca (véu que cobre todo o corpo) e o niqab (que deixa apenas os olhos descobertos) em locais públicos. O hiyab (que cobre só o cabelo) e o chador (que esconde todo o corpo e deixa o rosto exposto) não sofrem restrições.
A explicação oficial para a proibição é que os véus aumentam a discriminação e a opressão contra as mulheres e impedem a sua identificação. Mas a decisão é polêmica e causou protestos, principalmente, entre os seguidores do Islamismo (cerca de 8,6% da população francesa).
"O Século XX" acredita que o único objetivo da proibição é restringir possíveis facilidades para atividades terroristas, porque não tem sentido lógico - exceto se as mulheres que usam os tais véus, não os usam por vontade própria - impedir que as pessoas usem as vestes que melhor lhes aprouverem, uma vez que esses trajes não ofendem a moral e os bons costumes [do ocidente], apenas representam uma cultura religiosa em minoria no país da Liberté, Égalité et Fraternité.
cartoon Sergey Tunin
A explicação oficial para a proibição é que os véus aumentam a discriminação e a opressão contra as mulheres e impedem a sua identificação. Mas a decisão é polêmica e causou protestos, principalmente, entre os seguidores do Islamismo (cerca de 8,6% da população francesa).
"O Século XX" acredita que o único objetivo da proibição é restringir possíveis facilidades para atividades terroristas, porque não tem sentido lógico - exceto se as mulheres que usam os tais véus, não os usam por vontade própria - impedir que as pessoas usem as vestes que melhor lhes aprouverem, uma vez que esses trajes não ofendem a moral e os bons costumes [do ocidente], apenas representam uma cultura religiosa em minoria no país da Liberté, Égalité et Fraternité.
cartoon Sergey Tunin
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
O CHURRASCO DO NuCaL / UFPel
Dezembro de 2013, sexta-feira 13. O dia, pela coincidência de datas, seria de mau agouro, mas..., certamente, porque a lua ainda não estava toda Cheia - só a meio caminho de chegar a esse ponto - o período foi de festa, e festa das boas.
Organizada pelo Paulo da Marta, o Clauber Fernandes, o Carlos Moacir, o Antônio Gilberto (Rato), o Volnei, o Gilmar (tio Pato), o Mauro e [até...] por mim, o evento - dá para dizer que foi um evento - teve até sorteio de brindes e - graças a Deus! - contou com a presença das gurias da Marinonio - as azuizinhas - que abrilhantaram a festa com beleza, charme e simpatia. Valeu, gurias, vocês são maravilhosas!
Organizada pelo Paulo da Marta, o Clauber Fernandes, o Carlos Moacir, o Antônio Gilberto (Rato), o Volnei, o Gilmar (tio Pato), o Mauro e [até...] por mim, o evento - dá para dizer que foi um evento - teve até sorteio de brindes e - graças a Deus! - contou com a presença das gurias da Marinonio - as azuizinhas - que abrilhantaram a festa com beleza, charme e simpatia. Valeu, gurias, vocês são maravilhosas!
Aqui não aparecem todas as fotos, nem os filmes dos sorteios direcionados, primeiro para o público feminino, depois para a gurizada medonha.
Observação importante: Nos nossos sorteios não tivemos as chamadas "bolinhas geladas". No sorteio da Copa do Mundo parece que elas apareceram. Os italianos estão desconfiados, e nós também.
Quem, dos presentes na ocasião:
Observação importante: Nos nossos sorteios não tivemos as chamadas "bolinhas geladas". No sorteio da Copa do Mundo parece que elas apareceram. Os italianos estão desconfiados, e nós também.
Quem, dos presentes na ocasião:
- não apareceu nas fotos que estão aqui, e por causa disto ficou, de certa maneira, chateado, pode nos procurar e veremos se, em nossos arquivos, encontramos referências ou evidências [registradas em imagens] da sua passagem pelo local;
- apareceu nas fotos e não queria aparecer para não se comprometer com alguém ou alguma coisa, também pode nos procurar, mas pedimos que [por favor] não venha armado(a) e nem parta para a agressão física. Xingar ou esbravejar, pode.
Nota: As fotos foram postadas fora da ordem cronológica dos acontecimentos, de propósito, mas sem intenções sensacionalistas, até porque não houve nenhum flagrante escandaloso.
| Assadores a postos! |
| Seu Wilmar em desvio de função. Não construiu a churrasqueira, apenas assou a carne. |
| O DJ Alexandre (Cabeça) produziu a música da festa, e nem precisou usar toda a potência do seu equipamento. |
| Zezinho, Antônio Gilberto (de chapéu e sóbrio), Roni, Caramão, Marco Antônio e Betão Diaz (ex-Planservice). |
| Aqui, ainda em estado normal, nosso amigo Márcio (com a camisa azul do Lanterna Verde) vai chegando mais perto, enquanto o Julinei (de rosa-choque) parece que já se deu bem. |
| Lisane, Clauber, Carlos Moa, Gustavo, Luís e Isaías |
O DJ Alexandre começa a incrementar sua performance, a cerveja começa a fazer efeito e a turma começa a se desenvolver.
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