quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

SOB UM CÉU DE BLUES- OS CASCAVELLETES

Esta faz parte das relíquias do rock n' roll gaúcho. Composta por Flávio Basso, Luciano Albo e Nei Van Soria, "Sob um Céu de Blues" estourou nas rádios em 1992.
Os Cascavelletes começaram a se formar em 1987, quando Flávio Basso e Nei Van Soria resolveram sair do TNT (outra banda de rock).
Na época do lançamento deste single a banda era formada por Flávio Basso (vocal e guitarra), Nei Van Soria (guitarra e vocal), Luciano Albo (baixo), Alexandre Barea (bateria) e Humberto Petinelli (teclado).

YouTube/turma85

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

SPEGNERE LA LUCE!


Escolher a lâmpada adequada para a iluminação de um ambiente é fundamental. Hoje em dia as lâmpadas do tipo "econômica" (as fluorescentes pequenas) tomaram conta das residências, e é possível conseguir-se uma potência de iluminação muito boa com no máximo 40 watts. Só que a conta de luz não diminuiu em relação à que a gente pagava no tempo das lâmpadas incandescentes. As companhias de eletricidade aumentaram tanto o preço da energia que, no fim, nós estamos pagando até mais do que antes, quando usávamos e abusávamos das lâmpadas incandescentes de 60 e 100 watts.
Quanto aos eletrodomésticos, cada um tem um consumo específico de energia. Agora alguns vêm com uma faixa de classificação de eficiência energética, que pode variar de A até E, indicando o nível de economia, aliada à eficiência, que se pode esperar do aparelho. "A" quer dizer "muito bom"; "E" significa um gasto de energia acima do ideal.
Quem quiser economizar energia elétrica precisa estar atento aos maiores "vilões" da conta de luz, sem se descuidar dos pequenos detalhes que ajudam a diminuir o gasto de energia, tais como os aparelhos que ficam em stand by, ou seja, supostamente desligados, mas que continuam alimentados de energia elétrica para manter, por exemplo, um mostrador digital de microondas funcionando, o relógio interno de uma TV, os decodificadores da TV a cabo ou via satélite, etc. Esses consomem, cada um, cerca de 20% da energia que eles próprios consumiriam se estivessem efetivamente ligados e funcionando a pleno vapor.

E os tais "vilões", quem são?
Tudo depende do que cada consumidor tem em casa, mas vamos pensar no que há de mais comum. Neste caso há que se tomar cuidado com o chuveiro elétrico, onde banhos com tempo superior a 8 minutos per capita já comprometem as medidas mais básicas de economia de energia. Na metade do tempo, para quem estiver em dia com o asseio corporal, já dá para ficar bem limpinho.

Em tempos de calor à moda uruguaianense ou bajeense, quem tiver aparelho de ar condicionado em casa, certamente não vai resistir ao apelo de poder refrescar-se por conta desse eletrodoméstico. Aí não vai ter jeito, pois esse é capaz de ultrapassar o chuveiro na corrida para ver quem consegue fazer girar mais rápido o disco do medidor de energia. Só não dá para abusar desse recurso (ar refrigerado a extremos) em função dos problemas de saúde que podem causar, como por exemplo os choques térmicos - que podem afetar o sistema nervoso autônomo,
responsável pela respiração e também pelo controle da temperatura corporal - e a síndrome do olho seco - caracterizada pela diminuição da produção da lágrima ou deficiência em alguns de seus componentes - que pode desencadear uma infecção ocular, a chamada conjuntivite.

Em resumo, use a energia a favor do seu corpo [e mente], e do seu bolso também.

No link abaixo, um simulador de consumo da CEEE, RS.

E antes de sair, apague a luz!

domingo, 2 de janeiro de 2011

O MAIOR PARQUE EÓLICO DO BRASIL

Eólico. [De Éolo, deus dos ventos, + -ico.] Adj. Diz-se daquilo que se relaciona com o vento.
Os 75 aerogeradores do Parque Eólico de Osório, no Rio Grande do Sul, com 130 metros e altura, formam o maior complexo gerador de energia [obtida a partir do vento] da América Latina, com uma potência instalada de 150 megawatts.
Dentre os objetivos deste projeto que pode, no futuro, ser ampliado para outras áreas do RS, destacam-se: a produção de energia que não resulta em emissão de dióxido de carbono (CO2), um dos gases responsáveis pelo efeito estufa; e a possibilidade real de, aos poucos, tornar a região menos dependente dos recursos energéticos não renováveis (água e carvão).
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ANETE, FERNANDA E EU


2010, 30 de dezembro. A aniversariante (de fúcsia) estava linda, como sempre. Nós, que nos intitulamos, sem modéstia, amigos de todas [e para todas] as horas, comemoramos juntos.
Feliz 2011, Fernanda!
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

MAIS UMA MESA VIRADA

Fui olhar a tabela da 1ª divisão do campeonato catarinense de futebol/2011 e...
... não achei o Hermann Aichinger, mais conhecido como Atlético de Ibirama. Imaginei que o clube tinha sido rebaixado e fui consultar a classificação geral do campeonato de 2010. Ué!... 5º lugar! Abaixo dele ficaram outros cinco clubes, e os dois últimos, ou seja, os que ficaram em 9º (Chapecoense) e 10º (Juventus), foram rebaixados.
Então descobri que o Atlético de Ibirama entrou com um pedido de licença junto à F.C.F. , ainda em 2010, e não vai participar do campeonato/2011. Uma vaga ficou à deriva. Então a Federação Catarinense de Futebol resolveu resgatar [das cinzas] a Chapecoense, o que gerou protestos como este aí do blogueiro Rodrigo Braga (Clic RBS/Santa Catarina), com direito à foto da mesa virada.
"Já quero começar dizendo que é a última vez que pretendo falar do tema, os motivos ficarão claros ao longo do post.
Semana passada, a corte máxima da Justiça Desportiva brasileira deu uma de Poncio Pilatos e lavou as mãos no caso da virada de mesa no Campeonato Catarinense. Anunciou não julgar-se competente para opinar sobre o tema, deixando caminho livre para a decisão da Federação Catarinense de resgatar a Chapecoense da Segundona, na vaga do Atlético de Ibirama, o desistente conveniente. Não concordo, mas democraticamente respeito decisões tomadas por quem deve tomá-las. Portanto, pra mim é fim da linha, assunto morto e enterrado.
Mas, pra encerrar, deixarei aqui uma espécie de desabafo:
Há muitos culpados para que a virada de mesa tenha ocorrido e vá envergonhar o futebol catarinense, justamente em um momento brilhante dos nossos clubes dentro de campo. Vamos a eles, os culpados:
A Federação – É a maior culpada, claro. Frouxa, omissa, capaz de fazer um regulamento com uma brecha escandalosa, prato cheio para qualquer advogadozinho recém-saído das cadeiras da universidade. É tanta incompetência que dá até pra desconfiar de algo mais. Neste ano não fez só esta lambança, fez muito mais. Permitir uma virada de mesa embaixo do seu nariz foi apenas a maior delas.
A imprensa - Tem culpa também. Achou bonito tudo que aconteceu, como se nada fosse. Nós todos apenas demos uma reclamadinha protocolar e nada mais. Ou seja, deixamos a coisa esfriar e permitimos que o STJD (logo ele, de passado tão límpido) tomasse a decisão mais conveniente para ele: não tomar decisão nenhuma. Fomos bananas, precisamos reconhecer.
A Chapecoense - Parte da torcida do Verdão, de maneira até compreensível cega pela paixão clubística, me acusa de perseguir a instituição. É no mínimo superestimar este humilde blogueiro do interior. Mas a verdade é que não dá para absolver o clube no caso. Não pediu para virarem a mesa, não foi o causador da lambança. Mas tem culpa no cartório também. Não consigo aceitar argumentos do tipo: “a Chapecoense está apenas buscando seus direitos”. Que direito, cara-pálida? O time foi rebaixado dentro de campo, não houve nenhum fato excepcional que tivesse provocado a queda para a Segundona que não a ruindade do time no Catarinense. Portanto, o único direito legítimo (no caso um dever) era disputar a Divisão Especial em 2011 bem quietinha e subir honrosamente dentro de campo. Qualquer coisa que não isso é oportunismo barato, sim senhor. Ah, e pela milionésima vez, deixo claro que nada tenho contra a Chapecoense, contra Chapecó, contra as pessoas do Oeste, etc… Fosse qual fosse o clube envolvido no episódio, receberia aqui as mesmas críticas. Quem não quiser acreditar, paciência.
Bom, mas tudo isso é apenas opinião, não vai mudar nada. Quem comemorou a decisão do Tapetão pode seguir comemorando (lembram do estouro de champagne dos cartolas do Fluminense em 1996?). A verdade é que ninguém ganha com esta decisão. O futebol catarinense ficará manchado (já está) por este vexame, e a Chapecoense, queira ou não, estará voltando pela porta dos fundos. O time terá esta mancha no currículo eternamente, e os torcedores serão achincalhados pelos rivais a cada jogo pelos próximos 50 anos, no mínimo. E nada poderão argumentar.
Pra encerrar, deixo aqui aquela que sempre foi minha sugestão para tentar tornar menos vexatório este episódio. Já que não há o que fazer (o campeonato de 2011 não pode ter 9 times e promover um terceiro da Segundona atual seria tão errado quanto), que a Federação decidisse então por uma espécie de repescagem, tão comum nos campeonatos europeus, entre o terceiro colocado da Divisão Especial e a Chapecoense. Dois jogos no final do ano, com decisão em Chapecó. Quem vencesse, disputaria o Catarinense 2011.
Também não é brilhante, eu sei, mas ao menos a decisão seria dentro de campo, e não nos podres tribunais desportivos. Tenho certeza que muitos torcedores do Verdão do Oeste concordam com esta opção (alguns até já a apoiaram aqui no blog). Seria perfeito se a direção da Chapecoense propusesse esta “terceira via” à Federação, como demonstração de que não concorda com a volta via tribunais e decisões apoiadas em falhas de regulamento.
Porém, não sou tão ingênuo assim e sei que não vai acontecer. A não ser que a própria torcida (a parcela que não concorda com a virada de mesa), faça o pedido aos cartolas. Seria possível ou eu de fato vivo num mudo imaginário?"

SE ESTA MODA PEGA...

Caos [Do gr. cháos, atr. do lat. chaos.] S. m. 1. Hist. Filos.. Nas mitologias e cosmogonias pré-filosóficas, vazio, obscuro e ilimitado que precede e propicia ageração do mundo; abismo: "Assim, o deus poderoso, ardente de vida, faz surgir do caos o homem, a mulher, os astros" (Graça Aranha, A Estética da Vida, pp. 51-52). 2. Grande confusão ou desordem.

2010, 26 de dezembro. Um homem, dirigindo um Santana, atravessa uma passarela de pedestres, na BR-101, para fazer o retorno no sentido Torres/Osório.

Foto: Ronaldo Bernardi

Justificativa para tal procedimento havia, mas...
Se esta moda pega, instaura-se [por completo] o caos nas BRs e estradas regionais por aí.

No link, abaixo, o relato completo.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

ELAS, ELE E EU - NATAL/2010

Três em um + um hatpeg do século XX.

Quem vê, pensa que nós estamos aproveitando uma refrescante brisa ao abrigo das laranjeiras. Na verdade, mesmo sob as árvores, a temperatura era senegalesca, digna do mais tradicional verão bajeense.
Aqui o cenário é mais branco que o branco mais branco.

Meu amigo Juninho fareja algo. ¿Será que é chulé?
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USANDO E ABUSANDO DA CALF RAISE MACHINE

2026, 12 de maio. Um dos objetivos aqui era exercitar o chamado segundo coração. Assim, contando com o auxílio da calf raise machine (máq...