Fascinado por antiguidades, dentre elas veículos automotores, achei estas aí, de um Citroën 2CV, modelo 1975 - eu acho -, que registrei ao acaso, e por impulso, levando em conta que no Brasil não se vê um "espécime" desse tipo, no começo da tarde de 11/02/2015, quase na esquina das calles Mariquita Sánchez de Thompson e Olga Cossettini, em Puerto Madero, Buenos Aires.
quarta-feira, 25 de março de 2020
UM CITROËN 2CV
Fascinado por antiguidades, dentre elas veículos automotores, achei estas aí, de um Citroën 2CV, modelo 1975 - eu acho -, que registrei ao acaso, e por impulso, levando em conta que no Brasil não se vê um "espécime" desse tipo, no começo da tarde de 11/02/2015, quase na esquina das calles Mariquita Sánchez de Thompson e Olga Cossettini, em Puerto Madero, Buenos Aires.
domingo, 10 de março de 2013
MULHERES E CARROS
Eu não tenho dúvidas de que sem as tais belas mulheres o famoso evento não alcançaria nem a metade do sucesso que até hoje vem obtendo.
O exemplo, abaixo, prova a minha teoria.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
LADA

Foto http://englishrussia.com/tag/russian-tuning/
A meu juízo, o carro mais feio que já rodou no Brasil, o Lada parece ser uma cópia do Fiat 124, lançado na Itália na década de 1970. Ouvi dizer que os italianos, por não terem interesse em melhorar o design e a mecânica do carro, venderam o projeto para os soviéticos que o mantiveram assim mesmo e conseguiram, em função do baixo custo de produção, exportá-lo até para o Brasil na era do governo Collor, que dizia que os nossos carros eram carroças pela falta de concorrência.
Foi dessa forma que chegaram aqui, entre 1990 e 1995, o Lada Laika, o Lada Laika Station Wagon, o Lada Samara Hatchback de 3 ou 5 portas e o Lada Niva.
Para quem preferia ter um automóvel menos espartano e mais agradável à vista, os Lada deixavam muito a desejar e nem o seu preço acessível (o Lada Laika custava menos do equivalente a 7 mil dólares) foi capaz de catequizar os brasileiros.
Como sempre, os impostos
Em 1994, uma alteração na cobrança do imposto de importação de automóveis, editada pelo Ministério da Fazenda do governo Itamar Franco, inviabilizou empresas que não tinham fábricas no país. E como as vendas do Lada não andavam assim tão boas, seus importadores interromperam a conexão Rússia/Brasil.
Outro fator que pode ter contribuído para a rejeição ao robusto automóvel foi o mau funcionamento do motor devido a problemas no carburador, responsável pela mistura ar/combustível e sua dosagem motor. Ocorre que a gasolina "oficial" vendida no Brasil, já naquela época, apresentava um teor de álcool de 25%. Mesmo os carros russos, adaptados às mais rigorosas condições climáticas, não estavam preparados para isto, e muito menos para as tais gasolinas adulteradas que de longa data vêm fazendo parte do quotidiano dos brasileiros.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
LINHA DE MONTAGEM
Henry Ford (Detroit/Michigan/USA, 30/06/1863 - Dearborn/Michigan/USA, 07/04/1947) foi o primeiro empresário a aplicar o método da montagem em série que resultou na produção de vários automóveis em menor tempo e com menor custo.
Na foto acima, publicada na revista americana The Literary Digest, em 07 de janeiro de 1928, os operários da Ford Motor Company trabalham na linha de montagem. O automóvel da frente parece ser um Modelo A/Tudor Sedan.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
PASSOU DO PONTO
Exagerou no banho de Sol e passou do ponto.
Ele está [ou estava] na Rua José Ferreira dos Santos, quase na esquina com a Rua Lisboa.
O Século XX - 16/10/2011 - 09:53 h.
domingo, 4 de setembro de 2011
RURAL-WILLYS
A Willys, uma fábrica independente que nos tempos da II Guerra Mundial produzia o Jeep para o exército norte-americano, descobriu no Brasil uma boa oportunidade de expandir sua produção, imaginando que as estradas rurais do país seriam o palco ideal para os seus robustos veículos. Assim, em 1952, uma fábrica da Willys foi assentada em São Bernardo do Campo, SP, e em 1956, os Jeeps já começavam a ser montados com peças fabricadas no Brasil, enquanto a Station Wagon, produzida pela Willys nos Estados Unidos, era importada para o Brasil.
Em 1958 a Willys Station Wagon começou a ser fabricada no Brasil, e passou a ser chamada de Rural-Willys, apesar de manter as linhas do modelo americano, cujo detalhe característico era a pintura "saia-e-blusa" (azul e branca, verde e branca ou vermelha e branca).
"Nos primeiros tempos a mecânica era tão rústica quanto a dos Jeep. O motor a gasolina, de seis cilindros e 2.638cc, rendia 90 cavalos. O câmbio era de três marchas, com caixa de transferência para tração 4x4. Havia eixos rígidos na dianteira e na traseira".
Mas quem tinha uma Rural-Willys não a utilizava só no meio rural, e foi pensando nisto que a Willys do Brasil resolveu fazer algumas mudanças a partir de 1960: O pára-brisa e o vidro traseiro, que antes eram divididos ao meio, passaram a ser inteiriços; a grade frontal que, ao contrário dos vidros, era uma peça única, foi modificada, sendo dividida em duas partes, acompanhando a incorporação de área frontal sobre os pára-lamas dianteiros. Creio que estas modificações já faziam parte da Rural 4x2 que, entre outras novidades, apresentava a alavanca de câmbio de três marchas [mais a ré] na coluna de direção, suspensão independente na dianteira com molas helicoidais, ao invés do eixo rígido com feixes de molas.
Em 1967 a Ford incorporou a Willys-Overland do Brasil, mantendo as linhas Jeep e Rural e lançou uma Rural-Willys com um motor 3.0 de 140 CV que tinha dois carburadores. Em função dessas modificações, apareceu uma versão de 4 marchas.
Com a crise petrolífera de 1973, o chamado “Milagre Econômico Brasileiro” sofreu um débâcle, e a Ford por aqui passou a equipar a Rural com o motor 2.3 de quatro cilindros do Maverick. Mas os quase 30 anos de idade da linha Rural-Willys pesaram muito, e em 1976 a fabricação desse veículo foi encerrada, mantendo-se em produção [até 1982] somente a Pick-Up Jeep F-75.
"Para os padrões de hoje, a Rural é um carro lento e beberrão (cerca de 6,5 Km/l na estrada, na versão 4x2 com motor 2.6). Mas o que importa num carro desses é a resistência: mesmo alquebradas, muitas Rural continuam prestando serviços em cidades do interior ou para jipeiros e feirantes".
"- Desde que se lubrifique sempre os mais de 30 pinos de graxa, a suspensão dura para sempre".
Esta Rural alvi-verde aí [abaixo] pertence ao Nei, um popular e simpático morador da praia do Laranjal, em Pelotas, RS. O Nei é um apaixonado por automóveis antigos, e mantém sua Rural-Willys nos trinques, apesar das dificuldades para obter as peças originais para o veículo. Um dos espelhos que faltava teve que vir de São Paulo, SP.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
UM DKW POR AÍ

terça-feira, 2 de agosto de 2011
O CARRO DOS SEUS SONHOS
domingo, 10 de julho de 2011
VW FUSCA I
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
CHEVROLET BRASIL 3100
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
CINTO DE SEGURANÇA
Janeiro de 1961. A revista Quatro Rodas, atenta às questões da segurança ligadas ao transporte automotivo, com base em experiências realizadas nos EEUU, levantou a possibilidade da adoção do cinto de segurança no Brasil.
Abaixo, o texto da reportagem publicada há 50 anos, na edição de janeiro, com o título: "QUATRO RODAS PROPÕE: CINTO DE SEGURANÇA".
"'Senhores, queiram apertar os cintos'. Esta frase deve ter sido ouvida por você, amigo automobilista, caso já tenha viajado de avião. A precaução, logicamente, é adotada para garantir a maior segurança ao passageiro. Mas não é somente viajando de avião que você está sujeito a tais perigos. No automóvel, proporcionalmente, eles são maiores e mais numerosos. Estatísticas feitas nos Estados Unidos, por exemplo, provaram que: 40% dos motoristas, num acidente, são atingidos pelo eixo da direção; 38% dos ocupantes dos assentos dianteiros sofrem contusões em choques com o painel de instrumentos e 4% sofrem ferimentos com o espelho retrovisor. Quando o automóvel pára bruscamente, o automobilista, também bruscamente, é lançado para frente. Se algo não o contiver, ele se chocará com todos os objetos sólidos que encontrar no caminho. Poderá ferir-se e poderá também morrer.
Eis porque QUATRO RODAS lança, neste número, uma sugestão aos construtores de carros nacionais: a introdução do cinto de segurança. A idéia - diga-se de passagem - não é nova, mas ainda não foi adotada na fabricação dos automóveis
Para saber mais sobre a importância do uso do cinto de segurança, siga o link: http://www.sarah.br/paginas/prevencao/po/02_04_o_cinto_de_seguranca.pdf.
Colaboração: Valacir Marques Gonçalves
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
FIAT 147- O PEQUENO NOTÁVEL
terça-feira, 9 de novembro de 2010
OPALA
Fonte: ESPN/Brasil
terça-feira, 14 de setembro de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
CITROËN 2 CV
quinta-feira, 1 de julho de 2010
TRABANT
Arrastando um odor característico de gasolina e óleo misturados, ele andava a uma velocidade máxima de 100 Km/h, com um motor de dois cilindros, dois tempos, 26 CV de potência e refrigeração a ar. Dizem que o consumo de combustível era em torno de 11 Km/l na cidade e 14 Km/l na estrada.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
SMART
terça-feira, 30 de março de 2010
HITLER APRESENTA: O VOLKSWAGEN
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
UM CARRO ESPARTANO
A reportagem do jornalista Flávio [Indiana] Gomes para o programa "Limite", da ESPN-Brasil, mostra uma Vemaget (DKW)-1962, modelo Caiçara, raríssimo, com nada além do que o necessário para rodar.
Fonte: Flávio Gomes, ESPN/Brasil
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
O FUSCA DO ITAMAR
O motor era a álcool, tinha 1600 cilindradas e o modelo foi produzido no Brasil até 1996.
A história do Fusca é longa e interessante. Quem quiser saber mais pode seguir este link aí http://www.fuscaantigo.com.br/historia1.php .
Este, abaixo, é o verdadeiro..., o genuíno Fusca do Itamar, que estava lá no 17º Encontro do Automóvel Antigo de Juiz de Fora, entre 31/07 e 02/08/2009. E o carro é dele mesmo, conforme descrição do portal maxicar http://portalmaxicar.blogspot.com/, especializado em veículos antigos.
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